Este blog foi criado com o objetivo de escrever as minhas conclusões relacionadas as atividades desenvolvidas na UFRGS. SITES, ANEXADOS: http://marcosschillingmar.pbworks.com/w/page/20293843/memorial
- 1ª_AULA_PRESENCIAL_TODAS_AS_INTERDISCIPLINAS (2)
- 25_de_agosto_Didatica_Projetos_Avaliacao (1)
- ACESSIBILIDADE_Semin_Integrador (1)
- ADAPTAÇAO_DE_AMBIENTE_Seminario_Integrador. (1)
- ADULTO_psicologia_da_vida_adulta (1)
- AGRADECER_É_UM_ATO_DE_RECONHECIMENTO (1)
- AGRADECIMENTOS_E_VOTOS_Todas_as_interdisciplinas (1)
- AGRADECIMENTOS_todas_as_Interdisciplinas (1)
- ALIMENTAÇÃO_DE_QUEM_UTILIZA_MEDICAMENTOS_CONTROLADOS_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- ANALISANDO AS BRINCADEIRAS. (Ludicidade e Educação - B) (1)
- APRENDIZAGEM_Diferencas_Linguagem (1)
- APRENDIZAGEM_INCLUSAO_Semin_Integrador (1)
- ARQUITERTURAS_PEDAGÓGICAS_Seminario_Integrador_VII (2)
- AS TRÊS DOCEIRAS (Literatura Infanto Juvenil) (1)
- ATIVIDADES CULTURAIS - (Música na Escola) (1)
- ATIVIDADES DE ETCI - Interdisicplina de ETCI. (1)
- ATIVIDADE_EM_GRUPO_Interdisciplina_Libras (1)
- AVALIAÇÃO_Didatica_Planejamento_Avaliação (2)
- A_APRENDIZAGEM_ESPECIAL_Sem_Integrador (1)
- BERNARD CHARLOT - (Escola (1)
- BRUXA_ONILDA_Linguagem (1)
- CEGUEIRA_Linguagem (1)
- CIÊNCIAS - (Artes Visuais) (1)
- CONHECENDO_LETRAS_Linguagem (1)
- CONVITE APAENERGIA - Todas as Interdisciplinas (1)
- CORRUPÇÃO_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- CUIDADO COM A FALSA DEMOCRACIA_Org_ens_fundamental (1)
- CUIDADOS_ESPECIAIS_NECESSIDADES_ESPECIAIS_DE_APRENDIZAGEM (1)
- CULTURA E SOCIEDADE - ABORDAGEM SOCIOCULTURAL E ANTROPOLÓGICA - B (1)
- DE QUEM É A MÚSICA - ( Música na Escola) (1)
- DEFESA ORAL DA SÍNTESE - Todas as Interdisciplinas (1)
- DEFICIENCIA_FISICA_Interdiscip_Nessec_Especiais (1)
- DEFICIENCIA_Todas_as_Interdisicplinas (1)
- DEMOCRACIA_NA_ESCOLA_Org_do_ens_fundamental (1)
- DEMOCRACIA_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- DEPENDÊNCIA - (Todas as Interdisciplinas) (1)
- DEPOIS_DO_ESTAGIO_Semin_Integ. (1)
- DESIGN - (Artes Visuais) (1)
- DINÂMICA - (Teatro e Educação - B) (1)
- DIREITOS_IGUAIS_Todos (1)
- DIREÇÃO ESCOLAR (Encontro Internacional da Educação) (1)
- DITADURA OU TIRANIA - Todas as Interdisciplinas (1)
- DIVIDA_EJA (1)
- DOWN (Inclusão Social) (1)
- DUVIDAS_NO_EAD_Todas_as_Interdisicplinas. (1)
- EAD- SERIES FINAIS FUNDAMENTAL - MEDIO - Todas as Interdisciplinas (1)
- EDUCACAO - Todas as Interdisciplinas (1)
- EDUCAÇÃO_A_DISTANCIA_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- EIXO VI (1)
- EIXO_4_Sem_Integrador (1)
- EJA_EVASÃO_ESCOLAR_EJA (1)
- EJA_INTERDISCIPLINA_EJA (1)
- ELEICAO_EDUCACAO_DEMOCRACIA_Todas as Interdisciplinas (1)
- ENTREVISTA_SANTA_ANA_Interdisicplina_eja (1)
- EQUILÍBRIO - Ciências Naturais (1)
- ESTAGIO_Seminario_Integrador (1)
- EUCHARES_SOARES_DA_SILVA (1)
- EXEMPLO DA UTILIZAÇÃO DE NOÇÕES DE DIREITO DA ESCOLA - Todas as Disciplinas (1)
- EXPERIÊNCIA QUE DEU CERTO. (Encontro Internacional de Educação) (1)
- EixoVII composto do Eixo V (1)
- FAZER_CORRETO_Todas_as_Interdisc. (1)
- FILME - (Seminário Integrador III) (1)
- FILME_SEU_NOME_E_JONAS_Interdisc_libras (1)
- FINANCIAMENTO_DA_EDUCAÇÃO_Interd.org_e_gest_da_educ (1)
- FISCALIZAR A EDUCACAO E NECESSARIO - Todas as Interdisciplinas (1)
- FREIRE - Escola (1)
- GEOGRAFIA - (Artes Visuais) (1)
- HUMANIDADE_Didatica_Planejamento_Avaliacao (1)
- INCLUSÃO PARA TODOS - Todas as Interdisicplinas (1)
- INCLUSÃO_SEM_CULPA_Seminario_Integrador (1)
- INCLUSÃO_Seminário_Integrador (1)
- INDEPENDENCIA_E_DEMOCRACIA_todas_as_interdisciplinas (1)
- INFORMATIZAÇÃO (1)
- INICIO_DA_TERCEIRA_SEMANA_Sem_Integrador (1)
- INICIO_DE_ANO_ESTÁGIO_tudo_de_bom (1)
- INSERÇÃO_DO_COMPUTADOR_Interdisciplinar (1)
- INTELIGÊNCIA_IGNORÂNCIA (1)
- INTERACAO_TECNOLOGIA_Seminario_Integrador (1)
- INTRODUCAO_Semin_Integrador (1)
- IVETE_NA_BASE_DO_BEIJO_linguagem (1)
- JOGOS ELETRÔNICOS (Ludicidade e Educação) (1)
- LEITURA_E_ESCRITA_6_ANOS_Semin_Integrador (1)
- LEI_DE_MARCIO_todas_as_interdisciplinas (1)
- LETRAMENTO_Linguagem (1)
- LIBRAS_Presenciei_Inclusao_Libras (1)
- LICAO_DE_AMOR_AO_RS_Todas_as_interdisciplinas (1)
- LINGUA_PORTUGUESA_MUDANCA_DE_METODOLOGIA_DE_ENSINO_Inter_Linguagem (1)
- LINHA DO TEMPO - Representacao_do_Mundo_pelos_Estudos_Sociais (1)
- LÚDICO. (Ludicidade e Educação - B) (1)
- MARCOS_LUIS_E_SOUZA_CRUZ (1)
- MATEMATICA - Interdisicplina de Matematica (1)
- MATEMATICA_Didatica_Planejamento_Avaliacao (1)
- MEIOS TECNOLOGICOS_Interdisciplinar (1)
- MEIO_AMBIENTE_AJUDA_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- MEMORIAL_PRIMEIRO_SEMESTRE_POS (1)
