domingo, 24 de agosto de 2008

A DEMOCRACIA NA EDUCAÇÃO - EM GRAVATAÍ.


No dia 27 de julho deste ano, ao completar meus 23 anos de casado, participamos, eu e minha esposa, de vestibular. Eu prestei concurso para Licenciatura em Matemática e ela prestou para Licenciatura em Artes Visuais. Nós dois fomos bem, passamos no vestibular, eu pela segunda vez, já que estou cursando este curso de Pedagogia na UFRGS, o qual está me fazendo muito feliz. Mesmo que eu quisesse cursar este outro curso, eu não poderia, pois, está escrito no edital relativo ao mesmo que a pessoa deve ser professor (a), ministrando aula em escola pública, o que já não estou fazendo.

Atualmente estou trabalhando no setor de obras da prefeitura de Gravataí, como encarregado de equipe, cargo que executo da melhor maneira possível, pois, é assim que executo qualquer tarefa que me proponho a executar, todo o trabalho é digno, indigno é vender-se para ocupar qualquer cargo. Já que não posso estar em sala de aula, por questões puramente políticas, estou aprendendo, analisando diariamente a política da prestação de serviços de nossa cidade. Graças a Deus, que nem todas as pessoas, pensam igual ao atual Secretário de Educação de nosso município, caso contrário eu estaria desempregado, mesmo com toda a qualificação adquirida no passar dos anos. Esta é a política, ou você é do partido tal, ou não há espaço para você na sala de aula. Quem sabe isto não mudará algum dia, independente do partido que vencer as próximas eleições. São dois vestibulares, os dois em universidades federais, é, eu devo ser muito incapaz de entender ou de ensinar alguém. No último semestre, o meu maior conceito foi “A” e o meu menor conceito também foi “A”, no magistério fui um dos primeiros alunos no turno da noite, tudo para me qualificar, e depois de certo tempo ficar fora da sala de aula, agora eu aprendi, quando quiser um emprego nesta cidade, em sala de aula, vou enviar o meu número de inscrição no PT, e talvez o atual Senhor Secretário de Educação me deixe lecionar em alguma das inúmeras escolas públicas municipais, só que isto vai demorar, pois, não pretendo fazer nada que não vá me orgulhar depois, só para alegrar quem não merece, não sou vendido, não me ponho preço, não aceito ameaças, não me curvo à corrupção. Respeito o direito dos outros e gostaria de ter o meu direito junto ao de vários pais de família que gostariam que seus filhos estudassem com alguém que gosta de lecionar, respeitado, quero muito que o Sr. Daniel Bordignon ganhe as eleições, se ele puder concorrer, pois, assim como este amigo que me conseguiu este cargo que estou ocupando com muito carinho, ele deve entender os meus princípios políticos, éticos e morais. Quem souber por onde anda a Democracia, favor me enviar e-mail, eu preciso vê-la com urgência.

http://w3.ufsm.br/coperves/Classificados_2008_REGESD.pdf

ANALISANDO O TEXTO - GESTÃO DEMOCRÁTICA NA E DA EDUCAÇÃO: CONCEPÇÕES E VIVÊNCIAS.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (UFRGS)

FACULDADE DE EDUCAÇÃO


Analise do texto: Gestão Democrática na e da Educação: Concepções e Vivências.

(Isabel Letícia Pedroso de Medeiros – Maria Beatriz Luce). Analise de Marcos S. Martins.

Segundo o reconhecido intelectual português, Boaventura de Souza Santos (2002), existem dois tipos de democracia no mundo ocidental, a Liberal e a Socialista ou Marxista.

Na democracia liberal, uma elite política comanda a massa, pois considera que para assumir cargos políticos existe a necessidade de especialistas, principalmente nos processos administrativos, esta parte da democracia liberal é denominada de Representativa, onde a elite governa em nome de um todo idealmente homogêneo e de um suposto consenso.

O segundo tipo de democracia liberal é a de democracia participativa e popular. Esta democracia é inclusiva, permite direitos iguais a pobres e ricos, não distingue raça, sexo, deficiência. Sua concepção é baseada na convivência humana, a qual deve ser mediada por uma “gramática democrática”, a qual provoca rupturas positivas e indeterminações, através do exercício coletivo e participativo do poder político.

Para Bordenave (1994, p.8): “Democracia é um estado de participação”, isto é: aquela em que os cidadãos, ao sentirem-se fazendo parte de uma nação ou grupo social, têm parte real na sua condução e por isso tomam parte na infindável construção de uma nova sociedade da qual se sente parte. A comunidade participa das decisões, vivenciando a tomada das mesmas, fazendo política junto aos seus representantes, buscando seus direitos através do voto, sendo assim, entendemos a participação como uma necessidade humana e como um elemento primordial da vida política contemporânea.

