quinta-feira, 15 de outubro de 2009

INTERAÇÃO A DISTÂNCIA - ATIVIDADE EM GRUPO.

Como ocorre a interação à distância. Referindo-me à atividade realizada em grupo sobre a análise do filme “Seu Nome É Jonas”, posso dizer que existiu uma interação maior por parte deste grupo. A interação começou quando postei o resumo do filme no Portfólio, sabendo da dificuldade que seria reunir todos para assistir ao filme, decidi fazer esta ação, até porque não existe concorrência entre grupos, principalmente por tratar-se de curso de Pedagogia, pois, a aprendizagem é para ser dividida, compartilhada, saboreada, degustada por todos. Com quanto mais pessoas se puder compartilhar, mais fácil será a melhora da educação deste país. A única preocupação deve ser com a educação, pois, esta é o que nos move a buscar o conhecimento e assim foi feito.

1º. Convidei as colegas a fazerem parte do grupo;
2º. Postei o resumo do filme neste Portfólio de aprendizagem - link:

http://peadportfolio164190.blogspot.com/2009/10/resumo-do-filme-meu-nome-e-jonas.html


3º. As colegas observaram o filme, ou o resumo postado no Portfólio;
4º. As colegas fizeram as suas observações por escrito, com respeito ao filme, enviando-me por e-mail, conforme segue:

Colega “A”:




RESUMO DO FILME

O QUE PUDE ENTENDER DO FILME, É QUE SE TRATA DE UM MENINO SURDO, QUE POR SER SUPERPROTEGIDO PELA MÃE E NÃO TER COMPREENSÃO E NEM ACEITAÇÃO DO PAI É ROTULADO COMO DEFICIENTE MENTAL E SOFRE INUMERAS INJUSTIÇAS E TRAUMAS.
Acredito que Jonas foi vítima da discriminação da própria família, que por não aceitar o problema, levou o menino a ater inúmeras dificuldades, tendo que ser internado. Nota-se que até a avó teve preconceito quanto ao programa de ajuda.
Vejo isto como algo atual, pois em sala de aula enfrentamos muitos problemas semelhantes, onde a família não aceita procurar ajuda ao filho com dificuldades deixando que se agrave, tornando o problema algo bem maior do que realmente é, pois tentam mascarar o fato.
A

Colega “L”:



Análise do filme: Meu nome é Jonas

Na minha opinião Jonas passou por muitas dificuldades e desafios na sua própria família, primeiro não conseguia se comunicar com seus pais, não conseguia expressar seus sentimentos e não conseguia se fazer entender, isso trouxe para ele muitas angústias e tristezas fazendo com que ele tivesse um comportamento inesperado com a família e chegando a ser agressivo com todos.
Eu acho que o grande desafio que Jonas teve que passar foi quando ele entrou na escola pela primeira vez, para uma pessoa surda, que mesmo com o uso de aparelho não conseguia ouvir os sons, como é que ele iria aprender a se comunicar com os outros e poder dizer o que estava acontecendo com ele e o que ele estava sentindo, e fazer parte da sociedade sem conseguir se comunicar é quase impossível, por sorte ele e sua mãe encontraram um local adequado para pessoas surdas, onde ele consegui fazer amizades, se adaptar e então aprender a se comunicar e se fazer entender.
Eu acho que esta história seria sim um pouco diferente nos dias de hoje, pois hoje em dia as pessoas são mais esclarecidas e tem mais conhecimentos, como por exemplo, de escolas especiais para pessoas com deficiência auditiva, é claro que ainda existe o preconceito como o que Jonas sofreu com seu próprio pai, mas as informações hoje em dia são bem mais divulgadas e a inclusão está ai para que todos tenham as mesmas oportunidades.



Colega “E”:

O filme nos mostra que a ignorância sobre as reais capacidades e habilidades, do indivíduo surdo, reforça mais o preconceito que o ser humano já apresenta, naturalmente, em relação àqueles que são diferentes.
A angústia de Jonas em não poder se manifestar e entender a liguagem dos ouvintes leva-nos a perceber a necessidade de propagação da lingua de sinais, principalmente nas escolas especiais que trabalham com e para os surdos e junto aos pais ouvintes com filhos surdos.
Com o passar do tempo muitas dificuldades e barreiras foram sendo ultrapassadas e os surdos foram conquistando seu lugar dentro da sociedade e também na educação. Atualmente os sistemas educacionais procuram um novo caminho no trabalho com o surdo dentro das escolas. Porém sabemos que apesar da melhora dos métodos para o ensino dos surdos, o preconceito e a manipulação por parte de alguns ouvintes ainda prevalecem. Deste modo, a presença do professor surdo dentro das escolas especiais torna-se primordial, pois ele será um modelo de linguagem.


5º. A partir deste material somado ao resumo do filme postado anteriormente, cheguei a um esboço do texto analítico:

ANÁLISE DO FILME "SEU NOME é JONAS":

Analisando o filme “Seu Nome è Jonas”, podemos entender que Jonas sofreu muito por várias questões, na época, diagnosticar a deficiência auditiva em crianças pequenas era muito mais difícil que nos dias atuais, apesar de que hoje, muitas comunidades não possuem hospitais, em outras, os hospitais não possuem material necessário para este tipo de exames, a distância é um transtorno a ser vencida nestes casos. A família buscou auxilio médico, terminou por internar o menino em um ambiente errado, pois, até sair o laudo correto (período de três anos), Jonas foi tratado como deficiente mental, sofrendo todos os tipos de privações que estes sofriam na época.
A família não entendia Jonas, que por sua vez não entendia a família, esta falta de comunicação angustiava ambos os lados, mas prejudicava muito mais ao Jonas, que não conseguia compartilhar seus sentimentos, o que poderia evoluir o quadro para uma piora significativa, incluindo quem sabe uma depressão profunda. A tentativa na escola, em fazer com que Jonas lesse os lábios, frustrava ainda mais o menino, pois, para que isso acontecesse, ele precisaria ouvir os sons, para tentar pronunciar as palavras às quais os sons produzidos pelos lábios formavam. Jonas não escutava, nem com o auxilio de aparelho auditivo. A escola também não permitia a utilização da língua dos sinais, o que dificultava muito a aprendizagem por parte de Jonas, irritando-o a ponto de negar-se a ir para a escola. A convivência em sociedade era difícil, a companhia do avô foi muito importante, pois, mesmo sem entender o Jonas, com respeito a tudo o que ele queria, o avô, lhe supria de carinho, este afeto ajudou muito em seu desenvolvimento. Com a morte do avô, Jonas demonstrou, ao pegar o ônibus sozinho, que era capaz, que queria saber o porque das coisas, afinal o seu cognitivo estava desenvolvido, a sua comunicação é que não estava ocorrendo por motivos óbvios.
Jonas foi apresentado à língua dos sinais pelos surdos, através desta convivência e aprendizagem, conseguiu ser incluído na sociedade, a vontade em comunicar-se era tão grande, que Jonas logo conseguiu demonstrar o quanto era capaz, pois, possuía uma inteligência significativa, a qual havia sido sufocada de certa forma, até aquele momento. Dificilmente uma história como esta poderia ocorrer nos dias de hoje, ao menos em paises tecnologicamente evoluídos, mas, o fato é, que não podemos dizer que não seja possível, pois, aqui mesmo em nosso país, quantas cidades ainda não possuem os métodos de diagnosticar a deficiência auditiva, algumas nem se quer possuem hospital ou posto de saúde, outras estão localizadas em locais tão distantes das grandes metrópoles, com meios de transportes precários, que tornam difícil o acompanhamento médico por exemplo. Assim sendo, não podemos descartar que uma história parecida esteja acontecendo nos dias atuais, em algum lugar, desejando que seja desvendada e tenha um final mais feliz que a do Jonas, o qual sofreu muito.
A inclusão esta sendo tratada de forma responsável, mas ainda existem barreiras que precisam ser vencidas, o preconceito, o desrespeito, a falta de amor ao próximo, ainda estão presentes de maneira significativa em nossa sociedade, mas, através da união, de pessoas voltadas principalmente para a área da educação, isto tende a diminuir consideravelmente. Precisamos dividir nossos conhecimentos com a comunidade escolar como um todo, afinal somente o professor em sala de aula, não conseguira mudar o pensamento de alguém, é de suma importância à participação dos pais ou responsáveis pelos alunos, bem como, outros profissionais relacionadas a outras instituições, como por exemplo da área da saúde para ajudar com palestras, na divulgação e busca de solução para problemas como o que ocorreu com este menino. Também a qualificação de professores com curso de língua de sinais, ajuda com que estas crianças consigam se fazer presentes nas salas escolares de inclusão, já que muitas vezes à distância de uma escola especial para crianças auditivas, lhes tira a chance de exercer o que lhes é oferecido em Lei, o direito a estudar e conquistar a dignidade de exercer uma profissão, vivendo com a liberdade de quem vive em um país democrático de fato e de direito.