- MENINAS - (Artes Visuais) (1)
- MENINO SELVAGEM_Libras (1)
- MENSAGENS_SUBLIMINARES_Interdisc_Psicologia (1)
- METODOLOGIA - (Artes Visuais) (1)
- MIDIA_DIGITAL_Interdisciplinar (1)
- MOMENTOS LÚDICOS - Todas as Interdisciplinas (1)
- MOTIVAÇÃO - (Artes Visuais) (1)
- MOTIVO_DE_ORGULHO_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- MUDANÇAS_Sem_Integrador (1)
- MÉTODOS - Matemática (1)
- NATUREZA - Ciências Naturais (1)
- NOÇÕES DE DIREITO NAS ESCOLAS - Todas as Interdisciplinas (1)
- O ALUNO - Todas as interdisciplinas (1)
- O LIVRO ENCANTADO DE ZEZINHO - ( Literatura Infanto Juvenil e Artes Visuais) (1)
- O MANCHINHA - (Artes Visuais) (1)
- O que Significa? (Escola (1)
- OBSERVANDO AS LEIS - Todas as Interdisciplinas (1)
- OBSERVAR_Interdisciplina_Seminario_Integrador (2)
- OBSERVAÇÃO - (Encontro Internacional de Educação) (1)
- OCULOS PARA ALUNOS DA 1ª SERIE - Todas as Disciplinas (1)
- OITAVO_SEMESTRE_todas_as_Interdisciplinas (1)
- OLAVO DE CARVALHO - Seminário Int. IV (1)
- ORGANIZAÇÃO ESCOLAR- EIXO V (1)
- ORIENTAR E ENSINAR - (Escola (1)
- O_TRABALHO_DOCENTE_escola_cultura_e_sociedade (1)
- PAULO_FREIRE_FILME_EJA (1)
- PAULÃO DO VOLEIBOL- Todas as Interdisciplinas (1)
- PEQUENOS_GESTOS_Didatica_Planejamento_Avaliacao (1)
- PERGUNTAS - DESAFIOS - Todas as Interdisciplinas (1)
- PLANEJAMENTO_E_APRENDIZAGEM_Seminario_Integrador (1)
- PLANO_DE_AULA_ANALISE_Interdisicplina_linguagem (1)
- PLANO_DE_AULA_Didática_Planejamento_Avaliacao (1)
- POSTERS_EJA (1)
- PRINCESA_ISABEL (1)
- PROBLEMAS COM OFFICE - Educação e Tecnologia (1)
- PROBLEMATIZADOR. (Escola (1)
- PROFESSOR SILVESTRE - Int. Sem. Int. IV (1)
- PROFESSOR_Todas_as_interdisicplinas (1)
- PROFESSOR_escola_cultura_e_sociedade (1)
- PROF_J_CARLOS_LIBANEO_Seminario_Integrador (1)
- PROJETO ( Artes Visuais) (1)
- Proj. Pedagógico e Currículo (1)
- Projeto Pedagógico e Currículo) (3)
- Projeto Pedagógico e Currículo). (1)
- Projeto Político Pedagógico e Currículo). (1)
- QUALIDADE_NO_ENSINO_DIREITO_DE_TODOS_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- QUASE NADA - Interdisciplinas de Ciências Nat. e Est. Sociais (1)
- QUEM QUER BRINCAR - Todas as Interdisciplinas (1)
- REFLEXÃO - Informática e Educação (1)
- RELACIONANDO (Literatura Infanto Juvenil e Teatro) (1)
- RESENHA_PENSAMENTO_CRITICO (1)
- ROTEADOR (1)
- Roberto_Chem_HOMENAGEM_MERECIDA (1)
- SANTANDER - (Artes Visuais) (1)
- SEMESTRE_DECISIVO_Semin_Integrador (1)
- SEMINARIO_INTEGRADOR_V_tabela_de_organizacao_do_tempo (1)
- SEMINÁRIO_INTEGRADOR_V_ATIVIDADE_UM (1)
- SINTESE - (Encontro Internacional da Educação) (1)
- SISTEMATIZAÇÃO_Linguagem (1)
- SONHOS_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- Sociologia da Educação-Eixo VI (1)
- SÍNTESE (ESCOLA PROJETO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO) (1)
- TCC (1)
- TCC_Seminario_Inegrador_VII (1)
- TERCEIRA_SEMANA_DE_ESTAGIO_Seminario_integrador (1)
- TEXTO_DIDATICO (1)
- TIPOS DE ELEMENTOS E MATERIAIS - Artes Visuais. (1)
- Tabelas de Piaget (artes Visuais e Pedagogia). (1)
- UMA ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM - Seminário Integrador IV (1)
- UMA_ABORGDAGEM_SÓCIO_CULTURAL_Interdisc_Escola_Cultura_e_Sociedade (1)
- UTILIZAÇÃO. (Música na Escola) (1)
- UTILIZAÇÃO_DO_COMPUTADOR_Interdisciplinar (1)
- VERIFICAÇÃO - (Encontro Internacional de Educação) (1)
- VIDEOS (1)
- VIOLÊNCIA JUVENIL - Todas as Interdisciplinas (1)
- VÍRGULAS - Todas as Interdisciplinas (1)
- amor_Todas_as_Interdisciplinas (1)
- análise motora - (Música na Escola) (1)
- cancao_Disc_AFRODESCENDENTES (1)
- deficiencia (1)
- desempenho (Artes Visuais) (1)
- egoismo_violencia_FILOSOFIA_e todas_as_INTERDISCIPLINAS (1)
- formatura_todas_as_Interdisciplinas (1)
- imaginação - (Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem - B) (1)
- mosaico_etnico_racial_QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA - B (1)
- música - (Música na Escola) (1)
- reportagem_sobre_ead_TODAS_AS_INTERDISCIPLINAS (1)
- socialismo (1)
- weber_ESCOLA (1)
- ÉTICA ( Escola (1)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS SOBRE O EJA, MOMENTO DE INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM.
sábado, 28 de novembro de 2009
Avaliação inclusiva.
Costumo avaliar os alunos de maneira observadora, deste modo, avalio a assiduidade; pontualidade nas aulas e entregas de trabalhos; comprometimento, dedicação, interesse, participação, pesquisas, leituras;trabalhos previamente orientados: organizados, conteúdo, capricho, criatividade, letra legível; avaliação com consulta e sem consulta, trabalho em dupla ou grupo.