Contudo existem “participações” e “participações”. Conforme Popkewitz (1997), pois às vezes sem se perceber, a sociedade (os cidadãos), estão sendo utilizados como massa de manobra, pensando estar votando algo, quando estão fazendo a vontade de grupos políticos, servindo ao interesse da elite. As regulamentações e interpretações administrativas que parecem surgir de ninguém, mas que têm sua elaboração centralizada no governo ou em determinado setor da sociedade. Neste caso, São utilizadas e estratégias de controle, regulação e convencimento que acabam por produzir confinamento da democracia a uma prática que não questiona quem delibera, mas sim, conforma-se com a aplicação e fiscalização das deliberações.

Para Demo (1999), é através da participação que a promoção pode se tornar autopromoção, projeto próprio, co-gestão. Já que dentre muitas propostas de participação, principalmente nas iniciativas de governo, encontramos processos camuflados e sutis de controle e repressão. Para que isso não ocorra, os governos devem ter uma diligente autovigilância, coibindo sua tendência controladora.

Nas escolas podem-se praticar as distintas formas de participação, de democracia; logo se pode promover ou restringir a inserção dos indivíduos em espaços sociais além dos que lhes seriam “previstos ou autorizados”.

No discurso pedagógico, a “gestão democrática da educação”, está associada ao estabelecimento de mecanismos institucionais e à organização de ações que desencadeiem processos de participação social: na formulação de políticas educacionais; na determinação de objetivos e fins da educação; no planejamento; nas tomadas de decisão; na definição sobre alocação de recursos e necessidades de investimento; na execução das deliberações; nos momentos de avaliação. Esses processos devem garantir e mobilizar a presença dos diferentes atores envolvidos nesse campo, no que se refere aos sistemas, de um modo geral, e nas unidades de ensino – as escolas e universidades.

Analisando o texto pude verificar que a democracia a qual deve ser a melhor a ser utilizada nas escolas, pois beneficiaria muito a comunidade, seria a Liberal Participativa, mas a mesma deveria levar em conta sob alguns aspectos, que também é necessária à experiência, o currículo com formação especializada principalmente na gestão escolar. Também temos de ter muito cuidado, com a manipulação, isto é, muitas vezes estamos querendo algo (votando um projeto), que não é assim tão importante para a escola ou para a comunidade como um todo, e isto nos transforma em massa de manobra de políticos representativos, os quais ganham votos utilizando-se deste critério.

domingo, 10 de agosto de 2008

TABELA DE ORGANIZAÇÃO DO TEMPO


O QUE ESPERO EM RELAÇÃO AOS MEUS ESTUDOS DO EIXO 5 E COMO PRETENDO ATINGIR MINHAS EXPECTATIVAS.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (UFRGS)
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE GRADUAÇÃO – LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
PÓLO DE GRAVATAÍ
SEMINÁRIO INTEGRADOR V
Professor Silvestre Novak
ATIVIDADE UM.
Até a presente data, tudo o que parecia complicado, foi facilitado através da ajuda dos tutores e professores do curso, bem como do meu aperfeiçoamento ao usar as ferramentas virtuais disponibilizadas a meu favor. Espero continuar me aperfeiçoando, principalmente em relação ao ambiente virtual o qual por muitas vezes, me leva a perder a noção do tempo enquanto executo as atividades propostas nas interdisciplinas. Estou ciente das interdisciplinas novas as quais deverei me adaptar para concluir mais este semestre, mas tenho convicção de que a partir do momento em que conseguir organizar de maneira prática o meu dia-a-dia, tudo ficará mais fácil. Por tanto, considero a minha principal prioridade para seguir em frente de maneira satisfatória, a minha organização pessoal e profissional, para que consiga o tempo necessário à conclusão de cada atividade, com real demonstração de aprendizagem. A final é isto que estou buscando neste curso, uma aprendizagem plena, que me dê reais possibilidades de agir com práticas e teorias unidas a metodologias de ensino eficazes, para repassar aos meus alunos, de modo plenamente satisfatório tudo aquilo que aprender.