6°. Como podemos observar, num primeiro momento, o texto relacionado à análise ficou um tanto longo, não podíamos deixar de tentar seguir as orientações da professora responsável pela solicitação da atividade, desta forma, o texto foi resumido para atingir o tamanho de uma página, desconsiderando o cabeçalho. Neste instante, o texto é novamente enviado para as colegas do grupo, que opinam sobre a melhor forma de postagem. O texto final é redigido e postado, respeitando a vontade da maioria dos participantes do grupo.


7º. O texto concluído, foi postado desta forma:


Análise do Filme “Seu Nome É Jonas”.
Analisando o filme “Seu Nome è Jonas”, podemos entender que Jonas sofreu muito por várias questões. Na época, diagnosticar a deficiência auditiva em crianças pequenas era muito mais difícil que nos dias atuais. A família buscou auxilio médico, terminou por internar o menino em um ambiente errado, pois, até sair o laudo correto (período de três anos), Jonas foi tratado como deficiente mental, sofrendo todos os tipos de privações, que estes sofriam na época.
A falta de comunicação angustiava ambos os lados, mas prejudicava muito mais ao Jonas, que não conseguia compartilhar seus sentimentos, o que poderia evoluir até quem sabe para uma depressão profunda. A tentativa na escola, em fazer com que Jonas lesse os lábios, frustrava ainda mais o menino, pois, para que isso acontecesse, ele precisaria ouvir os sons, para tentar pronunciar as palavras que os lábios formavam. Jonas não escutava, nem com o auxilio de aparelho auditivo.
A escola também não permitia a utilização da língua dos sinais, o que dificultava muito a aprendizagem por parte de Jonas, irritando-o a ponto de negar-se a ir para a escola. A convivência em sociedade era difícil, a companhia do avô foi muito importante, pois, mesmo sem entender o Jonas, com respeito a tudo o que ele queria, o avô, lhe supria de carinho, este afeto ajudou muito em seu desenvolvimento. Jonas foi apresentado à língua dos sinais pelos surdos, através desta convivência e aprendizagem, conseguiu ser incluído na sociedade, a vontade em comunicar-se era tão grande, que Jonas logo conseguiu demonstrar o quanto era capaz.
É possível ocorrer problemas como o do Jonas nos dias atuais, pois, aqui mesmo em nosso país, quantas cidades ainda não possuem os métodos de diagnosticar a deficiência auditiva, algumas nem se quer possuem hospital ou posto de saúde e estão localizadas em locais tão distantes das grandes metrópoles, com meios de transportes precários, que tornam difícil o acompanhamento médico por exemplo.
A qualificação de professores com curso de língua de sinais, ajuda com que estas crianças consigam se fazer presentes nas escolas normais, através da inclusão, já que muitas vezes à distância de uma escola especial para crianças auditivas, lhes tira a chance de exercer o que lhes é oferecido em Lei, o direito a estudar e conquistar a dignidade de exercer uma profissão, vivendo com a liberdade de quem vive em um país democrático de fato e de direito.

8º. Acredito que devemos utilizar cada vez mais os mecanismos relacionados com a tecnologia na educação, com o intuito de realizar nossas atividades de maneira mais harmoniosa, pois, o blog, o pbwik, o e-mail, dentre outras ferramentas estão ai, para serem utilizados gratuitamente, facilitando o acesso de membros do grupo dentre outros que tenham interesse em colaborar.

Aproveito para agradecer as colegas participantes, duas das quais, eu ainda não havia tido a honra de compartilhar momentos de aprendizagem. Foi muito bom realizar esta atividade com vocês.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

RESUMO DO FILME: VAMOS PASSEAR NA VASSOURA DA BRUXA ONILDA?

1. A professora Fabiana, que ministra aulas na Escola Infantil Bebê Conforto em Porto Alegre realizou este projeto. Se utilizando de uma boneca chamada Bruxa Onilda e do livro de história sobre a mesma reuniu suas crianças para uma hora do conto. A história escolhida para este dia foi A Bruxa Onilda e seu Turismo pela Itália. Nesta história a Bruxa Onilda vai a uma agência de viagens, compra passagens e embarca para a cidade de Veneza na Itália.
2. Enquanto a professora Fabiana, contava a história, mostrava aos alunos fotos, gravuras, com imagens de Veneza, o que despertava curiosidade nas crianças, as quais faziam perguntas comopr exemplo: Por que existe tanta água naquela cidade? Todas as pessoas possuem barcos naquele local? Dentre outras, a professora por sua vez, parava de contar a história e satisfazia a curiosidade dos alunos (as). Desta forma ela estaria trabalhando literatura infantil, língua portuguesa, geografia e artes visuais ao mesmo tempo, o que tornava aquele momento muito instigante e prazeroso.
3. No dia seguinte a professora convidou os alunos a confeccionarem uma pizza em homenagem a Bruxa, já que a Itália é famosa por suas pizzas suculentas. A professora trouxe a massa previamente preparada, e cada aluno trouxe um ingrediente diferente, enquanto preparava as pizzas, a professora explicava sobre a importância de inserir na alimentação derivados do leite, como o queijo e o requeijão, bem como, a importância das verduras como a couve, e dos legumes como o tomate, numa refeição rica em proteínas, cálcio, vitaminas etc..., neste momento além da língua portuguesa, os alunos (as), estavam aprendendo, artes visuais e ciências, o que é muito importante para os alunos, ainda mais se tratando de alimentação, pois, muitas crianças não gostam de comer verduras e legumes nesta idade.
4. Após terminarem com as pizzas, a professora perguntou aos alunos se gostariam de fazer um passeio pela cidade de Porto Alegre. Antes porém ela avisou que todos deveriam confeccionar documentos, pois, sem identificação poderiam se perder na metrópole, e isto seria um desastre. De posse de algumas cartolinas e folhas de papel oficio, bem como cola, tesoura, lápis de cor, régua, caneta, e uma foto de cada aluno, a turma se reuniu e juntos fizeram passaportes para cada aluno (a), eles ficaram ótimos, muito bonitos e coloridos.
5. Todos foram até uma agência de turismo, as crianças compararam a agência com a que a Bruxa Onilda havia ido. Enquanto visitavam prédios históricos e parques, fizeram uma pausa para um piquenique, a aula foi uma festa, novamente a professora estava desenvolvendo atividades ligadas à história, geografia, língua portuguesa e ciências.
6. Por último, tiveram a idéia de criar histórias sobre a Bruxa Onilda, para isto cada um levou a boneca da Bruxa Onilda para casa, a qual ficou com a mesma por um dia inteiro. Após este espaço de tempo, a criança tinha que relatar tudo o que foi frealizado com a participação da Bruxa Onilda. Depois que as histórias foram escritas em folhas de caderno pelas crianças, a professora juntou todas as histórias e montau um lindo livro infantil, junto com os (as) alunos (as). A culminância deste projeto, foi justamente um mini coquitel de lançamento do livro, onde compareceram os pais dos alunos, bem como, colegas de outras séries e demais profissionais da escola, para apreciar a obra realizada por estes pequeninos. Foi uma festa maravilhosa. Novamente a professora estava utilizando atividades interligadas, como língua portuguesa, educação artística, geografia, ciências, etc,. As aulas causavam uma aprendizagem significativa, sem cansar os alunos (as), pelo contrário, eles querem é mais. Ma isto fica para o próximo projeto.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

RESUMO DO FILME - SEU NOME É JONAS.

Pelo que pude entender ao assistir a este filme, ao atingir idade onde deveria começar a buscar a comunicação com as pessoas que o rodeavam, Jonas foi classificado na época como retardado mentalmente, desta forma ele foi internado por três anos em um hospital psiquiátrico, o que lhe deixou com alguns traumas sérios, principalmente no referente ao relacionamento com adultos.

