Um dos motivos que me fez adentrar neste curso, foi o atendimento Educacional Especializado, principalmente relacionado com a deficiência mental. Quando descobri em certo momento do curso, que algumas pessoas ilustres de meu país haviam se preocupado com a questão da inclusão de fato e de direito, fiquei comovido, soube disso a partir da leitura do texto “Atendimento Educacional Especializado” – Deficiência Mental – Autores: Adriana I. Limaverde Gomes, Anna Costa Fernandes, Cristina Abranches Mota Batista, Dorivaldo Alves Salustiano, Maria Teresa Eglér Mantoan e Rita Vieira de Figueiredo - site: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dm.pdf nomes os quais faço questão de escrever neste texto, , mesmo em se tratando de um projeto onde MEC e Universidade Federal do Ceará foram parceiros, demonstraram que com responsabilidade, podemos avançar de maneira muito satisfatória na área da educação, promovendo a inclusão de maneiras coerentes, criando oportunidades para os docentes realizarem seus cursos de qualificação à distância, com qualidade e sem desculpas, de não haverem buscado compreensão devido à falta de recursos, desculpa que muitas pessoas utilizam quando falamos de inclusão nas escolas, principalmente as de ensino regular.
A Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Especializado – Deficiência Mental, hoje é uma realidade, eu mesmo me sinto mais capaz, pois, realizando este curso de Licenciatura em Pedagogia ministrada por mestres de qualidade por esta universidade de peso chamada UFRGS, onde mais do que teoria, estou tendo a chance de realizar o meu estágio em escola pública de educação especial, vivenciando experiências de grande valia, pois dentro do laboratório de informática da instituição, passam a grande maioria dos casos atendidos diariamente na mesma, ao menos no período da manhã, onde executo as minhas atividades com as professoras e suas respectivas turmas. Presente este, que não tem preço na vida de qualquer acadêmico que preze a profissão de professor, sabe o quanto é importante, a oportunidade de unir a teoria e a prática, causando uma melhora considerável naquilo que já parecia estar bom.
Logicamente, existem questões no referido texto, que para mim ainda não ficaram bem explicadas, pois acredito na inclusão como um todo, mas também sei da importância das escolas de educação especial, como auxilio para que os alunos com necessidades educacionais de aprendizagem possam freqüentar de maneira mais significativa às aulas em escolas regulares, bem como, através da estrutura oferecida neste tipo de instituição, fazer um diagnóstico de quem está ou não apto a freqüentar a escola regular, sem prejudicar a si mesmo ou a outros alunos, partindo do pré suposto de que cada caso é um caso, e a deficiência mental é a mais difícil de ser tratada, dependendo do grau em que o cérebro foi afetado, bem como, o tempo que a família conseguiu auxilio especializado, que todos nós sabemos, não existe em algumas localidades deste imenso país. Por isso, o fato de encontrar este texto incluído no Pbwork denominado “Cantinho da Inclusão”, já me deixa feliz, pois, sei que existem mais pessoas preocupadas com o assunto e, que a UFRGS, preocupada com a minha formação acadêmica proporcionou-me mais este material de apoio, onde outros mestres, escreveram a sua visão sobre o assunto, bem como, o modo de agir em relação ao mesmo, o que é sempre positivo, se quer formar uma opinião mais coerente com a nossa realidade.
Este blog foi criado com o objetivo de escrever as minhas conclusões relacionadas as atividades desenvolvidas na UFRGS. SITES, ANEXADOS: http://marcosschillingmar.pbworks.com/w/page/20293843/memorial
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
ADAPTAÇÃO DE AMBIENTE AJUDA NA INCLUSÃO.
Lendo o texto “Deficiência Mental e Família: Implicações para o Desenvolvimento da Criança” – autoras Nara Liana Pereira Silva e Maria Auxiliadora Dessen - site: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-37722001000200005&script=sci_arttext
ambas da Universidade de Brasília, onde já no resumo o problema da compreensão deste público alvo de ensino a partir da família do individuo com a deficiência mental propriamente dita. Buscando a compreensão de três aspectos: A concepção de deficiência mental; a importância do ambiente social; o relacionamento de famílias com crianças deficientes; tudo relacionado ao desenvolvimento cognitivo das crianças com necessidades educacionais especiais de aprendizagem.
Realizando o meu estágio dentro do Laboratório de Informática de uma escola que visa ajudar justamente esta clientela de alunos, dos quais muitos são levados a estudarem em escolas publicas municipais, outros por tratar-se de um nível mais elevado de comprometimento cerebral, ainda não possuem reais condições de estar cursando aulas em escola regular, pois, ainda não alcançaram um diagnóstico capaz de liberá-los para freqüentar o ensino em escola desta natureza.
Como diria: Vygotsky – (1994), o ambiente escolar deve ser mutável, adaptando-se a clientela que o ocupa, por isso procuro junto com os demais professores e colegas de estágio, transformar o ambiente da maneira mais saudável possível, para dar chance para que estes alunos consigam realmente aprender algo significativo para suas vidas, utilizando software e outros recursos adaptados para estes. Pois, ainda segundo Vygotsky, se a escola não consegue adaptar-se, promovendo de alguma forma a inclusão da criança, então a aprendizagem estará fardada ao fracasso e não é isso que queremos com a inclusão em nosso país.
ambas da Universidade de Brasília, onde já no resumo o problema da compreensão deste público alvo de ensino a partir da família do individuo com a deficiência mental propriamente dita. Buscando a compreensão de três aspectos: A concepção de deficiência mental; a importância do ambiente social; o relacionamento de famílias com crianças deficientes; tudo relacionado ao desenvolvimento cognitivo das crianças com necessidades educacionais especiais de aprendizagem.
Realizando o meu estágio dentro do Laboratório de Informática de uma escola que visa ajudar justamente esta clientela de alunos, dos quais muitos são levados a estudarem em escolas publicas municipais, outros por tratar-se de um nível mais elevado de comprometimento cerebral, ainda não possuem reais condições de estar cursando aulas em escola regular, pois, ainda não alcançaram um diagnóstico capaz de liberá-los para freqüentar o ensino em escola desta natureza.
Como diria: Vygotsky – (1994), o ambiente escolar deve ser mutável, adaptando-se a clientela que o ocupa, por isso procuro junto com os demais professores e colegas de estágio, transformar o ambiente da maneira mais saudável possível, para dar chance para que estes alunos consigam realmente aprender algo significativo para suas vidas, utilizando software e outros recursos adaptados para estes. Pois, ainda segundo Vygotsky, se a escola não consegue adaptar-se, promovendo de alguma forma a inclusão da criança, então a aprendizagem estará fardada ao fracasso e não é isso que queremos com a inclusão em nosso país.
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terça-feira, 25 de maio de 2010
PLANEJAMENTOI E APRENDIZAGEM
Ninguém consegue atingir uma meta sem fazer um planejamento anterior, isto é sabido por todos os profissionais ligados à área da educação, se observarmos o texto “Ensinar bem é...saber planejar”, observaremos que planejar é buscar o conhecimento, mas como assim, o professor não deve ensinar, como então ele busca o conhecimento? Simples, quando planejamos algo, estamos esperando algum resultado que deverá ser atingido ao colocarmos em prática este planejamento, em se tratando da área da educação, estamos buscando o conhecimento sobre nossos alunos, como estão, o que estão entendendo com as atividades desenvolvidas com eles, bem como, sempre após o planejamento executado, fazemos uma reflexão sobre o que ocorreu durante o seu desenvolvimento, neste momento estamos não apenas buscando avaliar os alunos, mas também nos alto avaliar, na medida que interpretamos os acontecimentos negativos, como alguma falha de percurso cometida por nós, o que sugere dizer que também buscamos através do planejamento nos conhecer melhor, para aumentar as nossas chances de demonstrar melhor desempenho em um planejamento futuro. Planejar requer muito raciocínio, temos de procurar recursos, conteúdos, pautados em objetivos previamente estabelecidos, os quais nos darão a noção de êxito ou não depois de concluídos ou utilizados didaticamente. A organização de tudo isto é muito importante, caso contrário corremos o risco de não chegarmos a um denominador comum claro em nossas observações durante o processo de desenvolvimento do plano em questão. A crítica, o modo como observamos os trabalhos enquanto os realizamos, bem como a maneira flexível destes, à medida que estamos lidando com seres humanos, podem nos levar para rumos antes não imaginados, por isso é tão importante estabelecermos metas claras para apesar de flexível, o planejamento nos levar onde queremos, ou bem próximo disto.
Segundo o texto citado anteriormente, para José Cerchi Fusari, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – site:
http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/ensinar-bem-saber-planejar-424802.shtml
não há ensino sem planejamento, em outras palavras ele diz: Improviso não tem lugar na escola, a não ser quando determinado assunto surge dentro do convívio da sala de aula e, pode ser inserido no planejamento referente ao mesmo, visto que o plano é flexivel. Este mestre, está totalmente correto, pois se o professor se dá ao desfrute de comparecer a escola para improvisar todos os dias, com seus alunos, sem nunca utilizar um planejamento, então este professor, jamais conhecerá as reais condições dos mesmos, bem como nunca conseguirá identificar o quanto consegue fazer a aprendizagem acontecer, tornando suas aulas, algo medíocre sem substancia para uma real avaliação, e se algo não pode ser analisado, observado em um contexto lógico, também não pode ser considerado como aula e se não é aula, não interessa para a educação, já que não consegue causá-la.