sábado, 12 de julho de 2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

DEFESA ORAL DA SÍNTESE - 4º SEMESTRE

Fiquei muito feliz em participar de um grupo onde várias colegas trazem dentro de si à vontade de melhorar a educação de nosso país. Esta consciência esteve presente em vários momentos naquela noite do dia 8/07/2008, confesso que me emocionei, como amigo, colega, professor e pai de aluno. Todas as colegas estão de parabéns, mas o que a Mara, Ligia, Luiza Amélia, Maria Ivone e a Maria Pinto, acrescentaram, a meu ver, ao longo de toda esta jornada, pela qual estamos passando, fez toda a diferença na defesa da síntese. Tentei através de uma aula mais prática, juntada a explicações fundamentadas nas interdisciplinas do curso, primeiramente tornar o ambiente um pouco mais descontraído, demonstrar que a utilização de uma atividade pode ser desenvolvida unindo várias disciplinas, transformando a aula em algo mais motivador e desafiador. Faço o que faço, primeiramente pelo amor a esta profissão, que tanto me dignifica, em segundo pelo orgulho de estar próximo de tantas pessoas que estão, assim como eu, buscando a melhora da educação em nosso país. No final, após solicitar ajuda para a APAE, me dei conta de que quem necessita de ajuda, não é a APAE, mas todo aquele que só pensa em si mesmo, achando-se melhor que as outras pessoas, tenho pena de gente que age e pensa desta forma, pois, demonstram uma falta de amor muito grande e somente o amor torna a pessoa feliz, quem não veio ao mundo para ao menos tentar ser feliz, melhor que não tivesse vindo. A apresentação do cantor Tony, natural da Nicarágua, vídeo este o qual já havia assistido na APAE, me comoveu novamente, principalmente na parte que ele disse, mais ou menos isto: Quando vejo o público levantando os braços, me aclamando através da música, naquele momento eu percebo que tenho braços e mãos, isto é coisa de Deus, somente ele pode explicar. Quanto à participação das Tutoras, das colegas de curso, bem como pelo comando da banca pelo Professor Edson, foram momentos memoráveis, os quais não pretendo esquecer nunca, o senso de justiça, a conceitualização do que foi tratado antes da aplicação da nota, ficou clara e evidente em cada defesa de síntese, saí do local confiante de que a educação brasileira tem chance de transformar-se em algo de excelência, capaz de colocar nosso país entre os primeiros do mundo nesta área, e através deste fato, seremos reconhecidos no primeiro mundo, sem armas, sem guerras, sem ditaduras, mas com muito progresso, conquistado com uma educação de ponta. No momento eu só tenho a dizer uma coisa a todos aqueles que estão neste curso: meu muito obrigado a todos, só pelo fato de estarem fazendo este curso, já demonstram que querem uma qualificação melhor, a qual será demonstrada sempre que necessário e transformará a consciência do povo deste sofrido, mas muito digno país, chamado Brasil.

domingo, 22 de junho de 2008

MATEMÁTICA

As atividades da interdisciplina de Matemática, referentes à Classificação e Seriação, Números e Operações e Espaço e Forma, foram de muita ajuda neste semestre, pois demonstraram de maneira muito mais lúdica, utilizando programas de computador, jogos dentre outros exemplos, que podemos ensinar matemática de maneira muito mais prazerosa, fazendo com que a aprendizagem ocorra com significado maior, do que através do sistema tradicional. Demonstrando ao aluno a importância a matemáticas em sua vida, o que lhe despertará a vontade em compreender esta disciplina, a qual muitos alunos costumam ver como um bicho papão. http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo4/matematica/

domingo, 15 de junho de 2008

INICIO DA CAMPANHA APAENERGIA.

Compareci no sábado, 14 de junho, a passeata sobre a Solidariedade, patrocinada pelo Banco do Brasil, a qual teve inicio defronte a igreja Nossa senhora dos Anjos, nas proximidades da Rodoviária de Gravataí, e terminou no Parcão da parada 79, onde teve inicio a campanha APAENERGIA, patrocinada pelo Banco do Brasil e a RGE. Eu levei toda a minha família aos dois eventos, fomos brindados com camisetas do Banco do Brasil, as quais usamos durante todo o trajeto. Também tivemos a honra de contar com a companhia do jogador de voleibol Paulão, o qual com seus 2,01m de altura nos acompanhou durante todo o percurso, bem como no inicio da campanha APAENERGIA. Muitas pessoas compareceram ao evento, apesar do frio e da chuva, mas com certeza poderiam ser em número bem maior, se avaliarmos que existem mais de três mil deficientes mentais em nossa cidade. Eu e mais algumas pessoas, na qualidade de promotores, recebemos da instituição APAE, as camisetas e demais instrumentos de trabalho para desenvolvermos a atividade de angariar sócios para esta instituição, através do desconto em conta de luz, conforme autorização da RGE. Muitas empresas estão nos ajudando nesta caminhada, pois, sabem da seriedade da instituição APAE, bem como, da necessidade que esta possui de aumentar sua verba, para poder ajudar ainda um maior número de pessoas, com a qualidade que todas merecem. Espero que o povo de Gravataí, nos receba em seus domicílios residenciais, bem como, nos de trabalho, para participar desta campanha tão importante, a qual só dignifica a quem começa a fazer parte, seja com prestação de serviço, ajudando a angariar fundo, seja contribuindo com uma quantia mínima de um real, que pode chegar a 15 reais, se assim a pessoa física desejar. Um gesto que pode fazer toda a diferença na continuidade de um trabalho tão sério desenvolvido por esta instituição de renome que é a APAE. Eu só posso desejar boa sorte para nós todos nesta nova empreitada, e pedir a todo o povo de Gravataí, que não deixe de ajudar a APAE, neste momento.