Avalio os educandos constantemente, pois, procuro ser o mais prudente possível na avaliação dos alunos. Procuro avaliar os alunos de forma criteriosa realizando atividades respeitando as habilidades, bem como, o tempo de cada um, com ênfase no interesse demonstrado na busca do conhecimento, também, na demonstração da aprendizagem adquirida quando solicitado. As avaliações mais difíceis são as realizadas no inicio do ano letivo (sondagem), pois, necessito avaliar o grau de conhecimento de cada aluno de forma concreta. Nem sempre os responsáveis aceitam a média conquistada pelos educandos, visto que muitos obtiveram notas mais altas anteriormente, as quais não posso levar em consideração, pois, no momento presente demonstraram esquecimento, o que há mim comprova o ato de decorar, que não é condizente com a aprendizagem que podem adquirir. Utilizo os resultados da avaliação, para através destes, junto à turma, elaborar o meu projeto de aprendizagem, bem como os planos de aula, junto aos quais relaciono, os conteúdos, recursos, técnicas, bem como traços objetivos, com os quais pretendo fazer com que os alunos demonstrem motivação e aprendizagem consistente.
Através de uma alto-avaliação de minha forma de ministrar aulas e avaliar os alunos, bem como, buscando atualizar os meus conhecimentos relacionados a esta pratica de ensino, procuro aperfeiçoar a minha pratica pedagógica, sendo um professor mediador e pesquisador.
Minha analise pedagógica em relação à avaliação inclusiva.
Avalio os educandos constantemente, pois, procuro ser o mais prudente possível na avaliação dos alunos. Procuro avaliar os alunos de forma criteriosa realizando atividades respeitando as habilidades, bem como, o tempo de cada um, com ênfase no interesse demonstrado na busca do conhecimento, também, na demonstração da aprendizagem adquirida quando solicitado. As avaliações mais difíceis são as realizadas no inicio do ano letivo (sondagem), pois, necessito avaliar o grau de conhecimento de cada aluno de forma concreta. Nem sempre os responsáveis aceitam a média conquistada pelos educandos, visto que muitos obtiveram notas mais altas anteriormente, as quais não posso levar em consideração, pois, no momento presente demonstraram esquecimento, o que há mim comprova o ato de decorar, que não é condizente com a aprendizagem que podem adquirir. Utilizo os resultados da avaliação, para através destes, junto à turma, elaborar o meu projeto de aprendizagem, bem como os planos de aula, junto aos quais relaciono, os conteúdos, recursos, técnicas, bem como traços objetivos, com os quais pretendo fazer com que os alunos demonstrem motivação e aprendizagem consistente.
Através de uma alto-avaliação de minha forma de ministrar aulas e avaliar os alunos, bem como, buscando atualizar os meus conhecimentos relacionados a esta pratica de ensino, procuro aperfeiçoar a minha pratica pedagógica, sendo um professor mediador e pesquisador.
domingo, 22 de novembro de 2009
SOBRE A ANÁLISE DE MEU PLANO DE AULA, DESENVOLVIDO NA INTERDISCIPLINA DE LINGUAGEM. ANÁLISE SOLICITADA NA INTERDISCIPLINA DE LINGUAGEM E EDUCAÇÃO.
6. Agora, imagine um encontro seu com os pedagogos Célestin Freinet e Maria Montessori. Quais sugestões Freinet daria a você para desenvolver este projeto? E quais ideias teria Maria Montessori?
Célestin Freinet este pedagogo brilhante cujo centenário foi comemorado no ano de 2001, certamente me diria da importância de se promover um jornal escolar, bem como a confecção de cartas escritas pelos alunos, ou as aulas-passeio, ou ainda os cantinhos de atividades, dentre outras, seja qual fosse a sugestão, o importante é manter a criança sempre a considerando como o centro de sua própria educação, utilizando uma Pedagogia do Bom Senso, do Trabalho e do Êxito, respeitando e valorizando a livre expressão dos alunos, aprendi sobre este mestre no curso de magistério e sempre que posso utilizo suas criações, pois sei o quanto atuais e benéficas elas são na construção de uma aprendizagem consistente e com qualidade.
Maria Montessori, com certeza elogiaria o meu modo de desenvolver atividades com os alunos, pois, também acredito na liberdade orientada, na maneira de realizar atividades diversas, utilizando movimentos físicos, procurando sempre causar uma integração com a mentalização, unindo o lúdico aos momentos de grande reflexão, causando um grande enriquecimento cognitivo. Isto ajuda a criança a desenvolver equilíbrio, através da coordenação de movimentos e do controle das ações. Uma das sugestões que ela acrescentaria à minha atividade, seria o uso do material dourado, o qual já utilizei com alunos em outras oportunidades e que facilitam muito na compreensão dos alunos com respeito à representação de quantidades numéricas, de maneira lúdica através dos jogos “Dez não pode 1 e 2”, a criança aprende de maneira muito prazerosa e significativa.
Conclusão:
Quando fiz este plano, resolvi utilizar o modelo que a professora havia postado na integra, pois, achei uma boa oportunidade de observar como seria fazê-lo desta forma. A principio gostei muito, pois, a cada nova atividade, novos objetivos surgiam e novas técnicas me vinham à mente, logicamente fica mais difícil utilizar este modelo no dia-a-dia, mas acredito que uma vez por mês, seria bom para mim como professor, mudar a maneira mais simplista de redigir os meus planos de aula, para esta mais complexa, pois, isto me causaria uma avaliação mais significativa do trabalho desenvolvido com os alunos. Avaliar o aluno é importante, mas, fazer uma alto avaliação de meu trabalho como professor, para mim é muito mais importante à medida que procuro orientar o aluno da melhor maneira possível, e na busca por esta qualidade no desenvolvimento de minhas atividades, me observo, para ver refletido no aluno a aprendizagem que tanto prezo. Já havia gostado de realizar a atividade proposta anteriormente, poder analisá-la de forma mais técnica, me fez ver que estou no caminho certo, apesar de a professora me sugerir que o tema proposto poderia dificultar a confecção de atividades mais relacionadas com a disciplina de Linguagem, acredito que por tratar-se de um plano de aula para alunos de quarta série, onde diariamente mais de uma disciplina são propostas, pude desenvolver atividades relacionadas também a linguagem, de forma bem consistente, promovendo uma aula com momentos lúdicos, com liberdade de movimentos e diálogos, o que causa uma aprendizagem que todos queremos degustar.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
SISTEMATIZAÇÃO NO MEU ENTENDIMENTO:
Agindo desta forma eu estarei desenvolvendo um sistema, onde poderei observar a real aprendizagem do aluno, bem como, as suas dificuldades caso exista alguma.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
ENTREVISTAS REALIZADAS NA ESCOLA SANTA ANA.