Sempre que vou ministrar uma aula, faço planejamento, pois, como poderei me guiar se não sei por onde começar, com argumentos, com metas, com objetivos amplos e específicos, etc, por isso, sempre causo aprendizagem, e quando esta não vem a contento, tenho sobre o que refletir para buscar melhorar a minha maneira de ensinar ou problematizar alguma coisa com os alunos, de forma mais correta.
Segundo o texto citado anteriormente, para José Cerchi Fusari, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – site:
http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/ensinar-bem-saber-planejar-424802.shtml
não há ensino sem planejamento, em outras palavras ele diz: Improviso não tem lugar na escola, a não ser quando determinado assunto surge dentro do convívio da sala de aula e, pode ser inserido no planejamento referente ao mesmo, visto que o plano é flexivel. Este mestre, está totalmente correto, pois se o professor se dá ao desfrute de comparecer a escola para improvisar todos os dias, com seus alunos, sem nunca utilizar um planejamento, então este professor, jamais conhecerá as reais condições dos mesmos, bem como nunca conseguirá identificar o quanto consegue fazer a aprendizagem acontecer, tornando suas aulas, algo medíocre sem substancia para uma real avaliação, e se algo não pode ser analisado, observado em um contexto lógico, também não pode ser considerado como aula e se não é aula, não interessa para a educação, já que não consegue causá-la.
Sempre que vou ministrar uma aula, faço planejamento, pois, como poderei me guiar se não sei por onde começar, com argumentos, com metas, com objetivos amplos e específicos, etc, por isso, sempre causo aprendizagem, e quando esta não vem a contento, tenho sobre o que refletir para buscar melhorar a minha maneira de ensinar ou problematizar alguma coisa com os alunos, de forma mais correta.
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terça-feira, 18 de maio de 2010
OBSERVAR, RELACIONADO A APRENDIZAGEM
Observar é muito importante, saber observar, mais ainda. Quando escrevo observar, não quer dizer, que devemos ficar debruçados sobre as mesas de nossos alunos para sabermos o que estão fazendo, ou que temos de procurar de alguma forma supor o que estão pensando.
Observar o educando, para mim significa dialogar, ver como este age naturalmente, compreender seu modo de ser, sua postura perante a comunidade onde vive, tomar conhecimento de sua história estudantil, suas experiências adquiridas, buscar um entendimento o mais próximo possível entre o professor e o aluno, buscando facilitar a aprendizagem, com respeito, nunca com rispidez.
Saber observar, pode levar o professor a ajudar o aluno a construir algo melhor para si, uma aprendizagem significativa, para um bom observador, o simples “an”, do aluno, perante uma pergunta formulada, ao ser repetido novamente “an”, pode significar um problema de surdez, que nem sempre é percebido dentro de casa, mas que pode atrapalhar o aluno no entendimento das questões levantadas em sala de aula.
Para ser um bom observador, o professor deve em primeiro lugar gostar do que faz, em segundo, gostar dos alunos, estar disposto a se preocupar com a aprendizagem destes e ciente de que: melhor ser um professor zeloso, do que deixar passar certas situações e aos poucos se tornar um professor relapso, negligente em sua função, pois, observar faz parte da função do professor, já que sem realizar esta tarefa, ele não terá como avaliar o desempenho de seus alunos, nem mesmo procurar melhorá-los no desenvolvimento de suas atividades.
O texto “Educando o olhar da observação – Aprendizagem do olhar” – Autora (Madalena Freire Weffort), retirado do livro: FREIRE, Madalena – Observação, registro e reflexão. Instrumentos Metodológicos –site: http://supervisaoprofgabriela.pbworks.com/f/Madalena+Freire.pdf - vem de encontro a tudo isto que escrevi até aqui, sobretudo na frase que diz: “A observação é a ferramenta básica nesse aprendizado da construção do olhar sensível e pensante”.
Nós professores, aprendemos enquanto observamos, quando algo dá errado, quando aquela metodologia não surtiu aquele efeito desejado, nos motivamos para outro planejamento, mas antes nos perguntamos: Onde falhamos? O que deixamos de fazer? Estamos prontos a aprender com estes erros, pois, nunca sabemos tudo, nem tão pouco sabemos muito, por isso estamos sempre prontos a aprender enquanto buscamos compartilhar com os alunos o que buscamos também para nós, a aprendizagem do que realmente importa em nossas vidas. Para isto, devemos saber ver e ouvir, para voltarmos ao nosso planejamento e encontrar o ponto certo ou o mais próximo do entendimento do aluno, para lhe causar o beneficio da aprendizagem. Assim sendo, estamos sempre nos questionando, problematizando, participando buscando acima de tudo o melhor, para os nossos alunos, mais que para nós mesmos. Por tudo isso, procuro ser o mais observador possível em sala de aula, buscando maior segurança na hora de planejar algo com os alunos, para atingir melhor os objetivos, tanto amplos, tanto específicos, isto é parte fundamental de meu trabalho, mas ainda não é tudo.
Observar o educando, para mim significa dialogar, ver como este age naturalmente, compreender seu modo de ser, sua postura perante a comunidade onde vive, tomar conhecimento de sua história estudantil, suas experiências adquiridas, buscar um entendimento o mais próximo possível entre o professor e o aluno, buscando facilitar a aprendizagem, com respeito, nunca com rispidez.
Saber observar, pode levar o professor a ajudar o aluno a construir algo melhor para si, uma aprendizagem significativa, para um bom observador, o simples “an”, do aluno, perante uma pergunta formulada, ao ser repetido novamente “an”, pode significar um problema de surdez, que nem sempre é percebido dentro de casa, mas que pode atrapalhar o aluno no entendimento das questões levantadas em sala de aula.
Para ser um bom observador, o professor deve em primeiro lugar gostar do que faz, em segundo, gostar dos alunos, estar disposto a se preocupar com a aprendizagem destes e ciente de que: melhor ser um professor zeloso, do que deixar passar certas situações e aos poucos se tornar um professor relapso, negligente em sua função, pois, observar faz parte da função do professor, já que sem realizar esta tarefa, ele não terá como avaliar o desempenho de seus alunos, nem mesmo procurar melhorá-los no desenvolvimento de suas atividades.
O texto “Educando o olhar da observação – Aprendizagem do olhar” – Autora (Madalena Freire Weffort), retirado do livro: FREIRE, Madalena – Observação, registro e reflexão. Instrumentos Metodológicos –site: http://supervisaoprofgabriela.pbworks.com/f/Madalena+Freire.pdf - vem de encontro a tudo isto que escrevi até aqui, sobretudo na frase que diz: “A observação é a ferramenta básica nesse aprendizado da construção do olhar sensível e pensante”.
Nós professores, aprendemos enquanto observamos, quando algo dá errado, quando aquela metodologia não surtiu aquele efeito desejado, nos motivamos para outro planejamento, mas antes nos perguntamos: Onde falhamos? O que deixamos de fazer? Estamos prontos a aprender com estes erros, pois, nunca sabemos tudo, nem tão pouco sabemos muito, por isso estamos sempre prontos a aprender enquanto buscamos compartilhar com os alunos o que buscamos também para nós, a aprendizagem do que realmente importa em nossas vidas. Para isto, devemos saber ver e ouvir, para voltarmos ao nosso planejamento e encontrar o ponto certo ou o mais próximo do entendimento do aluno, para lhe causar o beneficio da aprendizagem. Assim sendo, estamos sempre nos questionando, problematizando, participando buscando acima de tudo o melhor, para os nossos alunos, mais que para nós mesmos. Por tudo isso, procuro ser o mais observador possível em sala de aula, buscando maior segurança na hora de planejar algo com os alunos, para atingir melhor os objetivos, tanto amplos, tanto específicos, isto é parte fundamental de meu trabalho, mas ainda não é tudo.
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
A INTERAÇÃO UTILIZANDO A NOVA TECNOLOGIA, TORNA A APRENDIZAGEM MUITO MAIS SIGNIFICATIVA EM TEMPO MENOR.
Aprendi em experiências de vida e, vejo sublinhado no texto “Aprendizagem Cooperativa em Ambientes Telemáticos” – Autoras: Débora Laurino Maçada e Ana Vilma Tijiboy, site:
http://supervisaoprofgabriela.pbworks.com/f/APRENDIZAGEM+COOPERATIVA.pdf que em todo o trabalho a ser desenvolvido, principalmente relacionado com a área da educação, devemos trocar idéias com outras pessoas, ainda mais se estas estão diretamente relacionadas com o local onde trabalhamos.
Hoje estou realizando o meu estágio em um laboratório de informática de uma escola pertencente à rede pública municipal de ensino, todos os dias turmas de alunos são levadas por suas professoras até este recinto, com o propósito de utilizá-lo como ferramenta de auxilio na aprendizagem dos alunos. Pois bem, após desenvolver atividades com os alunos, mesmo acompanhado por vezes pelas professoras, envio as mesmas um relatório de tudo que foi observado durante a estada dos alunos no laboratório.
Muitas vezes apesar de próximos dos alunos, não conseguimos identificar alguma dificuldade que os mesmos possam estar tendo em relação a alguma atividade, ou a algum recurso que estamos tentando utilizar, mas que não está surtindo o efeito necessário. Neste momento é muito importante à troca de idéias, o envio de observações realizadas quando do desenvolvimento das atividades. Agindo desta forma torna-se mais fácil diagnosticar algum problema no planejamento efetuado e até se for o caso acrescentar mais alguma coisa que por ventura estava faltando e não havíamos nos dado conta quando do transcorrer da atividade proposta.