TRABALHANDO COM PERGUNTAS:

Desde que nos entendemos por gente, nós seres humanos, utilizamos as perguntas para desafiar aos demais, principalmente os mais velhos, a demonstrarem a sua sabedoria. Caso por algum motivo, notemos que alguma pergunta formulada por nós (crianças), não foi respondida a contento, passamos a menosprezar a pessoa que nos deu a resposta. De certo modo, estamos sempre a procura de alguém, que nos responda de maneira sábia as questões que formulamos, para nos unirmos a este na esperança de aprendermos mais, com o propósito de demonstração de crescimento intelectual, buscando o respeito pelo ser que representamos perante o nosso semelhante.
Por exemplo: O pai pede ao filho que busque leite desnatado, ao invés do leite comum que, estavam acostumados a beber anteriormente. A criança querendo demonstrar ao pai que, sabe a diferença entre os dois tipos de leite, pergunta para a dona do comércio: Qual a diferença entre o leite desnatado e o leite comum? A vendedora alega que, não é obrigada a saber tudo sobre os produtos que vende, e diz à criança que um possui nata, o outro não, e pronto. A criança chega em casa com o leite desnatado e diz ao pai: Já sei por que este leite é desnatado pai, é porque ele não tem nata. O pai diz ao filho: Pensei que você ia me dizer do porque ele não tem nata meu filho, achei que me surpreenderia, já que está na escola. O menino querendo demonstrar sabedoria, pergunta na sala de aula a mesma coisa para a sua professora, (4ª série), a qual lhe responde da mesma forma que a vendedora. O menino conversando com os seus colegas diz: Nossa professora, não sabe nada, ela sabe o mesmo tanto, que aquela senhora que vende pães e leite na padaria, pois, as duas respondem as coisas da mesma forma. Um dos amigos do menino, aluno de uma terceira série, ouvindo sobre o assunto, resolve perguntar à sua professora que, lhe diz o seguinte: Turma, amanhã um aluno que toma leite desnatado, por gentileza me traga a embalagem deste leite aqui, e outro que tome leite comum, faça o mesmo, pois, iremos descobrir o que causa a diferença entre os dois. A professora, no outro dia, solicita aos alunos que, observem através da leitura das palavras escritas nas embalagens, a diferença que existe entre os dois ltipos de leite, e o debate está aberto. Então, orientados pela professora, os alunos concluem que, o tipo comum de leite, é pasteurizado, conservando todas as suas propriedades, já o outro (desnatado), é também filtrado, onde lhe retiram toda a gordura animal, a qual é considerada má para o nosso organismo, por isso, como é a gordura que forma a nata, este passa a não possuí-la. O respeito por esta professora aumentou, já o respeito pela professora de 4ª série, ao menos no quesito profissional, decaiu consideravelmente, tudo em função de uma pergunta, que ficou sem a resposta desejada. Devemos sempre procurar as respostas às perguntas dos alunos, mesmo que não a saibamos, pois, podemos aprender junto com eles e isto é o que nos torna professores, a vontade constante em aprender. A busca de respotstas, utilizando problematização, torna a aula motivadora, e faz com que mais perguntas sejam feitas, pois, tira a inibição dos alunos, ato que muitas vezes atrapalha a aprendizagem.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO

Todas as atividades apresentadas na disciplina – Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação – B, são muito significativas, na inclusão digital em séries iniciais. Como professor, acredito que cada dia mais, estou me preparando para uma autonomia referente ao modo de ensinar, utilizando o computador, sem depender do monitor, ou instrutor, para concluir atividade junto aos alunos. Utilizando o Xtimeline, aprendi a utilizar o programa para redigir uma linha do tempo, o que pode tranqüilamente ser executado por alunos a partir da 5ª série dos 9 anos, como recurso em estudos Sociais. Também é muito importante a aprendizagem referente à classificação de software, pois, nos leva a verificar o tipo de software que iremos utilizar com os alunos, separando-os daqueles pouco significativos, bem como dividindo-os para ministrar aulas utilizando-os de acordo com as séries correspondentes aos alunos. A escrita coletiva também é de certo modo, algo inovador, pois, permite que realizemos trabalhos envolvendo texto, de maneira conjunta, em equipe, o que torna uma simples redação, em um projeto bem mais audacioso, com mais comprometimento por parte dos alunos, também fica mais fácil à compreensão por parte dos mesmos, visto que um pode sempre que achar necessário fazer uma intervenção mudando a parte do texto que achar necessária, para um melhor entendimento. A utilização de vídeo, bem como a maneira como utilizá-lo, ficou bem clara, pois, até então muitos professores não desenvolviam projetos pedagógicos antes de levarem seus vídeos para a sala de aula, e estes passavam a ser considerados apenas como passa tempo pelos alunos. Hoje depois de todas as explicações fornecidas através de texto muito bem elaborado, podemos verificar que podemos levar vídeos, não tão longos para a sala de aula, desde que o assunto a ser tratado esteja relacionado a alguma disciplina, pois,não é a duração do vídeo que importa, e sim o seu conteúdo, o mesmo pode inclusive conter apenas cenas de slides, não importa, desde que a maneira como as mesmas estão expostas chame a atenção do aluno sobre o tema proposto. O aluno deve possuir após assistir ao vídeo, condições de formar opiniões significativas sobre o assunto tratado, bem como descrever de forma consistente o que mudou em seu modo de pensar antes e depois de ver o referido vídeo.O fato de poder postar o vídeo no pbwiki, facilita para que outras imagens que estão relacionadas ao Youtube, possam ficar isoladas, não atrapalhando o raciocínio de quem assiste ao vídeo. Novamente eu só tenho a agradecer pelos momentos de aprendizagem neste semestre, meu muito obrigado a toda a equipe responsável por esta interdisciplina.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

O Livro Encantado de Zezinho - É só alegria.

Fiquei muito feliz com a mensagem, que a Professora Tânia Ramos Fontoura me enviou, sobre a minha singela obra “O Livro Encantado de Zezinho”. Segundo ela, o livro está integrado ao Programa de Extensão "Quem Quer Brincar?", o qual recebeu a doação, a qual todos apreciaram muito. Tanto que incorporaram o livro ao acervo, como sugestão de atividade na área de estímulo à leitura. E termina a mensagem dizendo: Parabéns pela proposta!

Quem Quer Brincar? - clic neste link e conheça este projeto.

É isto que me motiva cada dia mais nesta caminhada, saber que pessoas estão vendo o meu trabalho, e que ele está sendo levado a sério. Isto se chama reconhecimento, isto trás felicidade, e é o que tenho em casa, com os colegas, e agora através deste projeto maravilhoso, que bom poder compartilhar com pessoas ligadas a área da educação, em uma universidade que me recebeu, bem como, aos meus colegas, de braços abertos, de uma obra criada com o intuito de servir para fins pedagógicos. Eu só tenho duas palavras à dizer: muito obrigado!

O Livro Encantado de Zezinho. Clic neste link e leia o livro.

Algumas atividades que podem ser desenvolvidas com o livro:

Ele pode ser utilizado como forma de observação da motricidade fina e da audição, pois, após a professora contar a história, a criança pode desenhar as figuras ligadas ao livro, enquanto a criança desenha, podemos analisar como segura o lápis . Depois que o aluno desenhar, o profesor terá conteúdo para avaliação, sobre o que, o mesmo estava entendendo enquando se conta a história (quando forem crianças que ainda não sabem ler). E também na observação de formação cognitiva, quando conseguem ler, mas não sabem expressar com desenhos, o que estão lendo, dentre outros aspectos ligados a educação infantil. Por isso, este livro foi feito desta forma, até porque, o professor pode tirar cópia xerográfica de páginas separadamente, e depois, pedir para que os alunos unam as mesmas e montem o quebra cabeça, sobre o livro. Como você pode ver, são diversas atividades com poucas páginas e uma história bem simples, a qual fiz para chamar a atenção da criança sobre a biblioteca escolar, mas que também serve para chamar a atenção, para o mundo da informática, pois, quem tem um computador, conectado a Internet, tem tudo o que este livro possui (o livro da história). Em breve vou entrar em contato, com a continuação do livro, espero que goste.