> >
> > ANALISE A PARTIR DAS ENTREVISTAS COM PROFESSORES DE EJA.
> >
> >
> >
> > Segundo Maria Kolh de Oliveira, os adultos que se alfabetizar, vêm de
> > famílias pobres, com deficiência de aprendizagem, pois, não conseguiram
> > concluir seus estudos na rede regular de ensino fundamental. Estas pessoas
> > muitas vezes migraram da zona rural, em busca de melhor qualidade de vida, o
> > que nem sempre conseguiram, pois, não conseguiram freqüentar a escola em
> > tempo hábil, o que os impede de prosperar, já que a competição com aqueles
> > que conseguiram concluir os estudos, os torna mais preparados para o mercado
> > de trabalho formal, enquanto estes que não conseguiram preparar-se
> > adequadamente terminam por exercer funções no mercado informal, onde muitas
> > vezes a remuneração é muito baixa. Pode ocorrer de um ou outro individuo,
> > que não conseguiu cursar ensino fundamental em escola regular, conseguir
> > destacar-se mesmo exercendo atividade informal, mas isto é muito difícil.
> > Assim sendo, destacamos as principais características dos estudantes,
> > segundo relatos de seus professores na entrevista realizada, comprovando o
> > que descreve esta escritora.
> >
> > a) Características relacionadas à identidade: Baixa estima, dificuldades
> > de atender regras quando freqüentavam o diurno, inseguros, desestimulados –
> > alguns, outros: decididos, desistem com facilidade muitas vezes, buscando
> > melhorar as condições de vida e/ ou de trabalho, com dificuldades de
> > aprendizagem.
> >
> > b) Características relacionadas à linguagem: A linguagem depende do
> > grupo de origem do aluno, as classes baixas provocam linguajar pobre e
> > dificuldades de expressão, aluno do interior tem linguagem mais simples,
> > porém mais clara, pouco conhecimento por deixarem de ler.
> >
> > c) Características relacionadas ao pensamento: Buscando autonomia,
> > realização pessoal e profissional, não se preocupam com conhecimento mas sim
> > em concluir os estudos, dificuldades de acompanhar os conteúdos.
> >
> > Denise Maria Comelato em seu texto “500 Anos de Alfabetização de Jovens e
> > Adultos no Brasil”, nos relembra que a alfabetização em nosso país, começou
> > a partir da descoberta, quando os padres jesuítas começaram a catequizar os
> > índios, quando do projeto de ocupação das capitanias hereditárias.
> >
> > Segundo a mesma autora, já no ensino considerado moderno, as Leis de
> > Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9.394/96, deixou muito a
> > desejar, apesar de discussões propostas pela CONED (congresso Nacional de
> > Educação), mesmo assim, A Educação de Jovens e Adultos, a partir daquele
> > contexto, passou a ser vista como uma educação que traz uma especialidade
> > própria , por tratar-se de educandos que não são portadores de múltiplos
> > conhecimentos desafia a escola para levar em conta as experiências trazidas
> > por estes, adquiridas em ambientes de fora da rede escolar, e estes
> > conhecimentos e habilidades, são levados em consideração perante exames de
> > avaliação, o que está motivando os alunos adultos a comparecerem nos cursos
> > de alfabetização nos dias atuais.
Este texto foi redigido por mim (Marcos), mas deverá ser analisado pelo grupo para que seja postado o texto final.
Link do Pb works criado para esta atividade. Este link também é encontrado no Webfólio do grupo na interdisciplina do EJA.
http://grupo13ejaeunicemarcossimone.pbworks.com/FrontPage#view=page
A CORRUPÇÃO TIRA A DIGNIDADE DE TODOS OS HOMENS HONESTOS, LUTE CONTRA ISTO.
Ocorre, que como escrevi logo no início, o patriarca multimilionário, faleceu e seus filhos não estavam muito dispostos a continuar tocando o negocio da mesma maneira que vinham fazendo enquanto dirigidos pelo pai empresário. Assim sendo, os filhos se reuniram para por em pratica uma idéia que tiveram, a qual poderia dar certo, pois, continuariam recebendo os valores altíssimos referentes aos lucros da empresa, bem como, não demitiriam nenhum funcionário, muito pelo contrário, colocariam a grandiosa empresa nas mãos destes, afinal eles haviam ajudado a empresa a crescer, não estragariam tudo agora.
Desta forma, dividiram a empresa entre servidores da linha de produção, servidores de planejamento e supervisão, servidores legisladores e servidores do alto escalão, membros da diretoria e presidência.
Para que tudo girasse o mais democrático possível, os filhos do dono da empresa, fizeram com que os cargos fossem preenchidos através de eleições diretas, onde os servidores da linha de produção, elegeriam os membros do planejamento e supervisão, bem como, os membros do alto escalão. Assim foi feito, mesmo contra a vontade de muitos que ocupavam cargos importantes da empresa anteriormente.
Nos primeiros anos, a empresa estava indo razoavelmente bem, mas depois da aposentadoria de alguns membros mais antigos, a coisa começou a declinar. Os membros do alto escalão, queriam ganhar mais, bem como, arranjar empregos para seus parentes e amigos, mas como fazer isto, se os cargos eram preenchidos por eleição e havia supervisores em todas as áreas, cuidando tudo de perto. Então os legisladores, fizeram uma grande reunião, onde de posse das procurações fornecidas pelos herdeiros da empresa, junto aos demais serviçais, já que o voto é um tipo de procuração, resolveram alterar o estatuto, bem como, criar novas leis e regulamentos internos. Ficou estabelecido que os aumentos de salários dos supervisores seriam votados por eles mesmos, e o mesmo aconteceria com os membros do alto escalão, afinal estes trabalhavam demais, era muita responsabilidade. Para se assegurarem que não perderiam seus empregos, acertaram também, que para o alto escalão, haveria imunidade total, ou seja, não poderiam ser demitidos, nem processados enquanto fizessem parte da diretoria da empresa. Mas como fazer para ocorrer à mesma coisa nas demais filiais da empresa? Simples, os cargos a serem preenchidos nestas, os quais fossem ligados a assessoramento da supervisão, ou do alto escalão, deveriam ser ocupados apenas por pessoas de confiança indicadas pelo alto escalão da sede da empresa. Muitas pessoas foram perseguidas, pois, se mostraram contrárias as novas ordens, as quais demitiam muita gente que possuía acima de tudo qualificação para o trabalho desenvolvido.