A interação, a troca de idéias, a cooperação, sugere que fazemos parte de uma mesma equipe, ou seja, buscamos o mesmo propósito, não nos mostrarmos melhor que os outros, mas procurarmos melhorar algo muito mais importante, a aprendizagem de nossos alunos, dar sugestões, bem como, receber intervenções construtivas, nos causam uma grande melhora na forma de relacionar o que se está passando aos alunos com o que podemos melhorar, seja nos conteúdos, seja nos recursos utilizados.
Principalmente à parte do texto que nos reverte a Thomburg (1997), que trata da utilização de novas tecnologias na capacidade de resolver problemas, concluindo com a “Comunicação, Colaboração e Criatividade”, me leva a pensar sobre a forma que estamos utilizando a tecnologia que chamo carinhosamente de “Tecnologia dos Bastidores”, compartilhada através dos Pbworks, dos e-mails, dos blogs, que tanto nos aproxima, das nossas Supervisoras de Curso, das Tutoras, mas também das colegas professoras de curso e da escola e também da Supervisão e Direção da escola onde estamos desenvolvendo nosso trabalho. Estamos todos buscando o mesmo objetivo, todos preocupados em fazer o melhor, em atingir da melhor maneira possível à aprendizagem de nossos alunos. É por isso que não acredito que custe enviar os meus relatórios para as pessoas citadas, pois, se for para desenvolver melhor esta atividade compartilhada com esta equipe que tanto tem cooperado neste trabalho, faço isto com o maior prazer, assim como procuro observar os textos enviados tão gentilmente, seja por colegas da escola ou de curso, o importante é que todo o material recebido seja para ajudar no desenvolvimento de um trabalho lindo que estou tentando realizar nesta escola com estas pessoas que admiro muito.
Para mim, neste momento, não importa se a interação está ocorrendo em tempo real ou não,se síncrona ou assíncrona, o importante é que a interação está acontecendo e eu não estou me sentindo sozinho, muito pelo contrário, estou seguro daquilo que estou fazendo, pois, estou amparado na minha experiência, junto com a experiência muito maior, das pessoas que estão a mais tempo que eu na área da educação, as quais procuro seguir as sugestões fornecidas, bem como, sugerir alguma idéia, caso eu saiba algo que possa melhorar a atividade.
O que estou afirmando, já foi afirmado por Echeita e Martin (1995), é também assunto abordado tanto na epistemologia genética, quanto pela escola sócio-histórica, as quais possuem dentre seus representantes Piaget e Vygotsky (Clermoni Perret, 1992). Assim sendo, acredito que devemos utilizar cada vez mais a tecnologia, pois, esta facilita a nossa vida de muitas formas. Lembram do tempo que demorava uma correspondência entregue pelo correio para chegar aos nossos lares? Lembram do risco de extravio de documentos? Lembram do preço a ser pago pelo serviço? Preciso dizer mais?
http://supervisaoprofgabriela.pbworks.com/f/APRENDIZAGEM+COOPERATIVA.pdf que em todo o trabalho a ser desenvolvido, principalmente relacionado com a área da educação, devemos trocar idéias com outras pessoas, ainda mais se estas estão diretamente relacionadas com o local onde trabalhamos.
Hoje estou realizando o meu estágio em um laboratório de informática de uma escola pertencente à rede pública municipal de ensino, todos os dias turmas de alunos são levadas por suas professoras até este recinto, com o propósito de utilizá-lo como ferramenta de auxilio na aprendizagem dos alunos. Pois bem, após desenvolver atividades com os alunos, mesmo acompanhado por vezes pelas professoras, envio as mesmas um relatório de tudo que foi observado durante a estada dos alunos no laboratório.
Muitas vezes apesar de próximos dos alunos, não conseguimos identificar alguma dificuldade que os mesmos possam estar tendo em relação a alguma atividade, ou a algum recurso que estamos tentando utilizar, mas que não está surtindo o efeito necessário. Neste momento é muito importante à troca de idéias, o envio de observações realizadas quando do desenvolvimento das atividades. Agindo desta forma torna-se mais fácil diagnosticar algum problema no planejamento efetuado e até se for o caso acrescentar mais alguma coisa que por ventura estava faltando e não havíamos nos dado conta quando do transcorrer da atividade proposta.
A interação, a troca de idéias, a cooperação, sugere que fazemos parte de uma mesma equipe, ou seja, buscamos o mesmo propósito, não nos mostrarmos melhor que os outros, mas procurarmos melhorar algo muito mais importante, a aprendizagem de nossos alunos, dar sugestões, bem como, receber intervenções construtivas, nos causam uma grande melhora na forma de relacionar o que se está passando aos alunos com o que podemos melhorar, seja nos conteúdos, seja nos recursos utilizados.
Principalmente à parte do texto que nos reverte a Thomburg (1997), que trata da utilização de novas tecnologias na capacidade de resolver problemas, concluindo com a “Comunicação, Colaboração e Criatividade”, me leva a pensar sobre a forma que estamos utilizando a tecnologia que chamo carinhosamente de “Tecnologia dos Bastidores”, compartilhada através dos Pbworks, dos e-mails, dos blogs, que tanto nos aproxima, das nossas Supervisoras de Curso, das Tutoras, mas também das colegas professoras de curso e da escola e também da Supervisão e Direção da escola onde estamos desenvolvendo nosso trabalho. Estamos todos buscando o mesmo objetivo, todos preocupados em fazer o melhor, em atingir da melhor maneira possível à aprendizagem de nossos alunos. É por isso que não acredito que custe enviar os meus relatórios para as pessoas citadas, pois, se for para desenvolver melhor esta atividade compartilhada com esta equipe que tanto tem cooperado neste trabalho, faço isto com o maior prazer, assim como procuro observar os textos enviados tão gentilmente, seja por colegas da escola ou de curso, o importante é que todo o material recebido seja para ajudar no desenvolvimento de um trabalho lindo que estou tentando realizar nesta escola com estas pessoas que admiro muito.
Para mim, neste momento, não importa se a interação está ocorrendo em tempo real ou não,se síncrona ou assíncrona, o importante é que a interação está acontecendo e eu não estou me sentindo sozinho, muito pelo contrário, estou seguro daquilo que estou fazendo, pois, estou amparado na minha experiência, junto com a experiência muito maior, das pessoas que estão a mais tempo que eu na área da educação, as quais procuro seguir as sugestões fornecidas, bem como, sugerir alguma idéia, caso eu saiba algo que possa melhorar a atividade.
O que estou afirmando, já foi afirmado por Echeita e Martin (1995), é também assunto abordado tanto na epistemologia genética, quanto pela escola sócio-histórica, as quais possuem dentre seus representantes Piaget e Vygotsky (Clermoni Perret, 1992). Assim sendo, acredito que devemos utilizar cada vez mais a tecnologia, pois, esta facilita a nossa vida de muitas formas. Lembram do tempo que demorava uma correspondência entregue pelo correio para chegar aos nossos lares? Lembram do risco de extravio de documentos? Lembram do preço a ser pago pelo serviço? Preciso dizer mais?
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS.
A aprendizagem ocorre em qualquer lugar, seja em escola regular ou em escola especial, a aprendizagem é possível. A diferença é o tempo necessário para ocorrer esta aprendizagem, o qual é maior em se tratando de escola com clientela especial, principalmente se a deficiência for mental, pois, todos sabemos que o cérebro do ser humano quando atingido por alguma enfermidade, principalmente se esta causar algum tipo de deficiência, pode interpretar as coisas à sua volta de maneira diferente, por isso, cabe ao professor observar muito mais estes alunos, para poder identificar o ponto certo, a atividade mais provável de ser desenvolvida com os mesmos, a qual lhes causará alguma aprendizagem significativa.
Os deficientes mentais necessitam de materiais concretos presentes em todas as atividades a serem desenvolvidas, pois, sem estes, fica mais difícil explicar e fazê-los entender do porque, para que e quando devem utilizar as coisas.
Maria Montessori (1870 – 1956), desenvolveu um programa de objetos concretos para crianças deficientes mentais, baseados no uso sistemático e manipulação de objetos concretos. Nos dias atuais devemos fazer a mesma coisa, a diferença é que podemos substituir alguns objetos através da utilização da tecnologia da informação, levando os alunos a adentrarem em espaços virtuais, onde podem interagir com objetos, imagens, figuras, cores, desenhos, móveis ou não, mas que podem ser manipulados com o uso do mouse, facilitando a aprendizagem destas pessoas com deficiência mental. Mas de nada nos adianta o uso da tecnologia, se não respeitarmos o tempo de compreensão necessário por parte destes indivíduos. Daí a grande importância dos laboratórios de informática dentro das escolas regulares ou de educação especial, pois, ela veio de encontro a suprir as escolas de materiais virtuais, que quando manuseados pelos deficientes mentais através do mouse ou outro acessório do computador, praticamente substituem o material manipulável pelas próprias mãos, facilitando muitas vezes a compreensão do assunto por parte deste individuo. Isto não quer dizer que: Não precisamos dos materiais concretos, apenas abre margem para que utilizemos também materiais virtuais, os quais possuem maior quantidade, ocupando menos espaço e com a rapidez de um clic. Pena que ainda temos de correr os riscos com vírus, os quais estão infectando os softwares livres oferecidos em diversos sites na Internet, mas este é um outro problema a ser resolvido mais para frente.