Após sair do hospital, através do diagnóstico sobre sua condição de surdo, Jonas foi obrigado a utilizar aparelho auditivo, o que não auxiliava em sua aprendizagem, pois, por algum motivo não conseguia ouvir, mesmo utilizando o tal aparelho.
A família de Jonas é composta por seu pai (Danny), sua mãe ( Jeny Coreli( e seu irmão mais velho (Antonio).

1.Em uma escola convencional onde Jonas estuda, a professora quer ensiná-lo a ler os lábios, mas ele se irrita, já que não consegue ouvir os sons, como imitá-los. A professora tenta ajudá-lo oferecendo objetos, mas ele não consegue identificar seus nomes, pois, não sabe ler e não ouve os sons.

2.Jonas se torna agressivo às vezes, principalmente com a sua mãe, pois, quer se comunicar mas ela não o entende.
O inconsciente da mãe em um sonho, mostra que ela estava colocando o menino em uma redoma de vidro, no sonho descrito como uma bola, e isto a estava angustiando, pois, seu filho ficava cada vez mais preso, sem possibilidade de encarar a vida como deveria.

3.O pai de Jonas, o considera um menino retardado, é preconceituoso para com o filho. Quando o menino fez 7 anos de idade, fizeram uma festa de aniversário para o mesmo. Jonas ganhou uma bicicleta de seu pai. Apesar de conseguir equilibrar-se bem, não conseguiu ouvir o som de um automóvel que se aproximava e acabou caindo. Na mesma hora, seu pai, apesar de gritar com o motorista do veículo dentre outros que transitavam pelo local, defendendo o seu filho, quanto ao seu jeito de ser, o pai solicita a mãe, que interne o filho em um hospital para doentes mentais novamente, pois, está convencido de que ele não conseguirá incluir-se normalmente na sociedade por agir como um retardado.
Depois disso, o pai resolve abandonar a mãe de Jonas (Srª Jeny Coreli),


4.A avó de Jonas é consultada sobre a possibilidade de Jonas adentrar em um programa assistencial do governo, e diz ter vergonha por ter de ver seu neto utilizando um programa gratuito, segundo ela, até então nunca teve de utilizar tais programas para ajudar a sua família.

5.Uma amiga da mãe do garoto, aconselha a mesma, a não fazer com que o menino tente apenas ler os lábios, mas procure também fazê-lo utilizar a língua dos sinais, para facilitar a comunicação por parte deste. A mãe está cada dia mais desesperada com a situação, o pai do menino por sua vez, começa a enviar cartas com dinheiro para ajudar nas despesas da casa.

6.O melhor amigo de Jonas, seu avo, o qual era feirante morre de infarto fulminante na frente do menino, que não consegue entender o que está se passando, e fica cada vez mais angustiado.
A avó, explica o quanto deve ser difícil para o Jonas, não conseguir se comunicar, dividir seus sentimentos, isto está tornando-o um menino muito angustiado.

7.Jonas sai de casa, sozinho, de madrugada, entra em um ônibus, vai até o local onde funciona a feira na qual seu avô trabalhava, neste instante ele começa a entender o que ocorreu com o seu avô. A avó, vê o menino perambulando próximo ao local e comunica a mãe por telefone.
Enquanto a mãe se desloca para o local, Jonas é levado por um policial que o recolhe na rua, e o leva para um hospital psiquiátrico pois, o policial acredita tratar-se de um retardado, devido ao comportamento do menino, tentando fugir do mesmo.

8.Ao chegar no hospital, a mãe do menino o encontra amarrado, o que a deixa profundamente irritada com a situação.
A mãe de Jonas encontra um casal de surdos, enquanto transitava com ele na rua, por uma casualidade, e consegue finalmente comunicar-se com eles, através de escrita e também devido ao fato da mulher conseguir se comunicar através da voz, pela leitura labial. A mãe é convidada a conhecer um clube freqüentado por pessoas surdas, ela aceita o convite.

9.A mãe, leva uma amiga ao local onde funciona o referido clube, neste instante ela está conseguindo incluir-se neste universo tão diferente em termos de comunicação, com a ajuda de alguns surdos que ali freqüentam ela resolve incluir seu filho também neste mundo, até então desconhecido para o mesmo.
Jonas se adapta rapidamente a nova realidade, os amigos surdos começam por ajudá-lo a se comunicar, ensinando-o a língua dos sinais, primeiramente com o auxilio de todo o tipo de materiais encontrados no meio ambiente onde vivem, para isto, visitam parques, ruas e avenidas da cidade, enquanto passeiam, ensinam Jonas a como se comunicar.

10.O menino começa a descrever emoções através dos gestos, agora ele não é mais alguém que não é entendido, pois, consegue dizer frases através da língua dos sinais.
Jonas encontra uma tartaruga morta e mostra para os amigos surdos, que explicam como dizer morto na língua dos sinais. Ao encontrar com a avó, Jonas resolve presenteá-la com a tartaruga morta, fazendo-se entender quando se refere por sinais à lembrança do avô já falecido há pouco tempo.

11.Jonas consegue explicar seu sentimento de amor pela sua avó, que também exprime na língua dos sinais o quanto este sentimento é recíproco.

12.O filme termina quando Jonas demonstra estar totalmente incluído, ao entrar na escola ele consegue dizer seu nome utilizando a língua dos sinais: Meu nome é Jonas. É um momento muito bonito, pois, aquilo que para muitos parece tão simples, demorou muito para alguém que apesar de todas as dificuldades não desistiu de buscar a felicidade, através da inclusão.



Acredito que a mãe de Jonas, foi a maior responsável pelas conquistas deste menino, mas creio, que por obra do destino, quando ela resolveu visitar o clube dos surdos, onde teve a chance de sentir-se como eles, em um mundo diferente, onde os sinais são utilizados para a comunicação, sinais estes que ela até então não conhecia, neste instante ela percebeu o que seu filho estava sentindo, a angustia, à vontade de demonstrar seus sentimentos, mas não ter como, pra quem, já que ninguém o entendia. Quando ela apresenta o menino ao seu mundo, com pessoas que possuem as mesmas necessidades, em pouco tempo ele já começa a expor suas emoções, através da rápida aprendizagem da língua dos sinais. Neste momento o sofrimento dá lugar aos sorrisos, a alegria, tudo muda.
Fico me perguntando, quantos Jonas ainda estão por ai?

domingo, 4 de outubro de 2009

MUNDO DOS SERÁS.


Através deste curso realizado a distância reparei que a pesar de estar buscando um parâmetro ainda mais seguro para continuar neste rumo, relacionado à área da educação, a qual é muito abrangente e enigmática, à medida que todos os participantes do curso estão também envolvidos na busca por metodologias mais eficazes, onde consigam fazer valer a moral, a ética, fazendo-nos portadores de um novo tempo, onde a novidade não seja apenas a utilização de uma nova ferramenta (o computador), em sala de aula, mas também uma mudança comportamental, que resgate a aprendizagem nas escolas. Neste contexto, declaro que não estou convencido de que trabalhos em grupo, em um curso a distância, façam com que o aluno consiga demonstrar sua aprendizagem, mas sim, uma maneira encontrada para o despejo de informação dentro do sistema, baseado na divisão de tarefas, o que causa sobrecarga de alguns a favor de outros, não deixando nem o professor, nem os alunos demonstrarem verdadeiramente o que aprenderam. Os softwares utilizados podem levar a enganos, pois, quando o aluno posta sua atividade, a pasta criada, bem como, o texto por eles digitados, nem sempre ficam do modo que foram feitos originalmente, isto pode ocorrer por inúmeros fatores, por exemplo: o autor do texto por se tratar de atividade em grupo, pode há seu tempo enviar por e-mail, ou por outra forma o texto a algum componente, para que o mesmo faça algumas observações, mas, o texto é postado no programa por este que esta fazendo a observação, desta forma o programa passa a entender que quem criou a página, e foi autor do texto, foi quem postou a atividade e esta pessoa por sua vez, irá levar todos os elogios, bem como todas as criticas, caso o texto não fique a contento, de qualquer forma a pessoa que fez o texto será desconsiderada pelo tutor, bem como pelo professor, o que pode causar danos enormes principalmente quando da formulação dos conceitos ou médias, bem como, quanto à motivação na elaboração de uma atividade desta natureza.