Não demorou muito e os desvios de verbas começaram, a parte que deveria ir para a filial que produzia petróleo, por exemplo: ia, mas com cortes, pois, aumentaram os preços, criando impostos que não tinham cabimento, mas os serviçais, não sabiam explicar se estavam corretos ou não, desta forma, tudo era aceito. Os salários dos supervisores, cada vez mais alto, o dos membros do alto escalão então, nem se fala, era mordomia sobre mordomia, a vida que pediram a Deus. Já os serviçais das linhas de produção, estes não possuíam beneficio algum, trabalhavam em demasia e ganhavam muito pouco.
Os alimentos que a própria empresa produzia, passou a ser cobrado dos funcionários que ajudavam na sua produção e comercialização, muita gente recebia os salários com descontos cada vez maiores, por conta dos altos salários dos membros do alto escalão e supervisores.
Os membros do alto escalão, precisavam tornar-se ainda mais fortes, como forma de ficarem por muito mais tempo nos cargos que exerciam, começaram a minar também as demais ramificações da referida empresa, assim sendo pessoas ditas de confiança destes, começaram a ser designadas para ocupar cargos de diretoria a principio nestas ramificações, ou seja, nas áreas de educação, saúde, segurança e energia. Muitas pessoas qualificadas foram demitidas, muitas outras apenas por serem consideradas de confiança, foram contratadas, e assim a qualidade dos serviços começou a ficar prejudicada. Os atrasos nos pagamentos dos funcionários começaram a fazer com que estes realizassem greves, o que tornava serviços essenciais paralisados, causando inclusive a morte daqueles que necessitavam dos mesmos para continuarem vivos, como no caso da saúde por exemplo. Com intenção de demitir os considerados rebeldes, os supervisores e membros do alto escalão, criaram Leis, onde todos os funcionários deveriam filiar-se a algum sindicato, onde os responsáveis pelos mesmos, entregariam em listas, as pessoas que reivindicassem algum tipo de direito, demitindo estas pessoas antes que começassem a fazer greves.
A medida funcionou durante algum tempo, mas logo os serviçais começaram a tomar conta da situação, promovendo mais greves, visto que eles votavam nas pessoas ligadas aos sindicatos. Desta forma, os supervisores e os membros do alto escalão da multinacional, resolveram indicar pessoas também para exercer funções de menor prestigio, em todas as demais áreas da empresa (cabides de emprego), incluindo suas ramificações. Muitos professores, médicos, engenheiros, técnicos, enfim um número significativo de pessoas com qualificação foram demitidas e em seus lugares apenas pessoas de confiança dos supervisores e do alto escalão foram contratadas. O caos começou a ser instalado, a saúde, a educação, a segurança, a energia, o meio ambiente, etc, tudo ficou em segundo plano, afinal para manter um número maior de pessoas que trabalhavam para os supervisores, bem como junto ao alto escalão, cargos que foram divididos também entre as ramificações, fazia-se necessário muito dinheiro, para pagar os alto salários e as mordomias, as quais incluíam desde passagens aéreas até diárias em hotéis com várias estrelas. Para ter-se uma idéia, os cães dos membros do alto escalão, viajavam em carros da empresa para os pet shoppings, afinal tinham de aparar as unhas e tratar dos pelos, com o que havia de melhor, produtos importados.
Um dia os serviçais, descontentes com a vida que estavam levando, resolveram acabar com aquela corrupção generalizada do poder, utilizando-se da imprensa começaram a denunciar os abusos, mas os supervisores e membros do alto escalão, estavam acima desta, pois, a concessão para o funcionamento de meios de comunicação, dependia da aprovação dos membros do alto escalão desta empresa. Até por que na área dos direitos humanos ou seja na justiça interna, alguns tinham imunidade e outros, tinham em seu poder as leis criadas por eles mesmos, onde diziam que no máximo poderiam responder por seus atos, em Inquéritos Administrativos, os quais sempre terminavam em nada, pois, um sabia dos erros do outro que por sua vez ameaçava o outro e não podia condenar o outro, pois se não poderia ser também condenado. Todos na realidade tinham um pacto entre si e nada poderia ser feito contra eles, verdadeiros arquivos da corrupção.
Um belo dia os serviçais tiveram a idéia de unirem-se a justiça dos tribunais, afinal ela é impessoal, quem sabe não consiga tornar sem efeito as procurações passadas por eles aos tais supervisores e membros do alto escalão, já que estava comprovado que realizavam fraudes, lesando o patrimônio da empresa. Infelizmente muitos advogados, juizes e desembargadores, os quais ocupavam cargos na diretoria dos órgãos relacionados à justiça, também faziam parte da lista dos indicados pelos supervisores e membros do alto escalão, mesmo assim alguns resolveram comprar a briga e ajudar os serviçais a reconquistarem seus direitos, mas já avisaram, vai levar algum tempo, uns 20 anos talvez, também pode acontecer de os relatores, dependendo quais serão, mandem arquivar tudo, pois, podem entender que não possuem provas e os serviçais vão continuar bancando toda esta pouca vergonha.
As únicas vezes em que ocorreram mudanças significativas que ajudaram este tipo de problema a ser resolvido, foram através das guerras, das rebeliões, as quais ocasionaram revoluções. Nestes casos, os serviçais se uniram e foram para as ruas enfrentar os supervisores, os membros do alto escalão e todos os seus comparsas, tomando de volta o que era seu por direito, fazendo valer a justiça. Os grandes líderes, os grandes pensadores, surgiram nestes momentos, levando estas instituições ao apogeu, derrubando aqueles que roubavam a dignidade de quem os sustentavam. Enquanto professor, acredito que devemos ensinar na sala de aula, as crianças, os jovens e os adultos a buscarem seus direitos, agindo desta forma, estes terminam por aprender como sobreviver em determinadas situações, sem precisar do uso da força fisica, mas usando do cognitivo para demonstrar que sabe o que está ocorrendo.
Esta história é fictícia, mas com certeza você deve estar imaginando uma empresa, ou um lugar onde este tipo de coisa está ocorrendo neste momento, então saiba que você pode começar a mudar tudo isso, afinal depende da união das pessoas a favor do bem comum, fazer valer seus direitos e promover, justiça social, preservando seus reais direitos.
Autor: Prof. Marcos Schilling Martins.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
COMEÇANDO A IDENTIFICAR PALAVRAS, FORMANDO SILÁBAS.
Agindo desta forma a professora observou o modo de escrever dos alunos, distinguindo aqueles que já estavam silábicos daqueles que ainda mantinham alguma dificuldade, mas que com algumas adaptações, aprenderiam facilmente. Viram como uma simples receita pode ajudar e muito na aprendizagem.
Segundo a professora Maria Cuquerella, outra forma de se trabalhar as letras nas séries iniciais, apresentando-as para a turma, é utilizarmos um alfabeto móvel. Esta mesma professora, cita um exemplo ocorrido no ano anterior, quando um dos pais dos alunos, comprou para seu filho um material deste tipo. O menino não só ficou motivado para identificar as letras, como também começou a formar palavras a partir do manuseio do alfabeto. A professora, dividindo seus alunos em grupos, realizou atividades com este tipo de material concreto, e as crianças interagindo entre si, foram aos poucos demonstrando interesse pelas letras, pelos sons que as mesmas possuem, fazendo perguntas, tentando formar palavras, aprendendo a identificá-las, de maneira muito mais motivadora, em um ambiente construtivista, onde elas estavam construindo o saber sob a orientação da professora, que deixava seus alunos à vontade para interagirem entre si.