Mascaras de adaptação para teclado: Esta mascara visa reter um pouco das informações contidas no teclado, simplificando o mesmo para a atividade que se pretede trabalhar, neste caso a Digitação.
Link onde encontramos as leis que protegem nossos alunos especiais http://www.dislexia.org.br/leis/lei006.html
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domingo, 25 de abril de 2010
MUDANÇAS
É impossível quando se é professor e, se identifica com a escola onde está trabalhando, deixar passar em branco uma oportunidade de ajudar. Muitas colegas de curso sabem, que já há algum tempo faço parte do conselho administrativo da APAE, em Gravataí. Tive e tenho momentos felizes junto a alunos com necessidades educacionais especiais de aprendizagem, mas de alguns dias para cá, estou preocupado com o rumo que será dado a estas crianças, já que a APAE, e E.M.E.E., Cebolinha se desvencilharam, ou seja a parceria que até pouco tempo existia está sendo desfeita. Logicamente que mudanças são bem-vindas, seja onde forem, mas quando envolvem a educação de alunos com tantas dificuldades, motoras, cognitivas, de locomoção, etc.
Assim sendo, resolvi procurar um novo lugar para abrigar a escola, afinal, os alunos precisam de um local, preferencialmente próximo à unidade existente hoje, para que não seja tão brusca a mudança, o ideal, seria continuarem na mesma localização, mas caso isto não se torne possível, precisamos pensar nos alunos. Já há alguns finais de semana, saio à procura de um prédio, que ofereça, segurança, espaço físico, para abranger todas as salas necessárias, boa localização, uma comunidade sem preconceitos, capaz de incluir os alunos como foram incluídos onde estão, com acessibilidade para os nossos cadeirantes, dentre outros problemas físicos que alguns amiguinhos possuem, em fim um ambiente acolhedor, onde todos os projetos em prol do ensino destes alunos possam ser realizados. Visitei neste final de semana, dois locais, acredito que um destes possa servir para aquilo que queremos, mas fico pensando, será que passa pela cabeça dos pais, dos funcionários e porque não dizer dos alunos, o que poderá acontecer com uma mudança destas. Afinal são décadas no mesmo endereço. Eu fui um dos primeiros a aceitar a cobrança de aluguel da prefeitura, pois, afinal o prédio pertence a APAE, mas eu não sabia que havia sido doado pela prefeitura, mesmo assim, sei que são anos, e que a APAE, está com dificuldades financeiras, mas também acredito que antes de qualquer mudança, seria mais aconselhável, nos reunirmos, nós do conselho Administrativo da APAE, junto com os funcionários, pais de alunos e representantes da prefeitura de Gravataí, para decidirmos se realmente este é o melhor caminho.
Uma parceria tão antiga, cheia de momentos brilhantes, causando bem estar a toda a comunidade de nossa cidade no tocante ao ensino de alunos com necessidades educacionais especiais de aprendizagem. Parceria na qual, uma escola ensina alunos com estas dificuldades, enquanto a outra além de prestar os primeiros auxílios aos pais que recebem um anjo destes em suas famílias, também os coloca em oficinas, fazendo-os vencer por seus próprios méritos, ganhando junto com o amor e carinho a dignidade, de poder produzir algo e caminhar pelos seus próprios pés, tornando-se cidadão de fato, pois já é de direito.
Será que nós, ligados diretamente a área da educação, nós que vivemos falando em dialogo, não devemos nos sentar e dialogar sobre este assunto tão melindroso e sensível, antes de tomarmos qualquer decisão?
Aprendi em minha jornada de vida, a qual foi sublinhada dentro deste curso oferecido pela UFRGS – Licenciatura em Pedagogia, que o mais importante em uma instituição de ensino, não é o professor, mas sim o aluno, indiferente do sexo, da raça, da origem, da religião, do partido político, da deficiência que possua, por este motivo a inclusão se faz necessária e é levada em consideração em todas as escolas de nosso município. Mas se isto é verdade, como podemos levar em conta apenas o que alguns decidiram, sem ouvirmos todas as partes envolvidas, e o exemplo de democracia, será que mais uma vez, vão desconsiderar o pensamento dos alunos, por considerá-los deficientes demais para pensar sobre o assunto, será que os seus responsáveis também serão avisados apenas na hora da mudança, espero que tudo se resolva e que tudo retorne a paz, pois, acredito que é tudo que estas crianças e jovens gostariam de ouvir neste momento, independente do preço a ser pago, ou do acerto a ser feito, vamos pensar nos alunos acima de tudo. Nem sempre mudar o endereço resolve, as vezes é importante mudarmos a nós mesmos para encontrarmos o que estamos procurando.
Assim sendo, resolvi procurar um novo lugar para abrigar a escola, afinal, os alunos precisam de um local, preferencialmente próximo à unidade existente hoje, para que não seja tão brusca a mudança, o ideal, seria continuarem na mesma localização, mas caso isto não se torne possível, precisamos pensar nos alunos. Já há alguns finais de semana, saio à procura de um prédio, que ofereça, segurança, espaço físico, para abranger todas as salas necessárias, boa localização, uma comunidade sem preconceitos, capaz de incluir os alunos como foram incluídos onde estão, com acessibilidade para os nossos cadeirantes, dentre outros problemas físicos que alguns amiguinhos possuem, em fim um ambiente acolhedor, onde todos os projetos em prol do ensino destes alunos possam ser realizados. Visitei neste final de semana, dois locais, acredito que um destes possa servir para aquilo que queremos, mas fico pensando, será que passa pela cabeça dos pais, dos funcionários e porque não dizer dos alunos, o que poderá acontecer com uma mudança destas. Afinal são décadas no mesmo endereço. Eu fui um dos primeiros a aceitar a cobrança de aluguel da prefeitura, pois, afinal o prédio pertence a APAE, mas eu não sabia que havia sido doado pela prefeitura, mesmo assim, sei que são anos, e que a APAE, está com dificuldades financeiras, mas também acredito que antes de qualquer mudança, seria mais aconselhável, nos reunirmos, nós do conselho Administrativo da APAE, junto com os funcionários, pais de alunos e representantes da prefeitura de Gravataí, para decidirmos se realmente este é o melhor caminho.
Uma parceria tão antiga, cheia de momentos brilhantes, causando bem estar a toda a comunidade de nossa cidade no tocante ao ensino de alunos com necessidades educacionais especiais de aprendizagem. Parceria na qual, uma escola ensina alunos com estas dificuldades, enquanto a outra além de prestar os primeiros auxílios aos pais que recebem um anjo destes em suas famílias, também os coloca em oficinas, fazendo-os vencer por seus próprios méritos, ganhando junto com o amor e carinho a dignidade, de poder produzir algo e caminhar pelos seus próprios pés, tornando-se cidadão de fato, pois já é de direito.
Será que nós, ligados diretamente a área da educação, nós que vivemos falando em dialogo, não devemos nos sentar e dialogar sobre este assunto tão melindroso e sensível, antes de tomarmos qualquer decisão?
Aprendi em minha jornada de vida, a qual foi sublinhada dentro deste curso oferecido pela UFRGS – Licenciatura em Pedagogia, que o mais importante em uma instituição de ensino, não é o professor, mas sim o aluno, indiferente do sexo, da raça, da origem, da religião, do partido político, da deficiência que possua, por este motivo a inclusão se faz necessária e é levada em consideração em todas as escolas de nosso município. Mas se isto é verdade, como podemos levar em conta apenas o que alguns decidiram, sem ouvirmos todas as partes envolvidas, e o exemplo de democracia, será que mais uma vez, vão desconsiderar o pensamento dos alunos, por considerá-los deficientes demais para pensar sobre o assunto, será que os seus responsáveis também serão avisados apenas na hora da mudança, espero que tudo se resolva e que tudo retorne a paz, pois, acredito que é tudo que estas crianças e jovens gostariam de ouvir neste momento, independente do preço a ser pago, ou do acerto a ser feito, vamos pensar nos alunos acima de tudo. Nem sempre mudar o endereço resolve, as vezes é importante mudarmos a nós mesmos para encontrarmos o que estamos procurando.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
INÍCIO DA SEGUNDA SEMANA DE ESTÁGIO
O início de qualquer semana em um estágio é sempre mais difícil. Primeiro você tem que planejar o que vai fazer com os alunos, depois ver onde isto se encaixa melhor nos projetos que os demais professores estão desenvolvendo, por ser o meu estágio em um laboratório de informática, isto fica bem mais complicado, pois, os softwares nem sempre complementam aquilo que as professoras procuram.
As professoras que compareceram hoje no laboratório, estão desenvolvendo projeto relacionado à família, assim sendo apesar de não parecer tão apropriado, o software “Coelhinho Sabido”, veio bem a calhar, pois, o coelho é o símbolo da fertilidade, e é esta fertilidade que da origem a família.
Trata-se de um software desenvolvido para crianças, com apelo audiovisual, muito simples e de fácil entendimento pelos alunos. O desenho animado do personagem Coelhinho Sabido, vai explicando tudo passo a passo e os alunos conseguem ultrapassar fases que pareciam intransponíveis, principalmente por tratar-se de alunos com necessidades educacionais especiais de aprendizagem. Apesar de não reconhecerem as cores, muitos deles demonstram noção espacial, ao pintar dentro do espaço correspondente ao desenho, enquanto arrastam o mouse. Também existe no jogo uma parte onde devem relacionar figuras geométricas, pois, grande parte dos mais jovens, relaciona muito bem, demonstrando habilidade para movimentar o mouse, é maravilhoso.