Em se tratando de curso a distância o que fica mais comprovado em um trabalho em grupo é o mundo dos serás, o qual se resume em dúvidas e mais dúvidas que causam uma grande ansiedade por parte daquele que espera uma participação coletiva mais significante. Assim sendo, o aluno elabora a sua parte na atividade, mas não sabe se os outros componentes irão realizar as suas, vem à pergunta: Será que o fulano (a), irá realizar a parte tal, como foi solicitado? Será que conseguimos nos encontrar para realizarmos uma atividade relacionada aquela parte do trabalho? Será que o texto que estou enviando para consulta será devolvido para ser postado por mim, já que eu o desenvolvi? Será que o grupo participará de maneira consistente de todo o processo de realização desta atividade?

No final observando na pratica as atividades desenvolvidas, senti que não há participação coletiva nas atividades em grupo, ao menos não em todos os grupos, o que causa danos a quem participou e não foi levado em consideração, ou aquele que não participou e foi levado em consideração, pois este está sendo enganado, por achar que os elogios dados para si, refletem em seu desempenho no grupo, o que não é verdade, visto que postar texto de outra pessoa, pode quando muito lhe causar facilidade momentânea, a qual será desmascarada em uma avaliação presencial, que custará caro em seu currículo.

Acredito que as atividades em grupo facilitam apenas aos tutores e professores, na hora de realizarem suas avaliações, pois, estes têm menor número de atividades para avaliar, bem como, menos endereços eletrônicos para observar, já que os trabalhos quando realizados em grupo ficam substancialmente divididos, nem sempre em partes iguais, pois, que muitos grupos possuem número desigual de participantes, para mais ou para menos, dependendo da situação.

O trabalho em grupo facilita o despejo de informações por parte dos professores, que por acharem que os grupos são compostos de tal número de participantes, os mesmos podem ler, debater e entender todas estas informações entregues aos mesmos em tempo muito curto, o que não acontece, ao menos pelo que pude vivenciar. No período de pouco mais de um mês, recebi aproximadamente 200 páginas de textos, o que considero muito para um espaço tão pequeno de tempo, destas, imprimi todas, para ler nos locais por onde passo, já que me desloco muito em meu trabalho. Quando necessitei de auxilio on line no curso, não obtive êxito e tive de recorrer a outras pessoas para tentar sanar um problema ocorrido em uma das atividades em grupo, mas não adiantou, voltei ao mundo dos serás o que me causa certa inquietação, já que estou buscando um curso que me qualifique, me coloque em um nível mais alto dentro da área escolhida por mim, para com a qual tenho profundo respeito. O despejo de informações é algo que não deve ocorrer, pois, está comprovado que o aluno apesar de ler, ou decorar algumas informações, poderá com o passar do tempo demonstrar que não aprendeu com as mesmas, visto que não houve interação por parte do professor sobre uma orientação mais abrangente relacionada ao texto ou informação repassada ao aluno. Em se tratando de alunos adultos, os quais muitos estão em sala de aula, ministrando aulas, estes dificilmente conseguem ler tomar conta das informações despejadas, e realizar suas atividades direcionadas à turma na escola onde ministram suas aulas, com qualidade, pois, precisam elaborar seus planos diários de aula com o propósito de manter a aprendizagem de seus alunos o mais qualitativa possível, por se preocuparem com estes, afinal estar em sala de aula é uma responsabilidade muito grande, daí a busca destas pessoas por aprimoramento em curso superior. Conceitualizar um texto deve ser tarefa fácil para alguns, mas aqui estamos pensando no todo, e por mais que conceitualizemos o texto, nem sempre o faremos de maneira correta, o que pode causar danos na aprendizagem posteriormente.

Assim sendo proponho que os mecanismos existentes nos cursos à distância, sejam melhor utilizados, ou seja, podemos ter aulas diariamente através de videoconferências, ou outros, em horários pré-determinados, como ocorre nas aulas presenciais, com uma atenuante a nosso favor, não precisaremos nos deslocar até o local de ensino, mas sim estaremos ligados aos tutores, professores e até colegas de curso em tempo real, virtualmente, o que causaria maior interação nas atividades propostas, bem como, elevaria a qualidade do curso. Para tanto, poderemos receber os textos, e discuti-los em tempo real com os docentes envolvidos, para aqueles que possuem ( Web Can ), e sistema de áudio, poderemos ver as imagens em tempo real, bem como, ouvir suas explicações sobre os textos sugeridos. O aluno por sua vez pode dissertar sobre as suas argumentações e conclusões, não restando dúvida sobre o entendimento do mesmo sobre o texto ofertado. O curso não deixa de ser à distância apenas por que temos um horário para adentrar a um sistema, muito pelo contrário, ele passa a ser um curso com muito mais qualidade e interação fatores que causam um aumento significativo na qualidade do mesmo. Aqueles alunos que por algum motivo não conseguirem adentrar no sistema naqueles horários, podem fazê-lo em outros, bastando contatar a coordenação para que a solução seja encontrada para ambos os lados.

Neste sentido até as atividades em grupo poderão ser realizadas de maneira mais interativa, onde todos terão a sua postagem considerada de maneira mais justa, retirando os alunos do mundo das dúvidas e incertezas, que levam a falta de motivação e a desistência em alguns casos.

Não estou aqui, acusando esta ou aquela pessoa, estou apenas demonstrando o que tenho observado, bem como, procurando contribuir de alguma forma para a melhora do ensino a distância, desta forma, acredito que esteja agindo com a responsabilidade que me é peculiar neste caso.

Escrito por: Marcos Schilling Martins.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

PROFESSOR GAÚCHO PROPÕE NOVO MÉTODO DE ENSINO AO MEC.

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Escrito por Assessoria de Imprensa
[30/09/2009]

Natural de Arvorezinha (RS) e dono de uma história de 36 anos de dedicação ao magistério, o professor Ironi Andrade teve esta semana uma produtiva e promissora reunião com o secretário executivo do Ministério da Educação, José Henrique Paim Fernandes. Intermediada pelo vice-líder do governo na Câmara, deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS), a audiência poderá resultar no exame de uma nova metodologia de ensino da Língua Portuguesa nas escolas do País.

Considerado pelo parlamentar como um homem inquieto e apaixonado pela Língua Portuguesa, Andrade expôs ao secretário e assessores técnicos do Ministério sua insatisfação com o que considera deficiências graves dos alunos que saem das escolas com sérios problemas de ortografia e interpretação de texto. Para o educador, são problemas decorrentes da metodologia e do material didático empregado, entraves que poderiam ser facilmente solucionados a partir de uma mudança de técnica.

Ironi Andrade se colocou a disposição do Ministério da Educação para, a partir da própria metodologia por ele adotada no interior do Rio Grande do Sul, testar o novo método em escolas brasileiras. “No ensino de Língua Portuguesa é preciso vencer degrau por degrau, seguindo uma reforma didática e pedagógica seguida de uma profunda revisão de conteúdos”, sugeriu.

O testemunho do professor, que se diz um homem preocupado com as futuras gerações do Brasil, atraiu a atenção do secretário executivo do Ministério. Paim encaminhou Andrade para promover discussões com grupos técnicos do MEC. “Hoje, o ambiente no Ministério é propício para esta discussão”, afirmou Paim. O secretário destacou que o Ministério tem uma grande preocupação com o preparo daqueles que ensinam, ou seja, os professores brasileiros, e foi pensando nisso que se criou o Guia de Tecnologias para o Aprendizado, pelo qual é possível receber sugestões de novos métodos de ensino.

O deputado Beto Albuquerque, que foi aluno do professor Andrade, disse que o educador criou um bom problema para ele próprio e para o Ministério, pelo qual quem sairá ganhando são os alunos do país.

É bom saber, que um professor gaúcho está preocupado com a metodologia aplicada nas escolas, principalmente ligada à disciplina de "Língua Portuguesa". Muitos alunos estão deixando as escolas, sem saber formar frases corretamente, bem como, cometendo erros de ortografia muito graves, em se tratando inclusive de alunos do ensino médio. Portanto é oportuna a atitude deste educador, de demonstrar sua metodologia em Brasília (DF), com o propósito de mudar esta metodologia utilizada hoje em dia.
Fico no aguardo para saber qual a real mudança proposta, já que o professor não há publicou em nenhum local para que fosse divulgada.
Recebi este comunicado através de e-mail, da assessoria de imprensa do Dep. Beto Albuquerque.