domingo, 8 de junho de 2008

APAENERGIA


VIOLÊNCIA JUVENIL

VIOLÊNCIA
Pequenos (grandes) problemas
De um lado, o número cada vez maior de crimes praticados por jovens. Do outro, cientistas em busca de explicações para tal comportamento. Entenda os porquês dessa briga
Anna Gosline
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É tarde da noite. Você caminha de volta para casa, sozinho, e passa por uma praça pouco iluminada. Um arrepio percorre seu corpo quando você os vê. Adolescentes. Eles falam alto, lembrando como afanaram a bolsa de uma senhora naquela manhã, em pleno horário de aula. Essas crianças...
De seguranças de shoppings centers que não tiram os olhos de grupos de jovens à cobertura da mídia sobre o último tiroteio ou esfaquea-mento envolvendo adolescentes, há uma preocupação crescente em todo o mundo a respeito da criminalidade e do comportamento anti-social entre os jovens. Políticos e formadores de opinião discutem fervorosamente sobre as possíveis causas do fenômeno: pais separados, álcool, TV, videogames ou apenas uma sociedade decadente. O fato é que ninguém parece saber o que fazer a respeito.
Uma nova geração de cientistas está jogando luzes sobre o debate. Auxiliados por avanços nas técnicas de imageamento cerebral e na genética molecular, eles estão começando a entender o que há de errado quando as crianças não dão certo. Melhor: a ciência começa a descobrir novos métodos para cortar o crime juvenil pela raiz.
A preocupação causada pelo mau comportamento do adolescente não é novidade. No livro "Psychosocial Disorders in Young People: Time Trends and Their Causes" ("Doenças Psicossociais em Jovens: Tendências do Tempo e Suas Causas"), de 1995, o psiquiatra infantil Michael Rutter e o criminologista David Smith documentaram um aumento crescente em crimes juvenis em todo o planeta logo após a Segunda Guerra Mundial, com uma taxa cinco vezes maior entre 1950 e 1990 nos países desenvolvidos.
O problema é que o mundo em 2008 é outro, principalmente para os mais jovens. Interpretar as tendências criminosas recentes é uma missão difícil graças às mudanças nos tipos de crime registrados e às fontes de informação conflitantes. O fato de a maioria dos crimes não ser comunicada às autoridades também não ajuda. De acordo com dados oficiais, a criminalidade caiu entre 1992 e 1999 no Reino Unido. Mas houve crescimento expressivo na faixa etária entre 14 e 17 anos, em ambos os sexos.
Ainda nesta matéria ( MAIS NOTÍCIAS CLIC NO LINK:http://http://by130w.bay130.mail.live.com/mail/ReadMessageLight.aspx?Aux=4%7c0%7c8CA96A2B82A6330%7c&FolderID=00000000-0000-0000-0000-000000000001&InboxSortAscending=False&InboxSortBy=Date&ReadMessageId=34c07730-dd47-4ba8-b3a2-ec263048d501&n=107769934

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sexta-feira, 6 de junho de 2008

quinta-feira, 5 de junho de 2008

COM RESPEITO À NOITE DE 03 DE JUNHO DE 2008

Professor Silvestre, utilizou a abertura para nos esclarecer pontos importantes relacionados há este semestre, o que nos deixou mais tranqüilos e prontos para continuarmos em nossa jornada rumo ao quinto semestre, sei da preocupação deste para com nosso grupo, agradeço por ter conseguido carona para as colegas de Porto Alegre, algumas das quais chegam a pegar mais de um ônibus para comparecer às aulas, foi um gesto muito bonito de nosso Magnífico Professor, pois, é assim que gostamos de chamá-lo, nosso Magnífico Professor, não sei quem começou com isto, mas tem tudo haver com o mestre, no saber e nas atitudes, que muito nos dignificam a comparecer com mais motivação ainda para cada aula presencial. Obrigado!