Este software pode ser utilizado nas escolas comuns, pois, é muito bom para os alunos testarem suas habilidades, até porque existem partes relacionadas com o alfabeto e com numerais, que ajudam o aluno a aprender sem constrangimento, já que o Coelhinho entra no mundo da criança e desperta aquela motivação que faltava.
No final, deu tudo certo, mais um dia com a certeza do dever cumprido. Tem coisa melhor?
As professoras que compareceram hoje no laboratório, estão desenvolvendo projeto relacionado à família, assim sendo apesar de não parecer tão apropriado, o software “Coelhinho Sabido”, veio bem a calhar, pois, o coelho é o símbolo da fertilidade, e é esta fertilidade que da origem a família.
Trata-se de um software desenvolvido para crianças, com apelo audiovisual, muito simples e de fácil entendimento pelos alunos. O desenho animado do personagem Coelhinho Sabido, vai explicando tudo passo a passo e os alunos conseguem ultrapassar fases que pareciam intransponíveis, principalmente por tratar-se de alunos com necessidades educacionais especiais de aprendizagem. Apesar de não reconhecerem as cores, muitos deles demonstram noção espacial, ao pintar dentro do espaço correspondente ao desenho, enquanto arrastam o mouse. Também existe no jogo uma parte onde devem relacionar figuras geométricas, pois, grande parte dos mais jovens, relaciona muito bem, demonstrando habilidade para movimentar o mouse, é maravilhoso.
Este software pode ser utilizado nas escolas comuns, pois, é muito bom para os alunos testarem suas habilidades, até porque existem partes relacionadas com o alfabeto e com numerais, que ajudam o aluno a aprender sem constrangimento, já que o Coelhinho entra no mundo da criança e desperta aquela motivação que faltava.
No final, deu tudo certo, mais um dia com a certeza do dever cumprido. Tem coisa melhor?
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
INÍCIO DA PRIMEIRA SEMANA DE ESTÁGIO - APÓS DUAS SEMANAS DE SONDAGEM

Hoje iniciei a minha terceira semana atuando no Laboratório de Informática da E.M.E.E. Cebolinha, esta escola é realmente um ótimo local para se trabalhar, o convívio com os alunos é muito bom. A maioria dos alunos desta escola que desenvolve atividades apenas com crianças com necessidades educacionais especiais de aprendizagem, possui a Síndrome de Down.
Desenvolvendo uma Arquitetura de Projeto, visando pesquisar sobre a coordenação motora, acuidade visual, audição e o cognitivo, utilizando para isto um guia de softwares independentes, mapeados em uma trilha, denominada Trilha do Desenvolvimento, acredito poder entender melhor o desenvolvimento físico e mental destes alunos. Fazendo isto, espero poder ajudar de alguma forma criando mecanismos que possibilitem uma aprendizagem mais eficaz, com maior motivação e interação por parte destes alunos, os quais são ótimos, muito educados. Porém, pelo que pude observar até aqui, a grande maioria destes alunos, não possuem uma boa coordenação motora, o que dificulta a execução de tarefas, também a falta de concentração destes atrapalha-os, pois não conseguem fixar-se naquilo que estão pretendendo executar e isto os desmotiva a continuar.
Observei que o Laboratório de Informática da instituição ainda não foi adaptado para estes alunos, o que dificulta ainda mais a aprendizagem por parte dos mesmos. É muito comum quando se fala em acessibilidade para portadores de algum tipo de deficiência, pensar-se em próteses, cadeiras de roda, rampas, leituras em braile, etc.., esquecendo-se dos portadores de Patologias que Envolvem o Cérebro.
Verificando a gama de informações que os alunos da instituição estavam recebendo de uma só vez, defronte ao teclado do computador, o que é muito prejudicial ao desempenho cognitivo destes alunos, já que os mesmos não conseguem concentrar-se para realizarem suas atividades, resolvi pesquisar na Internet uma maneira de melhorar o trabalho relacionado aos mesmos pelo menos ao utilizarem o computador, encontrei este site: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=622
o qual é muito interessante, pois, vem de encontro exatamente sobre o que estou desenvolvendo dentro do Laboratório de Informática e os mecanismos de adaptação que preciso para concluir melhor as atividades, sem os quais, a minha pesquisa não vai surtir o efeito desejado, já que não poderei observar os alunos com reais possibilidades de desenvolverem suas atividades. Infelizmente sei que escola pública nem sempre tem dinheiro para bancar seus gastos, mas acredito que investir nestes alunos não é um gasto, muito pelo contrário, está comprovado que quando desenvolvidos trabalhos sérios, com determinação, motivando-os desde crianças, estes alunos adquirem muita aprendizagem, podendo inclusive tornarem-se independentes, o que é ótimo para toda a comunidade. Assim sendo, trata-se de um investimento pequeno, já que necessitamos apenas de mascarás de teclado e limitadores de mouse, produtos confeccionados com material barato, que também serve para proteger o teclado e o mouse do computador contra batidas, quedas, etc., visto que uma das mudanças que ocorrem, quando são usados, é a afixação dos mesmos sobre o local de utilização, impedindo que o aluno por falta de concentração ou coordenação motora derrube o mouse ou o teclado por exemplo, protegendo-os enquanto ajuda na realização de tarefas por parte dos mesmos.
Contudo, posso garantir, que estou aprendendo muito, é gratificante poder trabalhar com estes alunos, apesar do Laboratório não estar devidamente adaptado, os alunos são ótimos, os demais professores, psicólogos, secretários, supervisores, orientadora e diretora, fazem de um todo, para que tudo transcorra bem, prova disto é que também hoje, recebi a visita de uma técnica de informática, que veio consertar alguns computadores, bem como, reconfigurar outros que não estavam funcionando a contento, o que demonstra o interesse da escola em melhorar cada vez mais a qualidade de ensino utilizando tecnologia na educação de seus alunos. É como dizia Vygotsky: é grande a importância da ação, da linguagem e dos processos interativos na construção das estruturas mentais superiores. Assim sendo: O acesso aos recursos oferecidos pela sociedade, escola, tecnologias, etc., influencia determinantemente nos processos de aprendizagem da pessoa.
Se, viemos para este mundo, para deixá-lo como está, sem procurar melhorá-lo para nós e para os demais, então não deveríamos ter vindo.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
ESTÁGIO
Participar de um estágio, é coisa muito séria. Quando recebi o convite para realizar o estágio no Laboratório de Informática da E.M.E.E. Cebolinha, fiquei comovido, pois, sei o quanto às crianças com necessidades educacionais especiais de aprendizagem, sofrem com a falta de inclusão, apesar desta estar aí, sempre em discussão, nas escolas ditas normais. Conheço a instituição já há alguns anos, fico encantado cada vez que adentro naquele prédio, o carinho de todas as pessoas que ali freqüentam, me motiva muito. Certa vez trabalhei seis meses em uma escola por amor a profissão, se tivesse de fazê-lo novamente, faria sem receio, principalmente se fosse na E.M.E.E. Cebolinha. Todos os dias aprendo algo novo, a inocência daqueles alunos, a simplicidade, o respeito, o carinho que transmitem com seus simples gestos, tudo me faz crer que ali dentro, estou em um lugar muito mais bonito dentro deste nosso mundo tão perturbado, só podendo estar ali, para saber o quanto é simples viver, e o quanto o ser humano complica a sua vida.
Tudo o que é dito é de coração, muitas vezes eles não necessitam nem falar, o olhar, o modo de agir, tudo denuncia momentos de muita felicidade, de pessoas que apesar das dificuldades, demonstram uma força interior muito maior que muitas que nem sabem o que isto significa. Espero fazer tudo a contento, pois, não só os profissionais que ali habitam, mas todos aqueles alunos, merecem o melhor, é isto que pretendo fazer deste meu estágio.
Tudo o que é dito é de coração, muitas vezes eles não necessitam nem falar, o olhar, o modo de agir, tudo denuncia momentos de muita felicidade, de pessoas que apesar das dificuldades, demonstram uma força interior muito maior que muitas que nem sabem o que isto significa. Espero fazer tudo a contento, pois, não só os profissionais que ali habitam, mas todos aqueles alunos, merecem o melhor, é isto que pretendo fazer deste meu estágio.
sábado, 27 de março de 2010
1ª AULA PRESENCIAL
A primeira aula presencial foi repleta de emoção, o reencontro com colegas, coordenadoras, professoras (es) e tutoras, foi muito gratificante, as dicas sobre a realização do estágio foi o ponto alto, onde todos demonstramos nossa maior preocupação com o tão esperado estágio. A coordenadora de Curso: Rosane Aragon, nos falou sobre a forma de organização dos projetos e planos de aula, comunicou-nos que o tal caderno de plano de aulas não será obrigatório, mas, mesmo assim acredito que devemos utilizar o mesmo, afinal no futuro poderemos utilizá-lo como auxilio, na hora de desenvolvermos atividades com os alunos, desta forma os objetivos e conteúdos, devem ser assinalados, mesmo que não seja obrigatório, pois, isto demonstra também responsabilidade e senso de organização perante a escola onde está sendo realizado o estágio, além de facilitar na realização de uma análise mais aprofundada de como a turma se saiu na realização de suas atividades. Vejam que esta é a minha opinião, não estou querendo insinuar que quem não realizar suas atividades desta forma estará errado, apenas estou dizendo que aquilo que parece difícil poderá no futuro facilitar a nossa vida, principalmente na realização do Pb work, que será de grande valia na confecção do TCC, por isso, tudo o que pudermos anotar (documentar), nos ajudará muito na conclusão de nosso trabalho. O importante é estarmos motivados para mais este desafio, que com certeza depois de vencido, será motivo de grande orgulho para todos.