Não sou partidário de nenhum partido político, apenas aceito que pessoas independente de suas profissões, me enviem notícias que envolvam a área da educação, prioridade número um em meu blog.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO



Este grande educador, demonstra a preocupação com o presente, pressupondo o futuro das pessoas que hoje estão estudando, nas mais variadas áreas, em que possuem a mesma metodologia de ensino, o que nos causa preocupação, visto que outras pessoas dependerão destes profissionais em curto prazo.







Conferencista: Prof. José Carlos Libâneo

Tema: Desafios da escola de hoje: educar para o pensar, o agir e o compartilhar.
Sinopse: O conferencista aborda com esse tema os seguintes assuntos: traços de um mundo em mudanças e como afetam a educação e o ensino. Propostas de um programa de atuação na escola. Mudanças necessárias na prática profissional dos professores.
Mini-curriculum: Doutor em Filosofia e História da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pós-doutorado pela Universidade de Valladolid, Espanha. Atualmente é professor da Universidade Católica de Goiás, no Programa de Pós-Graduação em Educação. É autor de vários livros, entre eles: Didática e Pedagogia e Pedagogos para quê, ambos pela Editora Cortez, Organização e Gestão da Escola, pela Editora Alternativa de Goiânia. Escreveu 18 capítulos de livros e diversos artigos em revistas especializadas. Realiza pesquisas sobre temas de Teoria da Educação, Didática e Organização Escolar. Também ministra conferências em congressos e encontros de diversas instituições universitárias e secretarias de educação do país.
Fiz questão de citar a biografia deste grande professor, pois, é uma forma de demonstrar que hoje temos muitos filósofos, preocupados com este tema “Educação”, o qual vem sendo motivo de grandes palestrantes, mas poucos com o gabarito que este mestre possui, para desenvolver sua atividade de maneira simples, sem perder a eficiência ou o horizonte a que se destina.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

MATEMÁTICA: ERA UMA VEZ

Retirado do Manual Pedagógico do Professor

1º e 2º Ciclos - autoras:

Fernanda Tirari
Izabel Cristina de A. G. Rodrigues
Neusa Maria M. Soares
Tânia Dias Queiroz

Editora: Didática Paulista.

PEQUENOS GESTOS

É curioso observar como a vida nos oferece resposta aos mais variados questionamentos do cotidiano...Vejamos:
“A mais longa caminhada só é possível passo a passo...”
“O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra...”
“Os milênios se sucedem, segundo a segundo...”
“As mais violentas cachoeiras se formam de pequenas fontes...”
“A imponência do pinheiro e a beleza do Ipê começaram ambas na simplicidade da semente...”
“Não fosse a gota não haveria as chuvas...”
“O mais singelo ninho se fez de pequenos gravetos...”
“A mais bela construção não se teria efetuado senão a partir do primeiro tijolo...”
“As imensas dunas se compõe de minúsculos grãos de areia...”

Como já se refere o adágio popular, nos menores frascos se guardam as melhores fragrâncias... É quase incrível imaginar que apenas sete notas musicais tenham dado vida à “Ave Maria”, de Bach, e à “Aleluia”, de Hendel...
O brilhantismo de Einstein e a ternura de Tereza de Calcutá tiveram que estagiar no período fetal e nem mesmo Jesus, expressão maior de Amor, dispensou a fragilidade do berço...
Assim também o mundo de paz, de harmonia e de amor, com que tanto sonhamos, só será construído a partir de pequenos gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia-a-dia...
Ninguém pode mudar o mundo, mas podemos mudar uma pequena parte dele: esta parcela que chamamos de “eu”.
Não é fácil nem rápido...
Mas vale a pena tentar!Sorria!!!

Autor: Fábio Azamor.


Ganhei este texto da Minha Professora de Didática Geral no I.E.E. Princesa Isabel (Professora: Márcia Lopes), uma professora de ótimas qualidades, que me causa saudade.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

DESENVOLVER É UMA FORMA DE INCLUSÃO.



Esta empresa existe há alguns anos, sempre prestando serviços aos que desejam ser incluidos no mercado de trabalho, por isso não custa entrar em contato, ou indicar para aquela pessoa que você conhece, que possui ou convive com alguém que possui necessidades educacionais especiais. A inclusão é dever de todos nós.

Contamos com vocês.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A Importância de Buscar a Aprendizagem.

Quando me deparo com um texto de magnitude, onde esta sendo debatido o Letramento a partir de seu significado, fico ainda mais convencido da importância da escola para a humanidade. Quantas pessoas diariamente enfrentam problemas simples como pegar um ônibus, de maneira muito mais complicada, por não saber ler. Muitas vezes pessoas analfabetas, prefere passar por míopes, para não dizerem o real problema na hora de ler uma placa, um cartaz, um endereço, tais pessoas agem como se estivessem na marginalidade, tentando esconder um problema que causa aflição, receio, rejeições dentre outros fatores, considerados desabonadores perante a realidade econômica do país. São pessoas que não conseguem um emprego digno, que dependem de outras para ler documentos, jurídicos, cartas, etc., que vivem com medo de serem enganadas, cada vez que surge um papel, o qual necessita sua assinatura, pode ser algo correto, mas também pode ser alguém lhes tirando o pouco que ainda lhes resta, neste mundo repleto de aproveitadores. Não adianta guiar-se por logotipos, por marcas, desenhos, números, etc., pois, em determinado momento estas pessoas têm de assinar algo e o desespero é percebido quase que automaticamente, a dor de não saber ler e nem escrever, apesar de falar e se fazer entender bem, quando deve passar para o papel, o mundo se torna pequeno.
Lembro de mim, parado defronte a um computador, apesar de saber ler e escrever, eu nunca havia digitado, tocado naquela máquina, fugia da mesma, de todas as formas, dizia pra todos que o computador era uma janela para o inferno, pois tudo que nele entrava, se tornava parte do mundo, não se podia guardar segredos dentro dele. Um dia a Receita Federal desenvolveu um programa para que as pessoas jurídicas utilizassem o computador para declararem seus rendimentos no imposto de renda, não tive escolha, ou eu encarava a fera, ou ficava fora do mercado, para minha sorte encontrei o curso certo e fiz 200 horas de informática, o que me tirou do analfabetismo digital. Vejam, que eu sabia ler e escrever, mas me senti analfabeto por não saber utilizar aquela máquina chamada computador, criando em meu subconsciente um monte de desculpas para não utilizar a tal máquina, bem como, também desculpas para que não notassem que eu não sabia como manuseá-la. Por várias vezes solicitei a pessoas, que digitassem por mim alguns documentos pois, não tinha tempo para digitá-los eu mesmo, eu tinha receio de cometer alguma gafe, como cometia quando sentava defronte a um computador e mexia no mouse sem saber onde estava clicando, tentando entender os símbolos que ali existiam, indo parar em páginas sem nenhuma utilidade, perdendo meu tempo, por não saber operar a tal máquina. Mas isto é passado, observe que como eu disse antes, eu era apenas analfabeto digital. Imagine agora os analfabetos da escrita e da leitura, quanta dificuldade para vencer seus desafios, e a vergonha que muitos sentem de não saber ler, nem escrever, vergonha que os leva a passar longe das escolas que ficam em seu caminho.
O governo federal vem criando mecanismos, formulas de atrair estas pessoas para dentro da sala de aula, o EJA, é uma dessas formula que está ai, mas infelizmente o índice de desistência é muito elevado, causando a impressão que as pessoas não estão tão interessadas em aprender, o que não é verdade, a falta de motivação começa, quando a pessoa observa que parte da escola fornece aulas para outra faixa etária, e que dentro destas, existem pessoas de seu convívio diário, novamente vem à vergonha de ser chamado de analfabeto e a coragem começa a dar margem para o medo, e olha que este é só um dos motivos.
Precisamos trazer estes homens e mulheres para dentro das salas de aula, de maneira mais discreta, oportunizando que a aprendizagem sem levá-los a nenhum tipo de constrangimento. Muitas vezes o fato de serem usados como forma de demonstrar um exemplo a ser seguido, os torna ainda mais desmotivado, pois, já estão traumatizados por uma sociedade cruel para com aqueles que atingiram uma certa idade sem antes conseguirem aprender a ler e a escrever uma frase se quer. Infelizmente nossos jovens não respeitam os mais velhos como deveriam, e quando tem chance os humilham implacavelmente, por mais que tentamos mudar isto em sala de aula. Isto é sentido todo o dia, quando um ônibus passa e não pára para o idoso prosseguir em sua viagem.
Sei que o texto a que me refiro, não tratou destes assuntos discriminatórios, mas fazer com que pessoas que não conseguem ler e escrever após uma certa idade voltar à escola, depende de atitudes mais drásticas com políticas de inclusão, bem mais inclusivas.
Sabemos que a escola é o berço do saber, os alunos que tem a oportunidade de aprender através de projetos pedagógicos, isto é, por meios didáticos apropriados, desenvolvem aprendizagem muito antes do que se espera, enquanto aqueles que não freqüentam a escola, possuem poderes limitados para o mercado de trabalho principalmente.
Tratar o próximo com respeito é dever de todos, respeitar o direito do próximo é obrigação.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ESCREVENDO SOBRE O EJA