O Professor Edson novamente demonstrou que quando a gente quer, de quase nada, se faz muita coisa. Folhas plásticas, marcadores para retro projetor em várias cores, letras de música impressas em papel oficio, CDs de música bem escolhidos - Cio da Terra (Chico Buarque de Holanda) – mas que escutei pela primeira vez nas vozes de Pena branca e Chavantinho, Astro Rei (Gilberto Gil), dentre outras, um retro projetor e muita motivação, estes são os ingredientes para uma ótima aula, envolvendo a disciplina de Ciências Naturais, mas que também pode ser utilizado como dinâmica, na aula de língua portuguesa, religião, geografia, história, matemática, bastando uma escolha especifica da música e um bom planejamento. Basta solicitar para que os alunos (as), desenhem nas folhas plásticas imagens relacionadas às frases impressas, as quais fazem parte das músicas dos respectivos CDs, cada aluno desenha um desenho relacionado a uma estrofe, o qual é numerado, para que na hora em que a música for acionada, cada um há seu tempo vá colocando a imagem no retro projetor, para que a música seja ilustrada através desta ação. A afetividade, a motivação, a compreensão, momentos de individualidade e equipe, vivenciados continuamente, a organização, o poder criativo, a inspiração, a sensibilidade, a ação, a profundidade com que a atividade se desenvolveu, as imagens gravadas em fotos que a colega Cristina, tão gentilmente fotografou, e nos enviou via e-mail, foram momentos maravilhosos. Devemos levar isto para a sala de aula, também gostaria de sugerir, esta atividade para realizar com os pais de alunos, quando das reuniões com os mesmos, as pessoas sairiam destas muito mais motivadas.
A Professora Hilda, não ficou para trás. Trouxe vários livros, textos, DVDs, fitas cassete, alguns ligados à história de Gravataí, bem como de Viamão, outros relacionados com o estado do Rio Grande do Sul como um todo, dando inicio a uma palestra, sobre os estudos sociais, levando-nos a pensar no contexto geral, a sociedade que formou nossas cidades. A origem açoriana, a cultura indígena, africana, européia, e a presença da mulher em todas as épocas. Pra que irmos até as Missões, ou a outras cidades distantes, quando podemos buscar informações aqui mesmo bem perto, em nossa cidade, ou nas cidades vizinhas como Viamão, Santo Antônio da Patrulha dentre outras da região metropolitana. Temos parques ecológicos, museus, aldeias indígenas, bibliotecas, dentre outros locais de pesquisa, onde inclusive podemos levar os alunos para uma visitação pública, temos ainda a Internet como valiosa fonte de pesquisa, portanto, temos que levantar a cabeça e irmos a luta, pois, quem sabe faz a hora não espera acontecer. A música do Paulo Tatit, a qual narra a história dos pais de seus pais, de maneira divertida e inovadora, me fez lembrar de momentos com a minha família, a qual não vejo há muito tempo. Os debates foram tão construtivos que até passamos um pouco do horário pré-determinado para o termino da aula, mas todos saímos dali contentes. Muito obrigado a todos.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

LUZ E SOMBRA

A atividade de Ciências, relacionada a Luz e as Sombras, é muito boa, pois, causa impacto direto enquanto está sendo realizada, bem como faz revivermos momentos únicos, de quando éramos crianças e brincávamos com as sombras de nossas mãos refletidas na parede através da luz de uma vela.Seja na luz do Sol, seja a luz da vela, o fato é que as sombras são silhuetas bem interessantes, que demonstram que em pequenas coisas, podemos chamar a atenção dos alunos para outras tão importantes, como a órbita da Terra em torno do Sol, ou simplesmente a verificação das diferenças de horário, baseando-se apenas na localização do Sol durante o dia, bem como a posição das sombras causadas pelos obstáculos de fronte a seus raios. Atividades assim, nos causam momentos de muita paz e felicidade quando as realizamos, o professor está de parabéns pelos momentos que me proporcionou, junto aos meus familiares. Sem nos esquecermos que é bom relembrar o quanto a sombra é importante para os seres vivos, minha casa é bem sombreada, possuo muitas árvores no quintal, e o meu bairro também é muito consciente a este respeito, me sinto um privilegiado, por viver em contato com a natureza, mesmo tão próximo a um grande centro, isto é para quem gosta da vida, e de tudo que está relacionado a ela.

REUNIÃO COM OS PAIS DE ALUNOS.

Escutei o comentário de uma colega dias atrás, a qual disse o seguinte: os pais dos alunos não comparecem quando são chamados para reunião a respeito de seus filhos, principalmente os que possuem problemas de aprendizagem.

Acredito que isto ocorra por dois motivos: o primeiro seria a maneira como os pais são chamados para a reunião; o segundo é o que ocorre na reunião, que não motiva os pais a continuarem comparecendo às mesmas.

Assim como seus filhos, os pais precisam participar da comunidade escolar, mas não adianta ficarmos chamando-os, apenas para discutir problemas relacionados a seus filhos. Os pais querem um momento diferente, com alto astral, com divertimento, com descontração, e isto eu não vejo acontecer. Os pais trabalham o dia todo, desta forma passam a maior parte do tempo longe dos filhos, quando tem tempo para ficar perto dos mesmos, não querem apenas ouvir sobre seus problemas, querem participar de momentos lúdicos junto com eles. Momentos estes que irão aumentar a afetividade familiar e a harmonia entre, a família e a escola. Pode ser uma gincana, pode ser uma festinha com jogos de argolas, com dança de estourar balões, dentre outros que não exijam muita habilidade mental, mas sim sirvam para relaxamento junto aos filhos. Vamos parar de chamar os pais apenas para oficinas, aprender a jogar tal jogo, etc..., ao menos nas reuniões, vamos proporcionar momentos de puro lazer, onde quando alguém perder, perdeu porque o outro teve mais sorte, e não porque eu joguei mal. O pai, não quer ser derrotado perante o filho, a não ser que seja em equipe, pois, ai ele pode dizer, foi culpa de fulano que não me passou a bola, dentre outras desculpas que são ditas por dizer. Talvez a psicologia utilizada para atrair os pais para a escola, esteja um tanto equivocada. Quando nós professores somos chamados para uma reunião, encontramos uma mesa farta, sorrisos, conversa amigável, somos solidários ao nosso meio. Estive em uma reunião numa escola estadual (E.E.E.M. Padre Nunes), onde a diretora chamou dois jovens para realizarem dinâmicas de grupo entre os professores, foi um momento inesquecível, foi ótimo. Por que não fazemos o mesmo em uma reunião com os pais? Vamos motivá-los a comparecer na escola, para quebrar esta imagem de prepotência e autoritarismo que algumas escolas passam aos pais de seus alunos, tornando momentos tão especiais em momentos tensos, aos quais nenhum pai gosta de comparecer, mesmo que seus filhos não necessitem de atenção especial. Vamos parar de pensar que festa é pra ser realizada apenas em Datas Comemorativas, sou pai, sei bem o que é isto.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