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sábado, 20 de março de 2010
OITAVO SEMESTRE.
Estamos iniciando mais um semestre, o penúltimo, mas não menos importante que todos os passados até aqui. O estágio se aproxima e com ele aquela vontade de demonstrar maior dedicação, realizar projetos pertinentes aos alunos e a série proposta, levando em conta o tema gerador escolhido pela escola. O compartilhamento, à vontade de ajudar, de sentir-se útil enquanto aprende mais sobre a metodologia utilizada na aprendizagem, com inclusão, sem preconceitos, com determinação, com união e respeito, aos alunos, a direção da escola, a toda a comunidade e ao bom nome da universidade a qual estamos representando. Que nunca deixemos de nos preocupar com a educação, bem como, de fazer criticas construtivas, que levadas em conta, farão a diferença em um futuro melhor para todos nós. Nunca consigo deixar de observar o modo de pensar educação a partir do aluno, pois, sou pai de alunos, procuro escutar suas reclamações, seus anseios, para poder verificar maneiras de melhoria na educação, aprendi que o fato de um colega (professor) estar em sala de aula há mais de 20 anos, não quer dizer que esta experiência seja boa, pois, muitas vezes professores (as) repetem as mesmas coisas, deixam de trazer novidades para a sala de aula por medo do desconhecido e isto pode fazer com que ao trabalhar repetindo conteúdos, quando feita uma abordagem à cerca do que foi ensinado em anos de exercício do magistério, verifica-se que os 20 anos de trabalho, muitas vezes não passam de cinco, ao confrontarmos os conteúdos com os de outros professores, que problematizam com os alunos, buscando sempre temas atuais, facilitando o entendimento e complementando sua aprendizagem enquanto se mantêm atualizados e prontos para enfrentar qualquer desafio que envolva o ensino. Existem professores com muito pouco tempo em sala de aula, mas com atitude, com motivação, com predominante atualização, que os tornam uma referência na maneira de ministrar aulas aos alunos, o diálogo, as atividades em equipe, a união da pratica com o que se está aprendendo na teoria, são sempre tratados de maneira significativa e acabam fazendo a diferença, quando estes professores são comparados com outros que possuem mais tempo exercendo a função de professor. Também existem professores com muitos anos de sala de aula, que ao comparecerem para ministrar suas aulas, causam a impressão de que o tempo não passou para os mesmos, pois, estão sempre se atualizando, tratando de assuntos do dia-a-dia dos alunos, o que os faz parecer cada vez mais jovens, mais próximos de quem os cercam, mais capazes de um ensino com qualidade, isto significa que a idade não tem nada haver com a atualização, pois, podemos nos atualizar sempre. A SMED, no município de Gravataí, tem proporcionado momentos riquíssimos de atualização proposta aos seus profissionais, o que me deixa orgulhoso em verificar que o ensino nesta cidade está melhorando a cada dia, de maneira significativa. O fato de uma universidade como a UFRGS, tornar-se parceira neste processo, só vem sublinhar a melhoria na qualidade da educação e conseqüentemente na qualidade de vida de todo o povo de nossa cidade incluindo municípios vizinhos, já que colegas professores (as), bem como, alunos (as) destes municípios, buscam nossas instituições de ensino e terminam por constatar que em Gravataí o ensino está melhor que em muitas outras cidades, e isto me deixa muito feliz e orgulhoso.
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sábado, 2 de janeiro de 2010
2010 - Rumo a Qualidade no Ensino.
E o ano novo teve início, em alguns locais com muita festa, em outros com desespero, mas bem ou mal, todos que conseguiram passar por mais esta etapa, esperam por melhorias significativas, tanto na área do saneamento básico, tanto nas áreas da saúde, segurança, transporte energia e educação, sei que deveria começar citando a educação, mas também sei que em parte significativa\ de nosso país, ela está sempre por último, o que me deixa muito triste. Espero que neste ano, os cursos que devem trazer aprimoramento aos profissionais de diversas áreas, sejam mais bem planejados, as ferramentas dos cursos à distância, melhor aproveitadas, quando digo isto, estou falando dos vídeos conferências e aulas em tempo real, que trazem a tona discussões muito mais significativas e diálogos muito mais contundentes, que ajudam na construção de um conhecimento mais abrangente. Acredito que os cursos à distância utilizando a informática, podem e devem ser ministrados de maneira mais presencial hora aula, isto é, os alunos podem escolher turnos e períodos para encontrarem-se defronte aos seus computadores, clicados em seus sistemas, mantendo contato mais direto com tutores e professores, no conforto de seus lares, mas em tempo real com seus cursos. Hoje temos diversos locais onde encontramos armazenamento de computadores, que por falta de uso acabam se estragando, o que é visto como má utilização do dinheiro público. Por pagar imposto podendo comprovar o pagamento, quero que este dinheiro, seja mais bem empregado, e que a qualificação seja melhor. Caso isto não venha ocorrer, os cursos à distância correm o risco de não serem levados a sério, o que é muito decepcionante, pois, é um espaço importante que visa unir a qualidade, com o conforto, de maneira segura, sem prejuízo ao meio ambiente. Algo inovador, mas que pode tornar-se obsoleto, se as pessoas que os ministram não procurarem estar mais ligadas ao sistema e aos alunos, cumprindo com horários e organizando suas agendas de forma mais organizada. A pouco estive visitando uma universidade, onde me foi informado que: funcionários (as), ligadas a esta linha de ensino, apesar de frequentarem uma sala de aula dentro do recinto público a mais de um ano, somente compareciam na mesma em horários previamente agendados, tal sala era conhecida como "sala fantasma", já que por vezes ouviam-se alguns sons lá dentro, mas as pessoas nunca mostravam o rosto, bem como, nunca se identificaram para as demais colegas, as quais com certeza cumpriam com seus horários, já que estavam diretamente ligadas a cursos presenciais. É justo tratamento diferenciado para pessoas que recebem o mesmo salário, apesar de algumas raramente comparecerem em seus locais de trabalho. É justo o aluno (a), dar com a cara na porta, por não conseguir encontrar a pessoa designada para lhe prestar auxilio, aluno (a) que se deslocou de ônibus, de Viamão, Alvorada, Gravataí, dentre outras localidades da região metropolitana, mas que teve de voltar para casa sem conseguir sanar suas dúvidas. Espero que estes problemas sejam resolvidos neste ano, afinal disto depende a melhoria da educação em nossas escolas, não podemos cobrar, se também não seguimos as regras que nos são impostas não é mesmo? Também gostaria de não ter de ouvir, ministro 60 horas de aula, ainda tenho de ministrar aulas para alunos à distância, sei que muita gente está endividada, mas também sei que existe uma gama de pessoas desempregadas neste país, esperando uma chance de ocuparem espaços de maneira mais significativa. Não adianta a pessoa demonstrar uma qualificação curricular excelente, se não possui horários disponíveis para prestar seu serviço de acordo, temos que começar a levar em conta também esta questão. Os alunos não têm culpa das necessidades de seus professores, construir algo motivador fica difícil, quando a pessoa demonstra cansaço, apesar de pertencer a um curso a distância. Garimpar profissionais mais disponibilizados, com real comprometimento, não deve ser algo tão difícil, em um país que paga para que os alunos compareçam nas salas de aula. Vamos parar de observar o partido, e vamos tratar de dar ênfase ao currículo, a qualificação, junto da disponibilidade de horário, não se pode querer abraçar o mundo de uma só vez, temos de deixar que outros também possam ter seus direitos assegurados na hora de repartir valores relacionados à educação, caso contrário, podem estar ocorrendo casos de preconceito contra pessoas que prezam pela democracia total e irrestrita, aquela onde não existe conchavo, pois quem trabalha visa apenas demonstrar de maneira categórica seu desempenho profissional, desvinculado totalmente de politicagem, o que causa uma melhoria significativa da qualidade, em qualquer função desempenhada por este tipo de profissional. Como podemos observar, existe muito à ser feito, depende dos alunos, seja no curso que for, buscar a qualidade, independente da área a que se refira o curso, bem como, se é presencial ou a distância, o que importa é que temos de procurar sempre o melhor, cobrando, dando sugestões, demonstrando interesse, pesquisando, observando, pois, somente com ações, conseguiremos resolver esta questão tão difícil em nosso país.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Ser Professor É Gratificante.