Foi criado com o intuito de trazer para dentro da sala de aula as pessoas em idade avançada para o ensino fundamental e médio. Oportunizando desta forma, que mais pessoas tivessem a chance a aprendizagem, com qualidade, por cursos oferecidos gratuitamente na rede pública de ensino. Não podemos esquecer, que pessoas com necessidades educacionais de aprendizagem, também estão incluídas no EJA, o qual possui um programa de inclusão muito bem elaborado, que visa auxiliar na eliminação das discriminações e, nesta medida, abrir espaço para outras modalidades mais amplas de liberdade, já que o acesso aos conhecimentos científicos e virtualiza uma conquista da racionalidade sobre poderes assentados no medo e na ignorância possibilitando o exercício do pensamento sob o influxo de uma ação sistemática. O saber aumenta a alto estima, e esta motiva aquele que buscou a aprendizagem, bem como ao outro que espelhado neste procurará a sua forma de melhorar sua qualidade de vida.


Os exames do EJA, só podem ser oferecidos por instituições credenciadas, que foram avaliadas em sua qualidade pelo poder público, conforme artigos da LDB. No caso de educação à distância, de acordo com o decreto nº 2.494/98, ambas amparadas no artigo 37 da Constituição Federal, o qual diz o seguinte:

As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurando o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.


O credenciamento de instituições para ofertar EJA, presencial ou à distância, competência privada do poder público federal pode ser delegado aos outros poderes públicos, conforme artigo 12 do decreto nº 2.561/98. Pelas suas características, especialmente quanto à possibilidade de certificado formal de conclusão tanto do ensino fundamental como do ensino médio. Os cursos de EJA, na forma não presencial têm por obrigatoriedade, exames presenciais ao final do processo. As instituições onde serão realizados estes exames, devem ser credenciadas por meio do ato do poder público, o qual de acordo com o artigo 9 do decreto nº 2.494/98, divulgará, periodicamente, a relação das instituições credenciadas, recredenciadas e os cursos ou programas autorizados.

Já os certificados e diplomas de cursos à distância emitidos por instituições estrangeiras, mesmo quando realizados em cooperação com instituições sediadas no Brasil, deverão ser revalidados para gerarem efeitos legais, de acordo com as normas vigentes para o ensino presencial.

Baseado: No Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Básica
Assunto: Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos
Relator Conselheiro: Carlos Roberto Jamil Cury.

Observa-se claramente o interesse do órgão público federal responsável, em primar pela qualidade de ensino, ao mesmo tempo em que cuida dos interesses e dos direitos dos alunos que freqüentam os cursos do EJA, sejam estes presenciais ou à distância, verificando as reais condições com as quais os jovens e adultos estarão aptos a receber seus certificados.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

LIBRAS - EU PRESENCIAEI INCLUSÃO

Ontem, 08 de setembro de 2009, a partir das 18 horas e trinta minutos, dentro de uma sala de aulas da E.M.E.F. Nossa Senhora Aparecida – Pólo do Curso de Pedagogia à distância da UFRGS, eu presenciei inclusão. Havia na sala uma professora surda ( Carolina Hessel Silveira), junto há sua interprete (Maria Cristina Viana Laguna), a professora surda não exclamou nenhuma sílaba foneticamente, mas se fez entender de uma maneira simples, contando com a atenção e colaboração de toda a turma. A língua de sinais foi utilizada e ensinada de maneira muito satisfatória pelo pouco tempo que estivemos juntos naquele espaço, comprovando que se temos interesse, conseguimos superar qualquer expectativa, afinal somos seres humanos inteligentes, capazes de nos aceitar e aceitar o outro, de tal forma que muitos se perguntavam, se a professora era deficiente auditiva ou não, e ela explicava que possuía uma língua (libras), portanto conseguia se comunicar, desta forma perante a sociedade ela era surda, mas não deficiente. Deficiente é aquele que não se aceita como é, negando a aprender, a tentar superar a deficiência por meios próprios, procurando meios alternativos para esconder a deficiência.

Foram horas de prazer, de enxergar uma luz no final do túnel, a professora não se fez incluir, ela foi incluída pela turma, que teve uma grande surpresa ao deparar-se com a aula apresentada. A simpatia, a simplicidade, a generosidade, tanto da professora, tanto da interprete, contagiou a todos, foi com certeza um dos momentos mais felizes de toda a minha vida. Há muito tempo tenho buscado verificar algo puro nos seres humanos que me rodeiam, afinal é tudo tão superficial, feito e procurado por interesses de tantas coisas, às vezes tão mesquinhas, mas que vão minando as pessoas, as deixando indiferentes, afastando-as umas das outras, o coração ficando em segundo plano e a razão prevalecendo, e a desculpa de que o dinheiro é tudo, pois, paga isso, nos proporciona aquilo, vem sempre em primeiro plano. Ontem isto não ocorreu, se tivesse um eletrocardiograma colocado em cada colega, o resultado do exame seria unânime, estávamos todos aprendendo e felizes, por estarmos falando a mesma língua e ouvindo o coração.

Participei de muita coisa em minha vida apesar da pouca idade, me dei o direito a percorrer e estar com pessoas de diversos lugares, de diferentes profissões, níveis culturais, classes sociais, em alguns outros momentos, mas em poucos infelizmente, presenciei algo tão maravilhoso, o sorriso franco, a honestidade de sentimento. Hoje acordei renovado, respirei o ar do saber, do querer bem, espero que isto aconteça mais vezes, que as pessoas assim como eu, se deixe contagiar pelo lado humano, que contagiem também seus alunos e demais colegas de profissão levando cada vez mais longe a mensagem de que precisamos e somos seres humanos antes de qualquer coisa.

Na realidade, de fato, não havia uma surda junto a nós ontem, mas sim uma professora, muito humanamente determinada a nos transmitir um pouco do grande conhecimento que possui sobre determinado assunto, não precisei de máquina fotográfica para gravar a imagem e a atitude de todos perante aqueles lindos minutos, pois que estavam adentrando através de meus sentidos, rumo ao meu coração.

A noite ficou ainda mais memoriável com a presença do Professor Silvestre e da Tutora e Professora Geny, nos convidando para a inauguração do Pólo de Porto Alegre na UFRGS, o qual conta com aproximadamente 150 computadores de última geração, de repente me dei conta que poderia estar cursando matemática, já que prestei vestibular para este curso e fui aprovado, mas, também sei que gosto de fazer as coisas com qualidade e acredito que não poderia fazê-lo desta forma cursando dois cursos distintos. Fico feliz em saber que a minha esposa Solange Almeida Martins, está fazendo o curso de artes Visuais (3º semestre), através da REGESD, na UFRGS, em Porto Alegre, coordenado pela Professora Umberlina, minha esposa é uma excelente professora de séries iniciais, será ainda melhor em sua especialidade em artes visuais, já que desenvolve trabalhos magníficos relacionados à arte. Por fim, estou tendo vários momentos de muita felicidade e agradeço a Deus por tudo isso, por ter colocado pessoas tão boas a meu lado.

Idéia para um projeto:

Podemos convidar pessoas surdas, preferencialmente as que utilizam a língua de libras, para palestrarem em escolas, principalmente na rede pública, como forma de comprovar cada vez mais aquilo que ficou demonstrado para muitos na aula de ontem, é possível sim

uma inclusão, com respeito, com entendimento, com objetividade, quando o respeito ao outro, deixa a parte pedagógica entrar em ação e a didática se transforma em algo prazeroso e produz uma aprendizagem com consistência. Para muitos que estavam ali, utilizar a língua de libras, foi como utilizar algo lúdico, usando esta ferramenta, conseguimos chegar à união do lúdico com o cognitivo, que junto ao fator motivação, ajudou a todos na aprendizagem adquirida.