SEMINÁRIO INTEGRADOR IV - FILOSOFIA

Olá colegas, gostei muito da aula de ontem (13/05/2008). Com respeito ao retorno dos astronautas que foram até a Lua, foi apenas uma pergunta utilizada como forma de demonstrar o quanto temos dentro de nós mesmos para expor aos nossos alunos. Esta pergunta foi feita por um aluno de quarta série (oito anos), muitos colegas de aula, tentaram respondê-la, trazendo a tona inclusive o fator gravidade, alguns meninos disseram: mas vocês nem eram nascidos em 1969, como podem saber sobre isto? Ocorre que muitos livros, revistas, trazem ilustrações a respeito, sem contarmos que às vezes programas de televisão reprisam a cena da viagem espacial à Lua, o que torna isto de conhecimento de grande parte de pessoas, incluindo crianças. Mas o que me deixou mais contente, foi o fato de tal qual em sala de aula, os alunos (professores), debaterem sobre o assunto, procurando demonstrar conhecimento de causa. Todos nós temos conhecimentos adquiridos por simples curiosidade, e que nos vem à tona em momentos de reflexão, algo que pensávamos que nunca iríamos utilizar, mas que de repente estamos utilizando, buscando lá no fundo de nossas almas uma maneira de explicar. Quanto mais eu instigava, mais explicações surgiam, todas muito bem argumentadas, fiquei imensamente feliz, me senti como se estivesse ministrando aula, foi ótimo. Assim deve ser com os alunos, não podemos menosprezá-los devido a pouca idade, pois, estes são muito inteligentes e estão sempre buscando informação para aprimorar seu conhecimento, mesmo que nem eles mesmos se percebam disso. Devemos utilizar esta curiosidade, para aguçá-los cada vez mais a pesquisarem, ir a fundo naquilo que realmente desejam saber. Responder com suposições, pode frustrar o aluno, por isso, muitas vezes é interessante fazer parte do grupo de pesquisadores, demonstrando que possui real interesse em explicar o fato pautado em provas mais consistentes. Os alunos passam a ver que mesmo o professor também precisa de pesquisa, se quiser dar uma explicação a altura, e isso enobrece aos alunos que sentem vontade em contribuir auxiliando-o na busca da resposta, o que é muito positivo na aprendizagem coletiva do grupo. O professor Silvestre, em sua aula de Filosofia, foi novamente nota 10.
Filosofia - Amor pelo saber, amizade e sabedoria, busca do saber.
Philos: amizade, amor
Shofia: sabedoria.
Segundo o dicionário Aurélio: sf. 1. Estudo que visa ampliar incenssantemente a compreensão da realidade, no sentido de aprendê-la na sua inteireza. 2. Razão; sabedoria.
Tradicionalmente, a filosofia se divide em cinco áreas:
Lógica - que estuda o método ideal de pensar e investigar;
Metafísica - que estuda a natureza do Ser (ontologia), da mente (psicologia filosófica) e das relações entre a mente e o ser no processo do conhecimento (epistemologia);
Ética - que estuda o Bem, o comportamento ideal para o ser humano;
Política - que estuda organização social do homem;
Estética - que estuda a beleza e que pode ser chamada de filosofia da Arte.
Gostaria que os colegas buscassem pesquisar, sobre o modo de pensar, de um grande filósofo brasileiro contemporâneo, Olavo de Carvalho.
Olavo de Carvalho, faz uma reflexão sobre as grandes dúvidas, as grandes indagações que o homem sempre se fez acerca da realidade e de sua situação no mundo. Importante conhecê-las, pois, são as perguntas - mais do que as respostas - que dão origem ao conhecimento.