Mais um ano está chegando ao fim, com certeza no ano que se iniciará em breve, teremos a oportunidade de demonstrarmos de maneira mais concreta o que aprendemos, bem como, aquilo que já trazíamos dentro de nós com relação ao modo de trocar experiências com os alunos no estágio. Todos nós já vivenciamos momentos em sala de aula, uns por vários anos, outros nem tanto, mas o importante nisso tudo, é que possamos nos entregar nesta tarefa que é a mais importante, desenvolver atividades que causem motivação, vontade em aprender o conteúdo que está sendo ofertado. As crianças esperam muito de nós, devemos muito a elas, por isso não podemos decepcioná-las, a minha preocupação maior é com as crianças, tudo o mais, vem depois, pois, se conseguir o meu objetivo, levar para a sala de aula algo que vai causar aprendizagem, ou melhora da qualidade de vida de alguma criança, isto me deixa muito satisfeito. Os pais nos entregam seus filhos por algumas horas, é uma confiança depositada a nós, que nos torna responsáveis de maneira impar, por várias vidas. Sou pai, e sei o quanto é difícil quando vemos nossos filhos indo para a escola, principalmente no inicio, quando não conhecemos a professora que fica com eles, depois, com diálogo, nossos filhos vão nos descrevendo, nos demonstrando que estão gostando de freqüentar a aula e isto nos deixa mais contentes, mais tranqüilos. É muito mais difícil quando os pais encontram um homem em sala de aula, pois, eles mentalizam seus filhos ao lado de uma professora, quando se deparam com um homem, ficam sem saber como agir, muitas vezes as mães param de levar seus filhos para a escola, e os pais passam a fazer esta tarefa, eu não vejo diferença, falar com as mães, ou com os pais, para mim não é diferente, apenas por uma pergunta que sempre me é feita – Por que é professor? Eu gosto de compartilhar conhecimento, logicamente gosto de crianças, gosto de me sentir responsável pelo futuro delas. Também gosto de trabalhar com jovens e adultos, na realidade o ser humano me fascina. Quem sabe no futuro eu não vá montar uma escola, afinal a minha esposa também é professora, atualmente ministra aulas para séries iniciais, mas está estudando artes visuais e esta especialidade pode abrir muito a criatividade, tanto das crianças, tanto dos jovens e também dos adultos. Seja lá o que estiver sendo reservado por Deus no meu destino, cumprirei de maneira satisfatória, ao menos procurarei de todas as formas fazer o melhor, a educação é a maior riqueza que podemos deixar para alguém, pois somente ela abre as portas da saúde, da alegria e da prosperidade, transformando as pessoas em seres dignos, responsáveis e muito mais humanos, convivendo em comunidade com respeito e amor ao próximo, virtudes que ajudam os mesmos a prosseguirem com muito mais facilidade em sua jornada pela vida.
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domingo, 20 de dezembro de 2009
MOMENTO DE MUITA FELICIDADE.

PEDIDOS DE NATAL:
Dizem que os pedidos realizados durante o Natal têm grande chance de serem atendidos, portanto vamos pedir coisas que realmente melhorem a qualidade de vida de nosso povo, aqui estão algumas sugestões:
- Que todo o povo brasileiro, tenha em sua ceia de natal, muita fartura;
- Que o Natal traga paz, alegria, harmonia entre as pessoas, que isso perdure muito tempo depois desta data;
- Que as famílias e os amigos se reencontrem, aumentando de forma substancial o amor entre os seres humanos, pois este lhes trará a verdadeira paz de espírito;
- Que a democracia seja plena, real e irrestrita;
- Que o povo seja tratado da maneira correta (patrão), já que ele paga os salários de seus representantes políticos;
- Que haja votação para escolhermos os salários dos políticos eleitos por nós;
- Que as CPIs, deixem de existir, que a Justiça puna de maneira severa e exemplar também os políticos que usam de maneira errada o dinheiro público, o qual é do povo;
- Que o povo possa demitir sumariamente o político que age de má fé;
- Que as fábricas de concursos públicos fechem suas portas, e que os servidores sejam, melhor preparados para o serviço;
- Que os cabides de emprego tomem consciência do mal que fazem à nossa sociedade, e se demitam em nome da moral, da ética e dos bons costumes;
- Que os políticos em exercício sejam obrigados a demonstrarem seus gastos diariamente, seja pela Internet, ou outro tipo de meio de comunicação de massa;
- Que o pagamento efetuado proveniente de processos judiciais, principalmente quando relacionado a órgão público, como a previdência por exemplo, sejam pagos em dinheiro, o mais rápido possível respeitando o cidadão que foi lesado. Terminando com o pagamento em precatórios, que todos sabemos é uma forma de calote, pois pode ser pago em até 15 anos, com juros fora da realidade;
- Que sejam extintas as regalias oportunizadas aos políticos e seus subordinados;
- Que as áreas da Educação, Saúde, Segurança Pública e Transporte, sejam administradas com a participação real do povo, sem que o mesmo seja tratado como massa de manobra dos políticos em exercício, buscando melhorar a qualidade de vida das comunidades;
- Que pessoas sem partido, mas realmente comprometidas com a comunidade onde vivem, possam participar em eleições devidamente registradas de maneira independente, sem chance de conchavo político, fazendo valer suas opiniões, ações e decisões;
- Que todo o dinheiro arrecadado com jogos de loterias, impostos, municipais,estaduais e federais, provindo de transações financeiras (bancos), compras no comércio, vendas de imóveis, transferência de veículos, bem como pelas concessionárias que administram os pedágios nas estradas de todo o país, e também, a forma de aplicação destes valores, sejam demonstrados diariamente, em páginas organizadas, na Internet, ou em qualquer outro meio de comunicação de massa;
- Que todo o município que decretar estado de calamidade pública, seja obrigado a declarar a população, quanto arrecadou em doações fornecidas pelo governo ou não, e como foi utilizado este valor;
- Que quando constatado o desvio, ou posse ilegal de qualquer quantia ou doação, arrecadada para fins filantrópicos, ou para ajudar vítimas de intempéries, como as enchentes por exemplo, os culpados sejam punidos de forma exemplar, sem direito a fiança.
- Que o valor cobrado nos pedágios, seja de acordo com o número de veículos que transitam por aquele local diariamente, ou seja: locais onde passam até 1000 veículos por dia pagam apenas R$ 3,00, pois, R$ 90.000,00 por mês é quantia mais do que suficiente para conservarmos uma auto estrada deste porte. Nos locais, onde o fluxo de veículos seja maior que 1000 carros por dia, chegando aos 5000 diariamente, não exceda a R$ 2,00, afinal R$ 300.000,00 por mês ou R$ 3.600.000,00, por ano, sem calcularmos o fluxo de veículos nas altas temporadas, é valor suficiente para manter o asfalto em boas condições;
- Que a Educação passe a ser tratada de maneira mais responsável, ficando em primeiro plano, não em último como está ocorrendo;
- Que os pedidos aqui contidos, sejam atendidos, pelo bem de todos os habitantes de nosso país.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS - PROJETO
É cada vez mais necessária a utilização da tecnologia como recurso pedagógico em sala de aula, à medida que causa no aluno uma maior interação, motivação, pois, o interesse em aprender utilizando ambientes lúdicos, ou transformando conteúdos que seriam utilizados nos cadernos, com pesquisas em livros, de forma a tornarem-se prazerosos, menos cansativos, já que estes recursos são trocados pelo computador e sua gama de recursos e ferramentas muito mais qualitativas quando bem encaminhado o processo, o planejamento do que se propõem desenvolver com o aluno, de forma que agindo assim, se atinge uma aprendizagem muito mais consistente e rápida, bem como as fadigas, o cansaço, dão lugar à harmonia, a motivação e a vontade em aprender, que tornam a aula em momento de integração, disposição, tanto para desenvolver atividades individuais, tanto em grupo, pois, os ambientes podem ser adaptados de várias formas, sendo assim, uma aula nunca será igual à outra e a participação do professor em sala de aula torna-se cada vez mais orientadora, promovendo debates e explicando sobre o uso da tecnologia a ser desenvolvida, bem como, verificando as dificuldades dos alunos perante o uso desta ferramenta tecnológica. Posso afirmar que o fato do aluno estar em casa, enfermo, dependendo da enfermidade, bem como se o mesmo possuir um computador ligado a Internet, este aluno poderá desenvolver atividades em sua residência, dentro de programas e páginas criadas com orientação do professor, onde o mesmo seja por e-mail, ou outra forma de comunicação, poderá acompanhar o processo de desenvolvimento deste aluno perante as atividades postadas.
ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS - PROJETO
É cada vez mais necessária a utilização da tecnologia como recurso pedagógico em sala de aula, à medida que causa no aluno uma maior interação, motivação, pois, o interesse em aprender utilizando ambientes lúdicos, ou transformando conteúdos que seriam utilizados nos cadernos, com pesquisas em livros, de forma a tornarem-se prazerosos, menos cansativos, já que estes recursos são trocados pelo computador e sua gama de recursos e ferramentas muito mais qualitativas quando bem encaminhado o processo, o planejamento do que se propõem desenvolver com o aluno, de forma que agindo assim, se atinge uma aprendizagem muito mais consistente e rápida, bem como as fadigas, o cansaço, dão lugar à harmonia, a motivação e a vontade em aprender, que tornam a aula em momento de integração, disposição, tanto para desenvolver atividades individuais, tanto em grupo, pois, os ambientes podem ser adaptados de várias formas, sendo assim, uma aula nunca será igual à outra e a participação do professor em sala de aula torna-se cada vez mais orientadora, promovendo debates e explicando sobre o uso da tecnologia a ser desenvolvida, bem como, verificando as dificuldades dos alunos perante o uso desta ferramenta tecnológica. Posso afirmar que o fato do aluno estar em casa, enfermo, dependendo da enfermidade, bem como se o mesmo possuir um computador ligado a Internet, este aluno poderá desenvolver atividades em sua residência, dentro de programas e páginas criadas com orientação do professor, onde o mesmo seja por e-mail, ou outra forma de comunicação, poderá acompanhar o processo de desenvolvimento deste aluno perante as atividades postadas.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
MEU MUITO OBRIGADO AO DR. ELI.