A professora citou em seu texto, a importância de se despertar nos alunos antes deste tipo de atividade, sobre a língua escrita, pois, após verificarem o quanto podem ser úteis ao aprender a escrever, as crianças se tornam mais curiosas, mais motivadas, e esta motivação faz com que a aprendizagem surja de maneira muito mais consistente, pois, as crianças percebem que seus conhecimentos podem ajudar outras pessoas, isto não é maravilhoso?
sábado, 7 de novembro de 2009
UMA OUTRA FORMA DE CEGUEIRA.
instante em que a pessoa comprou aquele veículo, nem lhe passou pela cabeça quantas pessoas tinham outro parecido, ela estava cega para este detalhe, de repente, ao transitar pelas ruas, em seu veículo novo, ela observa que várias pessoas possuem um veículo igual ao seu, isto pode deixá-la frustrada, ou até causar certo alivio, que bom que todos temos o mesmo gosto. Até aquela data, o fato de alguém possuir ou não veículo semelhante, não lhe trazia curiosidade, bastou ela comprar um e pronto, seus olhos começaram a observar outros veículos iguais ao seu em trânsito pela cidade, não será surpresa se algum amigo, vizinho, ou até um parente possuir um também, mas ela não havia notado, estava de certo modo cega para este fato.
Assim também ocorre com a escrita, conforme vamos aprendendo a maneira correta de escrever, bem como, o emprego da gramática, nosso subconsciente vai automaticamente,
nos cobrando quanto a erros cometidos por nós mesmos, em documentos escritos anteriormente, ou em textos atuais, escritos por nós ou por outras pessoas, inclusive faixas, cartazes, jornais ou revistas. São erros de impressão, erros de ortografia, que às vezes faziam parte de nossas vidas, poderiam estar por anos escritos quase que diante de nossos olhos, mas que passavam despercebidos pelos mesmos. Esta cegueira, que começa a ser curada, faz parte não de nossos olhos, mas de nosso senso cognitivo de analise, é como se fosse um olhar clinico sobre tudo o que observamos, priorizando o que trás palavras e o modo de escrevê-las, de formar frases com as mesmas, bem como, as formas de tratamento utilizadas de maneira mais informal em certos documentos tais como: petições, ofícios, pedidos de patentes, textos acadêmicos, dentre outros, mas que demonstra um avanço significativo em nossa forma de escrever, o que demonstra uma grande aprendizagem conquistada e portanto algo para nos orgulharmos muito.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
DÍVIDA, COMO EVITAR.
Para você que está com este problema, procure a loja, ou o órgão que está realizando a cobrança, geralmente eles negociam com o devedor, a melhor maneira para terminar com a divida, pois, também é ruim para o comércio manter a pessoa inadimplente. Existem casos, onde os juros são suspensos, a pessoa consegue um desconto que pde chegar a 50% do valor, e ainda consegue parcelar o saldo devedor. Melhor mesmo é não fazer dívidas as quais não vai poder pagar, mas isto é difícil não é mesmo, até porque a pessoa pode estar trabalhando, recebendo um valor que dê para pagar uma prestação no valor "X", mas de repente, fica desempregada e não consegue mais pagar, tudo pode acontecer, por isso, não devemos pré julgar os outros, então aqui vão algumas dicas.
1. Compre um caderno, caso não possua um computador, se possuir utilize o Excel para realizar esta tarefa de muita utilidade.
2. Crie uma lista contendo o valor que você possui hoje em casa;
3. A partir deste valor, vá acrescentando os valores que tem para receber ou para pagar a partir do dia seguinte, inclua salários, alugueis, pensões, benefícios, serviços prestados, contas a pagar: com lojas, água, luz, telefone, educação de seus filhos, prestação do automóvel, etc.
4. Calcule o seu gasto semanal com alimentação separadamente, eleja um dia da semana para lançar o valor gasto, adicione a este pelo menos 25% a mais, pois desta forma sempre deverá sobrar algum valor para um passeio com a família, ou iniciar uma poupança quem sabe.
5. Separe também um dia, agora mensal, para demonstrar o valor gasto com rancho, é importante que você faça uma lista, onde deve enumerar tudo o que você possui em casa, considere como estoque, depois, inclua aquilo que está faltando, não esqueça de acrescentar o valor aproximado dos produtos, é bom antes de comprar, fazer uma pesquisa de preço, às vezes o gasto com o combustível do veículo, ou estadia do mesmo no estacionamento do supermercado, torna este um gasto desnecessário, até porque muitos supermercados entregam o rancho, dependendo do valor, em casa, sem custo para o cliente.
6. Se for possível, abra uma conta corrente do tipo essencial em um banco, esta conta lhe dá o direito a dez folhas de cheque, um limite de crédito, dependendo do tamanho de seus depósitos, bem como, cartão bancário, sem cobrança de taxa de manutenção, ou seja, é gratuita e ajuda você na hora de organizar os seus gastos, pois, você terá um limite de retiradas, mensais, dinheiro longe é dinheiro guardado, não se esqueça de anotar os gastos com cheques no canhoto do talão e também no caderno contábil, se for pré datado, a data a ser depositado, deve estar descrita no local correto onde se escreve a data no cheque, caso contrário, se for depositado antes da data, o Banco Central, não poderá fazer nada para ajudá-lo.
7. Procure juntar o dinheiro para efetuar as compras a vista você poderá negociar um valor ainda mais baixo (isto é ganho de capital), se não der, faça o menor número de prestações possíveis, e só as faça, se o que vai ser adquirido, não puder esperar.
8. Converse com os funcionários da empresa de telefone que você utiliza, veja o plano que mais se adapte as suas necessidades, evite ficar trocando muito de operadora, pois, o bom pagador, sempre consegue um bom desconto quando ameaça trocar de serviço. Muitas vezes os descontos oferecidos para manter o cliente fiel, chegam a 30%, o que é considerado ótimo em uma inflação de 1.6% não é mesmo.
9. Aprenda a comprar produtos observando as etiquetas, muitas vezes aqueles produtos que parecem mais baratos, possuem peso menor, ou uma qualidade muito inferior, o que dependendo da utilização, fará você ter mais gastos no futuro.
10. Se sentir que por algum motivo, não vai conseguir pagar todo o saldo do cartão de crédito, procure o gerente de seu banco e peça a ele um empréstimo pessoal, mas pague todo o cartão, pois, os juros do empréstimo pessoal podem chegar a 4%, já os juros das administradoras de cartão de crédito não baixam de 10% ao mês, mais multa de 2% por atraso de pagamento, também evite o limite do cheque especial, os juros são iguais ou superiores aos das operadoras de cartões de crédito.