Também podemos convidar outras pessoas com outras deficiências para fazer o mesmo, afinal existem várias instituições onde podemos procurar pessoas preparadas, para nos orientar de maneira correta sobre como proceder para facilitar ainda mais, a inclusão em nossas escolas.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

DIFERENÇAS NA FORMA DE APRENDIZAGEM

A diferença na maneira do ser humano aprender a falar, ler e escrever, está comprovada através da nossa própria aprendizagem, a qual ocorreu sem o uso de tecnologia avançada, como é o caso do computador utilizado hoje nas escolas. Também não tínhamos o celular com o qual enviamos torpedos, dentre outros tipos de mensagens, além de digitarmos números telefônicos e endereços em nossas agendas, diretamente nos aparelhos.
Estamos utilizando menos papel, bem como caneta e lápis, estamos ganhando tempo, carregando menos peso, tendo materiais importantes ao nosso alcance sempre que necessário, utilizando menos espaço para isto. A informatização digital esta ai, de todas as formas se faz presente, nos auxiliando na aprendizagem de nossos alunos. Para isto precisamos nos aprimorar cada vez mais, buscando mecanismos dentro deste vasto mundo de softwares diversos, para presentearmos nossos alunos com uma aprendizagem muito mais duradoura e menos monótona, com material de pesquisa muito mais eficaz e em tempo muito curto, não nos esquecendo da importância do diálogo e da afetividade, fatores que tornam as aulas ainda mais empolgantes e motivadoras.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

POR UMA HUMANIDADE MAIS UNIDA

Na aula presencial do dia 01 de setembro, resolvi colocar algo que estava preso em minha garganta para fora. Tive oportunidade para tanto, na aula de Didática, na dinâmica em grupo, utilizando uma vela, onde cada membro do grupo relatava suas marcas, e fiz meu desabafo.

Tenho observado já há muitos anos, que a mania de rotular a quase tudo e a quase todos, está causando um grande mal a nossa sociedade. Há pouco tempo atrás, quando queríamos falar algo relacionado a alguma descoberta importante da humanidade, dizíamos que o homem conseguiu tal feito, fosse na área que fosse. Quando perguntávamos do porque de dizer que o homem e não o ser humano realizou a obra, nos era explicado, que era apenas uma maneira de expressão, uma forma de ressaltar o homem, mas que valia para todos incluindo as mulheres – confesso que sempre achei esta expressão meio machista e contrária aos princípios de crescimento intelectual de todos os seres humanos.

Os anos foram passando, hoje falam dos direitos dos idosos, amparados em estatuto, dos direitos das mulheres, amparados na Lei Maria da Penha, nos direitos das crianças, amparados em estatuto, dos direitos dos afros descendentes, amparados por legislação, etc. Uma de minhas buscas e angustias, é saber quando o Ser Humano voltará a ser uma unidade, tendo os seus direitos respeitados, indiferentes ao sexo, a raça, a idade, as necessidades educacionais especiais, etc. Fala-se tanto em inclusão, mas através da criação de meios de direitos separatistas de certa forma, estão nos separando uns dos outros cada vez mais. Afinal o direito de um, não deve ser, o mesmo direito do outro? As leis, não devem ser, iguais para todos? Todos não devemos, respeito uns aos outros? Por que de tanta separação, de tanta rotulação?

Quando o Ser Humano voltar a se respeitar, e se tratar, como Ser Humano, o mundo terá muito menos Violência e muito mais Humanidade em seus dias.

O Ser Humano deve se respeitar, desde o primeiro segundo de vida, ainda dentro do útero materno, até a idade que alcançar em vida, bem como, após sua morte, seja da raça que for, com necessidades educacionais especiais ou não, do sexo que for, da nacionalidade que for, etc. As Leis devem punir a qualquer tipo de desrespeito considerado crime, com o mesmo rigor para todos, com igualdade de direitos e deveres, sem nenhuma distinção.

Não é porque alguns políticos acreditam que separando o povo, poderão com isso, garantir maior número de votos em suas urnas, que nós enquanto cidadãos temos de acatar e aceitar tudo que nos é oferecido, sem ao menos refletirmos sobre o que há por de trás de todos estes projetos. Caso não nos alertemos sobre o que está ocorrendo, corremos o risco de sofrer com catástrofes cada vez maiores, causadas por nossa ignorância dos fatos.

Quando elaborarmos nossos projetos junto a nossa comunidade escolar, devemos dizer que o mesmo deve abranger aos seres humanos portadores de necessidades especiais, ou não, aos seres humanos de tais faixas etárias, aos seres humanos pertencentes às séries tais, etc...

Acredito que a Unidade ajuda a Humanidade a demonstrar de maneira mais coesa o que realmente pretende alcançar através das ações a serem desenvolvidas em conjunto, causando um crescimento muito mais significativo em todos os aspectos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

RETORNO DE ALUNOS (AS), PROFESSORES (AS) E TUTORES (AS)

Fiquei muito feliz com a aula presencial do dia 25 de agosto, afinal estavam de volta o Professor Silvestre e a Tutora Geny. Senti por parte das colegas e do colega, a mesma alegria que trago comigo, acredito que poder contar novamente com a colaboração destes dois profissionais da educação, bem como, pessoas cativantes por sua maneira de ser, nos fará chegar ao nosso destino de maneira muito mais prazerosa e harmoniosa. Poder receber também a nova professora e tutoras auxiliares, foi muito bom, afinal precisamos de pessoas com vontade de ensinar e desprendimento para nos auxiliar quando necessário. De minha parte eu só tenho a agradecer.

Na primeira atividade da Disciplina relacionada à Didática, quando da leitura do texto, lembrei-me que infelizmente o que ocorreu com o aluno ali citado, é fato muito comum de acontecer em nossas escolas. Depende do professor deixar o aluno demonstrar suas vontades, sua forma de ver o mundo, seu jeito de ser, mesmo que pareça estranho às vezes, mas, se não agimos desta forma, como iremos conhecer os nossos alunos, suas dificuldades, seus anseios. É como se a cada vez que o jogador tocasse na bola, o técnico o parece para dizer: como gostaria que a jogada saísse, o jogo não aconteceria a contento, o jogador, não conseguiria demonstrar há que veio para o time, a torcida ficaria desapontada e ambos, técnico e jogador mais tarde seriam convidados a deixar o clube, por não haverem conseguido alcançar os resultados necessários.

Assim sendo, vamos deixar nossos alunos demonstrarem suas jogadas, vamos vê-los tabelar com seus colegas e materiais de ensino, para que no futuro, todos venhamos a conquistar as glórias de um trabalho realizado verdadeiramente em equipe, pois que, uma turma de alunos é uma equipe e nós temos o dever de orientar e não bloquear ou inibir o pensamento de nossos alunos. Pense nisso antes de pôr em prática o seu próximo plano de aula.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DR. JULIANO BUSETTI - BUSCAR APRIMORAMENTO - UM EXEMPLO A SER SEGUIDO.


A UFRGS, é uma das mais importantes instituições de ensino deste país, mas, não basta estudar em uma instituição deste nível, para demonstrarmos competência, para continuarmos em nossa jornada profissional. Assim sendo, quero compartilhar com vocês da alegria em saber que um jovem profissional da área da Odontologia, formado nesta universidade, sempre buscando aprimoramento profissional, está de partida para Londres (Inglaterra), com o propósito de fazer residência em implantodontia.
Ao lado, postei a correspondência que recebemos, eu e minha esposa, a qual é paciente deste brilhante jovem, de apenas 34 anos de idade, a caminho desta viagem em busca de mais aprendizado. Parabéns Dr. Juliano, ficaremos aqui torcendo, por mais esta conquista sua em prol de todos nós, pois, afinal todos sairemos ganhando com este seu grandioso feito. Fica a saudade, mas ela será recompensada quando de seu retorno.



sexta-feira, 31 de julho de 2009

AMOR DE MÃE

Eu já falo consigo
Eu sinto que me escuta
Lhe acaricio
Quando você me chuta

Me sinto cada dia mais completa
Mais mãe que mulher
É algo em mim que desperta
Estou ai pro que der e vier.