Clinica do Dr. Eli, telefones: 34977021 e 34977289 - End. Av. Alexandrino de Alencar,1530 - Morada do Vale I - Gravataí - RS. Colegas do Município, o Dr. Eli também atende pelo IPAG - ligue e comprove.
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AGRADECER_É_UM_ATO_DE_RECONHECIMENTO
TCC - MOMENTO DE OBSERVAÇÃO E APRENDIZAGEM.
As apresentações dos TCCs, que aconteceram ontem na sala 402 da FACED, foram ótimas. Um momento muito agradável de poder apreciar de forma quase que pratica, um trabalho realizado pelas alunas, utilizando todo um planejamento teórico como forma de atingirem seus objetivos.
Acredito que quando se pretende utilizar alguma atividade, desenvolvida por outrem, como exemplo no desenvolvimento de uma nova, devem-se buscar justamente os ingredientes que por algum motivo não estavam contidos no projeto anterior. Assim sendo, pude manifestar-me, questionando as apresentadoras, não com o intuito de criticá-las, mas sim, procurando aprimorar ainda mais a atividade realizada, já que poderei quem sabe realizar uma releitura de algum projeto apresentado, desta forma, um pouco mais aprofundado. Se assim, não ocorrer, não haverá motivo para executar tal tarefa, pois esta não trará nada de novo, que torne a aprendizagem mais consistente. Partindo deste parâmetro, formulei minhas questões e fui claramente respondido pelas apresentadoras de seus TCCs, às quais sou muito grato. As palestras que mais me chamaram a atenção, foram duas: 1ª relacionada ao maternal, onde pude observar o modo de agir de duas pessoas nos cuidados com crianças, uma severa, outra mais respeitosa e interativa. 2ª relacionada às séries iniciais, escolas diferentes, professoras diferentes, também uma parecendo robotizar os alunos, outra agindo com mais interação, causando uma forma de cooperação mesmo que segundo Piaget em seus estudos sobre psicogênese, isto possa parecer estranho, devido à faixa etária das crianças. Quem sabe se com a interação, a liberdade com interação, não faça com que a criança neste contato com o adulto se torne mais consciente sobre sua maneira de agir, com menos idade. Não podemos nos esquecer, que quando as experiências de Piaget, foram desenvolvidas, os pais se mantinham longe dos filhos, aqui no Brasil por exemplo às crianças não podiam participar de assuntos que até então eram tratados apenas por adultos (conversa de gente grande), como se dizia na época, hoje 80 por cento dos assuntos são tratados por toda a família, ou seja os filhos sabem sobre os problemas e participam com sugestões sobre como solucioná-los, o que torna o convívio familiar mais harmonioso.
Este texto deve continuar mais tarde.......
Acredito que quando se pretende utilizar alguma atividade, desenvolvida por outrem, como exemplo no desenvolvimento de uma nova, devem-se buscar justamente os ingredientes que por algum motivo não estavam contidos no projeto anterior. Assim sendo, pude manifestar-me, questionando as apresentadoras, não com o intuito de criticá-las, mas sim, procurando aprimorar ainda mais a atividade realizada, já que poderei quem sabe realizar uma releitura de algum projeto apresentado, desta forma, um pouco mais aprofundado. Se assim, não ocorrer, não haverá motivo para executar tal tarefa, pois esta não trará nada de novo, que torne a aprendizagem mais consistente. Partindo deste parâmetro, formulei minhas questões e fui claramente respondido pelas apresentadoras de seus TCCs, às quais sou muito grato. As palestras que mais me chamaram a atenção, foram duas: 1ª relacionada ao maternal, onde pude observar o modo de agir de duas pessoas nos cuidados com crianças, uma severa, outra mais respeitosa e interativa. 2ª relacionada às séries iniciais, escolas diferentes, professoras diferentes, também uma parecendo robotizar os alunos, outra agindo com mais interação, causando uma forma de cooperação mesmo que segundo Piaget em seus estudos sobre psicogênese, isto possa parecer estranho, devido à faixa etária das crianças. Quem sabe se com a interação, a liberdade com interação, não faça com que a criança neste contato com o adulto se torne mais consciente sobre sua maneira de agir, com menos idade. Não podemos nos esquecer, que quando as experiências de Piaget, foram desenvolvidas, os pais se mantinham longe dos filhos, aqui no Brasil por exemplo às crianças não podiam participar de assuntos que até então eram tratados apenas por adultos (conversa de gente grande), como se dizia na época, hoje 80 por cento dos assuntos são tratados por toda a família, ou seja os filhos sabem sobre os problemas e participam com sugestões sobre como solucioná-los, o que torna o convívio familiar mais harmonioso.
Este texto deve continuar mais tarde.......
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TCC_Seminario_Inegrador_VII
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
MÚSICA É CULTURA.
Dias atrás alguém me perguntou: você gosta da Ivete? Tem como não gostar? A Ivete canta músicas em várias melodias, tem uma voz insuperável, compõe muitas de suas canções, seja sozinha ou em parceria, sem perder a qualidade em seus trabalhos. Gosto de outras cantoras e cantores, mas a Ivete tem marcado momentos muito bons em minha vida, por isso e por outras, há admiro cada vez mais.
A música possui uma linguagem própria, universal, une as palavras à melodia, causando um impacto, contagiando, unindo as pessoas, não importando a idade, o sexo, à raça, a habilidade, até quem não consegue escutar pelos ouvidos, utiliza a vibração dos sons e aprende a dançar, envolve-se com o som, com o ritmo. A música entra na alma, chega ao coração, penetra na intimidade, arrepia, nos faz voltar atrás, também nos faz encontrar o futuro, nos permite viajar. Facilita a comunicação com os alunos, nos permite várias atividades principalmente ligadas à Linguagem, causa prazer a quem ouve, pode ser trabalhada na parte artística, ajudando a criança a ser menos inibida, menos tímida, socializando a turma. Muita gente utiliza a música para trabalhar, a motricidade motora, o equilíbrio “podemos vendar os olhos do aluno e fazê-lo caminhar, sendo guiado apenas pelo som da música”.
A arte em geral, deve ser utilizada, pois, causa motivação, desenvolve a criatividade, gera ação, causa reflexão, nos possibilita reação, concentração, emoção, nos humaniza através dos sentidos. Pense nisto quando for fazer um projeto a ser desenvolvido em sala de aula, os alunos agradecem.
Esta é a letra da mais nova canção, espero que gostem. Música é cultura.
“Na Base do Beijo”!
* TAGS:
* Na Base do Beijo
* Nova Música Ivete
* Pode Entrar
Na Base do Beijo - Cifra
Intr.: Bb D#9 (4x)
(Bb D#9)
Quando eu te pegar você vai ver, você vai ver
Ai de ti, ai de ti. Bb
Vai se amarrar só querer saber de mim
Cm D# / Bb
Você vai se dar bem e eu também
Cm D# / Bb
Você vai se dar bem e eu também
Bb C / D# / Bb /
Comigo é na base do beijo, comigo é na base do amor
Bb C / D# / Bb
Comigo não tem disse me disse, não tem chove não molha, desse jeito que sou
(2x)
(Bb / C / D#)
Quando amo é pra valer, quando amo é pra valer
Dou carinho me entrego, faço o amor acontecer (2x)
Bb / C / D#)
Vamos namorar
Beijar na boca (2x)
A música possui uma linguagem própria, universal, une as palavras à melodia, causando um impacto, contagiando, unindo as pessoas, não importando a idade, o sexo, à raça, a habilidade, até quem não consegue escutar pelos ouvidos, utiliza a vibração dos sons e aprende a dançar, envolve-se com o som, com o ritmo. A música entra na alma, chega ao coração, penetra na intimidade, arrepia, nos faz voltar atrás, também nos faz encontrar o futuro, nos permite viajar. Facilita a comunicação com os alunos, nos permite várias atividades principalmente ligadas à Linguagem, causa prazer a quem ouve, pode ser trabalhada na parte artística, ajudando a criança a ser menos inibida, menos tímida, socializando a turma. Muita gente utiliza a música para trabalhar, a motricidade motora, o equilíbrio “podemos vendar os olhos do aluno e fazê-lo caminhar, sendo guiado apenas pelo som da música”.
A arte em geral, deve ser utilizada, pois, causa motivação, desenvolve a criatividade, gera ação, causa reflexão, nos possibilita reação, concentração, emoção, nos humaniza através dos sentidos. Pense nisto quando for fazer um projeto a ser desenvolvido em sala de aula, os alunos agradecem.
Esta é a letra da mais nova canção, espero que gostem. Música é cultura.
“Na Base do Beijo”!
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* Pode Entrar
Na Base do Beijo - Cifra
Intr.: Bb D#9 (4x)
(Bb D#9)
Quando eu te pegar você vai ver, você vai ver
Ai de ti, ai de ti. Bb
Vai se amarrar só querer saber de mim
Cm D# / Bb
Você vai se dar bem e eu também
Cm D# / Bb
Você vai se dar bem e eu também
Bb C / D# / Bb /
Comigo é na base do beijo, comigo é na base do amor
Bb C / D# / Bb
Comigo não tem disse me disse, não tem chove não molha, desse jeito que sou
(2x)
(Bb / C / D#)
Quando amo é pra valer, quando amo é pra valer
Dou carinho me entrego, faço o amor acontecer (2x)
Bb / C / D#)
Vamos namorar
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