11. Nunca deixe de anotar, qualquer compra, recebimento, ou seja lá o que for em seu caderno ou tabela do Excel contábil, pois isto lhe ajudará a estudar e a trabalhar mais tranqüilo, pois, quem sabe gastar não gasta, investe, já quem não sabe, só se prejudica, e o nome limpo na praça, mais a cabeça tranqüila no travesseiro são fatores predominantes, que somados a uma vida regrada e a uma alimentação sadia, só trarão bons resultados em toda a sua vida profissional e pessoal.
Estas são as dicas do professor Marcos para que você tenha mais progresso em sua vida, aluno do EJA, não deixe de frequentar a escola. Fale para o seu professor que deseja aprender algo mais necessário, ele vai lhe entender. Comunicação é tudo, sem ela o prejuizo é muito grande para todos.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
DIMINUIÇÃO DA EVASÃO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS, UMA QUESTÃO DE POSTURA PERANTE OS NOSSOS ALUNOS.
domingo, 1 de novembro de 2009
UMA NOVA HISTÓRIA DE INCLUSÃO.
Um belo dia, os pais da criança, venderam as terras que possuíam, foram morar mais perto da cidade, levaram a criança para fazer avaliação médica, conseguiram um laudo favorável e matricularam seu filho em uma escola municipal. A criança feliz da vida, pois, conheceria novos amiguinhos, pediu para sua mãe um uniforme igual o das outras crianças, pois, queria sentir-se aluno de fato. Assim sua mãe fez, comprou o uniforme e levou para a criança, que abriu um largo sorriso, os olhos brilhavam, tudo era alegria.
O grande dia chegou, sua mãe saiu empurrando a cadeira de rodas pelas ruas da cidade, a escola ficava a cinco quadras da casa onde moravam, não havia um veículo apropriado para levar e buscar a criança na escola, por outro lado, as calçadas também não eram adaptadas para que a cadeira pudesse circular livremente, em alguns locais, nem calçada existia. Com muito esforço, aquela mãe conseguiu levar aquela criança para a escola. Passou com sacrifício pelos degraus do portão, foi ajudada pelo guarda da escola para vencer a escadaria que levava ao primeiro andar do prédio, onde ficava a sala onde a criança estudaria, conversou com a professora, que a olhou de maneira estranha, mas a pedidos da criança, foi para casa. No término da aula veio buscar a criança, que estava feliz, mas deixava transparecer que algo estava errado, mesmo sem reclamar, afinal uma mãe zelosa conhece o modo de agir e estar de seus filhos.
No segundo dia de aula, a mesma coisa, o mesmo trajeto, as mesmas dificuldades, mas tudo valia a pena para ver o sorriso largo daquela criança.
Uma semana se passou, aquela criança já não sorria mais, apesar de não se queixar de nada, sua mãe estava muito preocupada com seu modo de agir. A mãe resolveu então visitar a criança na hora do recreio, fez a sobremesa que a criança mais gostava, chegou no pátio da escola e não encontrou o seu filho brincando com as outras crianças. Resolveu falar com a professora, a qual lhe disse: seu filho não pode brincar com os outros, ele é deficiente físico lembra? A mãe correu para a sala de aulas onde sempre deixava a criança, e a encontrou fechada, a porta estava chaveada, solicitou ao guarda que abrisse a porta. Este disse ter ordens para mantê-la fechada, pois, havia lá dentro uma criança defeituosa que poderia tentar brincar com as crianças normais, as quais poderiam machucá-la, somente o fez na presença da professora, pois, esta era responsável pela turma. A criança estava lá dentro em um canto da sala, longe das mesas, com sua bolsa no colo, apreciando alguns desenhos pendurados na parede, onde as crianças haviam desenhado uma criança sentada em uma cadeira de rodas, brincando com elas numa grande ciranda.
A criança abraçou sua mãe, com aqueles mãos pequeninas, fez um carinho em seu rosto e disse: porque que a senhora não me avisou que só os normais podem brincar nesta escola? A mãe sem saber o que dizer, pegou a cadeira com a criança, sem aceitar a ajuda de ninguém foi para casa, chorando muito. O pai, quando soube do ocorrido, queria tomar uma providência, vamos processar esta escola, onde já se viu, prender nossa criança, ficou mais aborrecido ainda, quando observou, que no caderno da criança não havia nada escrito. Mas a criança sabia o nome das letras, pois, ouvia os outros dizendo.
Uma semana se passou, um grupo de alunos(as), apareceu na casa da criança com necessidades educacionais de aprendizagem, junto com elas veio uma mulher, e todos se identificaram, os alunos (as). eram colegas de turma da criança aqui citada, a mulher era supervisora educacional da escola, e todos vieram pedir o retorno da criança à escola, pois, os colegas queriam muito poder brincar e conversar com o novo amiguinho. Mais tarde, apareceu um senhor com uma Kombi, que era pai de um aluno que estudava na mesma escola, ele ofereceu-se para transportar aquela criança na ida e na volta da escola. Quando a mãe chegou na escola com a criança, a sala de aulas já não era mais no andar superior, havia sido transferida para o térreo, os outros alunos, tinham trazido um bolo para homenagear a nova amizade. O sorriso largo brotou na boca de todos que ali se encontravam, a professora que antes havia agido de maneira errada, correu para o encontro da mãe e num forte abraço lhe pediu desculpas, pois, não sabia como proteger o menino, nem mesmo como ensiná-lo, mas a secretária de educação da cidade, havia encaminhado para ela um orientador e ela com certeza faria de tudo para realizar o sonho da criança, que agora também passara a ser de todos naquele ambiente escolar.
Passados alguns meses, outras crianças, algumas com as mesmas dificuldades desta, outras até com necessidades consideradas de nível mais elevado, foram aceitas nesta escola. A maioria morava ali próximo da escola, há vários anos, mas os pais tinham medo de matriculá-las pois, nunca haviam presenciado alguém com necessidades educacionais de aprendizagem freqüentando aquela instituição. Precisou um pai de família, vender tudo o que possuía, para realizar o sonho de sua criança, o qual já era o sonho de muitos, mas que vários pais não tentavam realizar, uns por medo, outros por receio, alguns até por vergonha da condição de seu filho.
A inclusão acontece, quando nós resolvemos mudar alguma coisa, utilizando o amor como forma de demonstrar que somos todos iguais, afinal todos temos sonhos, e como é bom quando podemos realizá-los, não é mesmo?
O MENINO SELVAGEM - O filme.