Eu me cuido
pra não lhe perder
Às vezes saio de mim, eu me assusto
Do jeito que eu amo você

Depois da dor
Minha maior recompensa
É este amor
O fim desta espera intensa

Não vejo a hora
De lhe ver abrir os olhos olhando pra mim
Ouvir você chorar
Lhe abraçar e amamentar com este amor sem fim

Estar por perto, quando gatinhar
Cada dia mais esperto
Logo vai querer falar
Vai me chamar de mãe, se fazer mais inqueto

Quero estar junto a você nos primeiros passos
Se acaso tropeçar
Lhe proteger envolvendo-o em meus braços
É tanto amor pra lhe dar

Contar histórias pra você dormir
Lhe colocar no berço mordendo as bochechinhas
Pra você sorrir
Dizer pra todos que parecem com as minhas

É assim que eu vou ser
Vou babar
Por você
Este é o meu jeito de amar

Vou lhe apresentar para o mundo
Pra que faça a sua história
Sei que vai andar por tudo
Comigo no peito e na memória

Saibas que sempre estarei aqui
Este é o meu jeito de ser
É pra sempre assim, nunca terá fim
Meu amor por você, só vai crescer e crescer

Por mais que você vá seguir sua trilha
Sempre haverá o que você completou
A nossa família
E vou lhe levar para onde eu for
Afinal veio pra mim e seu pai esta grande alegria

Presente de Deus, fruto de um grande amor.

Viu só, eu já falo consigo
Sinto que você me escuta...


Autor: (Marcos Schilling Martins)
Gostaria com esta poesia, que poderá vir a ser uma música, homenagear a futura mãe: Ivete Sangalo, afinal, sou um grande fã desta
cantora.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

PROBLEMAS COM O COMPUTADOR.

No final do semestre, é normal que a internet dê problemas, principalmente aos que baixaram um dos filmes para assistir. Para que a Internet fique normal, cliquem em iniciar, todos os programas, acessórios, ferramentas do sistema, limpeza de disco, após realizar esta tarefa, iniciem o computador.

Caso o problema continue, clique em iniciar, todos os programas, acessórios, ferramentas do sistema, desfragmentador de Disco, analisar, caso seja necessário faça a desfragmentação, ela demora algum tempo, mas funciona muito nestes casos. Outro passo:

Clique em iniciar, painel de controle, adicionar ou remover programas, vai aparecer uma lista com todos os programas que o seu computador possui, verifique aqueles que você não utiliza, ou utiliza muito pouco, e se puder os remova, isto deixará o seu computador com mais espaço e mais rápido.

Problemas com a conexão:

Clique em iniciar, painel de controle, conexões de rede, configurar uma rede doméstica ou de pequena empresa (aparece no lado esquerdo em na parte em azul), avançar, avançar, avançar, outros (maneiras de conectar-se a Internet), não compartilhar documentos, arquivos ou impressora, concluir.

Nenhum deu certo:

Clic em iniciar, todos os programas, acessórios, ferramentas do sistema, restauração do sistema, criar um ponto de restauração (digite - conexão com a Internet), iniciar o computador mais cedo, escolha no calendário, uma data onde o computador funcionava muito bem, procure escolher uma posterior a instalação de um programa importante para você, caso contrário você perderá o mesmo, se isto ocorrer, procure baixá-lo novamente. Após, clique em ok! o computador se restaurará e reiniciará novamente, perguntando se deu certo à restauração, ou se você deseja fazer outra, você deve decidir o que fazer, de acordo com a funcionalidade do computador naquele momento.

Existem meios de realizarmos as mesmas tarefas, utilizando atalhos, mas neste caso, por tratar-se de melhora do sistema, eu não aconselho, pois, caso exista um vírus ele conseguirá se esconder, já no passo-a-passo, assim que você notar a presença dele, entre no Windows updat e adquira um software de proteção, o qual captura o vírus e melhora o seu computador.

Não podemos esquecer, que o computador é a nossa principal ferramenta de trabalho, por isso, volte e meia, é bom abrir o gabinete e verificar se há pó lá dentro, isto também ajuda em seu funcionamento, pegue um pincel - para pintura em tela - médio ou fino, e remova a sujeira que está sobre as placas, não use aspirador, pois, poderá danificar o mesmo.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

I MOSTRA DE TRABALHOS TÉCNICOS - SENAI NEY DAMASCENO

Ontem (25/06/2009), aconteceu a 1ª Mostra de Trabalhos Técnicos – SENAI NEY DAMASCENO. Esta Mostra visou demonstrar trabalhos dos alunos dos Cursos Técnicos em Mecânica, Eletrônica e Mecatrônica, teve início às 8h30 e terminou às 21h. Tive a honra de participar do evento, observei muitos trabalhos, todos muito bem elaborados e voltados para uso em locais diversos. Fiquei emocionado por poder de alguma forma participar deste evento, mesmo representando a minha empresa, não pude deixar de analisar o evento do ponto de vista da educação, afinal todos os participantes e concorrentes a premios no evento são alunos, ou já se formaram em curso fornecido pelo SENAI, o que fez com que a qualidade dos produtos ali demonstrados fosse excelente, dando total noção do que estava sendo pretendido pelos grupos que desenvolveram variados projetos. As explicações necessárias, eram fornecidas pelos autores, que demonstravam total ciência daquilo que se propuseram a fazer, desde produtos aparentemente simples da área da mecânica, até produtos mais complexos das áreas de eletrônica e mecatrônica, todos estão de parabéns pelas obras apresentadas.
Eu como inventor, que tive projeto registrado no INPI (Instituto Nacional de Produtos Industrializados), acredito que este órgão deveria estar mais presente em eventos desta natureza, bem como, ensinar aos alunos destes cursos técnicos a como registrar seus inventos, como forma de evitar plágios, ou ainda, dar uma chance aos inventores, de ter seu invento reconhecido no mercado, para possível produção em alta escala, proporcionando crescimento profissional e econômico a jovens inventores. Também acredito que empresas especializadas devam enviar profissionais das áreas relacionadas aos inventos, para que participem do jure ou seja ajudem a julgar os produtos ali demonstrados, pois, tenho certeza que alguns destes podem e devem ser aproveitados pelas indústrias, pois ajudam a diminuir gastos com energia, bem como, confeccionar peças com maior praticidade e desempenho, se não como foram desenvolvidos até aqui, mas alguns com muito pouco aprimoramento, já poderiam dar conta do recado. Isto traria uma maior motivação para os jovens que ali participaram desta mostra, bem como, para aqueles que por algum motivo se esquivaram desta tarefa, que é muito importante para demonstrar suas habilidades para empresas, onde poderão vir a prestarem seus serviços profissionais.
Esta foi à primeira mostra, de muitas que acontecerão com certeza, dignificando ainda mais os nossos jovens profissionais, através desta instituição de renome que é o SENAI, o qual me deixou profundamente emocionado perante tudo o que pude observar neste dia que jamais deixará de ser lembrado por mim, pela grandiosidade de poder cognitivo de seus brilhantes alunos, os quais com toda a certeza recebem orientação de um excelente grupo de docentes, pois, somente com orientação de grandes professores, seria possível realizar um evento tão exuberante como o que participei neste dia 25/06/2009, um dia realmente memorável.

Postei em anexo abaixo, cópia do documento, através do qual, os participantes no evento (espectadores), puderam eleger três projetos, para que fossem premiados, insisto em que em uma próxima oportunidade, além do público que compareça no local, sejam convidados profissionais de empresas, os quais desempenhem funções nas áreas técnicas para as quais se destinam os referidos projetos, com o propósito de se fazer maior justiça para com os participantes, que desta forma seriam julgados, não somente pela amizade, mas principalmente pela utilização dos projetos demonstrados tecnicamente falando.





quinta-feira, 18 de junho de 2009

Após a aula presencial.

Acredito que com o auxilio do professor e da tutora, consegui aprender sobre como me orientar para finalmente executar o mapa conceitual, o qual deverei utilizar no P.A. Não é fácil realizar a atividade, quando estamos à distância, mas as aulas presenciais são muito úteis e conseguimos aprender com mais qualidade através delas. Não quer dizer, que nas aulas virtuais, nós não aprendemos, mas, através deste curso, estou sentindo, que em certos momentos, é bom estarmos em contato mais próximo daqueles que estão nos ajudando nesta caminhada. Este curso é ótimo, pois, me possibilita experiências de forma única, consigo analisar melhor o que está ocorrendo em nossa rede pública de ensino, sem necessariamente precisar comparecer nas escolas desta rede, já que muitas colegas ministram suas aulas nas mesmas.