O médico tal como um animal, ficava o tempo todo tentando mostrar ao jovem, quem era o líder do grupo, o dono da casa, quem mandava e quem tinha de obedecer. O que aliviava um pouco o sofrimento do menino era a presença da governanta, esta parecia entender e respeitar o tempo do menino, ela foi a melhor coisa que aconteceu para ele naquele momento.
O médico às vezes tinha algumas recaídas de bom moço, deixando que a criança brincasse um pouco, mas estes momentos eram raros, pois, precisava mostrar suas experiências em palestras, afinal era a chance de ficar famoso e angariar mais dinheiro. Colocou a governanta como tutora do menino, para poder receber os francos do governo enquanto realizava sua experiência.
Não ensinava a língua dos sinais ao menino, não o deixava se comunicar com outros surdos utilizando esta língua, queria que ele aprendesse o significado das palavras, e quando conseguia, pronunciar alguma delas. O menino, o qual chamou de Victor, pois as palavras que possuíam o tom mais grave este atendia, como quando pegamos um cachorro grande para criarmos, e não sabemos seu nome, então tentamos chamá-lo com a palavra a qual ele parece mais ambientado, Duque, Totó, Rintin, etc,. neste caso o som “tor”, parecia mais apropriado, pois o menino atendia melhor quando ouvia este som, e ai o nome “Victor”. Mas poderia ao menos tratá-lo melhor. Os cães são mais bem tratados.
Bater em seus dedos, para que aprendesse a contar, que coisa triste. Este filme me levou para alguns anos, quando professores usavam palmatórias e réguas de madeira, sem contarmos com os grãos de milho, as orelhas de burro, as tampinhas de garrafa, onde os alunos ficavam ajoelhados quando cometiam algo que fosse julgado impróprio, dentre outras formas grotescas, tempo selvagem não é mesmo. Os professores, não sabiam como mostrar que deviam ser respeitados e partiam para a ignorância, mas quando perguntado, quem era ignorante? O professor respondia “é o aluno”, afinal ele não sabe nada e eu ensinei tudo a ele.
Assim sendo acredito que devo desculpar o médico por suas atitudes, afinal este filme conta uma história que aconteceu antes de 1.800 d.C. As pessoas ainda não eram assim tão educadas, mas acredito que mesmo naquela época deviam existir professores que utilizassem métodos mais respeitosos para educar seus alunos, fossem estes considerados selvagens ou não.
Outra pergunta: será que realmente o médico ajudou o aluno? Este agora podia se comunicar, mas sempre escrevendo o nome do objeto ou outra coisa que estivesse interessado, a não ser que estivesse próxima a seus dedos para que pudesse apontá-la, pois, não sabia a língua dos sinais, não conseguia se quer se comunicar com outros surdos, e para se comunicar com estranhos ditos normais, tinha de escrever tudo o que gostaria de dizer, exceto leite, esta palavra ele conseguia pronunciar, tamanha era à vontade de tomar outra coisa que não fosse água.
Este garoto passou por todo o tipo de selvageria, mas acredito que a mais difícil, foi à selvageria humana, pois, esta dizia ter motivos para tratá-lo assim, já que pretendia civilizá-lo.
O teste da aprendizagem sobre justiça, o professor (médico), tenta trancar o menino no armário, sem que ele tenha feito nada de errado, e o menino recusa-se a entrar lá dentro. O médico deduz que o menino entende a diferença entre o certo e o errado, possui senso de justiça. Será que o médico sabia a diferença entre certo ou errado, na hora de ensinar ou conversar com aquele menino?
O médico se manifestou curioso pelo fato daquela criança nunca haver chorado antes, o menino sofreu tanto que acabou chorando na frente do médico, por várias vezes depois.
Alguém presenciou no filme, um momento em que aquele menino sorriu?
O tal médico, foi parar nos Estados Unidos, escreveu um livro, ficou famoso etc, etc e etc,.
Como será que agiriam as pessoas para educar um menino encontrado na selva, com mais ou menos 12 anos de idade, nos dias atuais? Vamos mais fundo: como você, professor, estudante de pedagogia agiria?
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
O FILME DOCUMENTÁRIO SOBRE O MESTRE "PAULO FREIRE", E O CURSO DE ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS:
Um dos momentos que demonstra claramente a transformação a que Paulo freire se refere, é a parte do filme, onde os alunos visitam a sua comunidade, e resolvem entrevistar os moradores, para saber quais os anseios que os mesmos possuem naquele local. Algumas pessoas reclamaram do asfalto, que não existe, outras da falta de uma quadra poliesportiva, da falta de saneamento básico, de uma creche, etc. A maioria das coisas listadas, não existia na pratica, mas na mente das pessoas, estas sabem que estas coisas são importantes para se viver de maneira mais digna, mais confortável. Se na mente das pessoas estas coisas já existem, falta pouco para que existam também na realidade, o que com certeza deverá ocorrer em breve, visto que agora que estas pessoas aprenderam a ler e a escrever, participarão de maneira mais consistente na política urbana, causando a transformação no ambiente onde vivem, pois, não são mais seres calados, escondidos, com receio de não ser bem interpretados, mas sim pessoas que demonstraram em sala de aula, um saber muito profundo sobre o que realmente precisa ser melhorado na região onde vivem, bem como, aprenderam a trabalhar em equipe, o que reforçou nos mesmos o espírito de união, que causa a transformação de maneira muito mais significativa.
Quando o aluno Luis (caminhoneiro de profissão), relata no início do filme, que não retirou o certificado expedido pelo exercito, devido ao fato de sentir-se envergonhado por não haver conseguido assinar o nome, vendo-se obrigado a carimbar o documento com sua digital do dedo polegar direito, demonstrou claramente uma situação triste a qual esta sujeita uma pessoa que não sabe escrever, levando-a a esconder-se perante a sociedade que a cerca. Este senhor, apesar de conhecer muitas partes de nosso país, tinha na cabine do caminhão seu refugio perante a sua falta de instrução. Nos dias atuais, dificilmente conseguiria possuir uma Carteira de Nacional de Habilitação, já que deveria realizar cursos para poder efetuar as avaliações necessárias para a expedição da mesma. Quando este mesmo senhor, diz pretender desistir do curso, a maneira de persuadi-lo a ficar por parte da professora Sônia, foi muito eficaz disse ela: senhor Luis, o senhor está com 57 anos de idade, há menos de um ano cursando este curso. O senhor acredita que possa aprender em menos de um ano, o que não aprendeu em 56 anos? Neste momento ela convenceu o cidadão Luis, a buscar o conhecimento, a fazer valer seus direitos de ser humano, e ele resolveu então continuar os estudos.
Paulo Freire, ao relatar que certa pessoa, emocionou-se ao conseguir escrever o nome da esposa “Nina”, com a qual convivia há vários anos, demonstrou que houve uma transformação significativa na vida desta pessoa, pois, sabendo ler e escrever, tanto a sua vida pessoal, tanto profissional melhoraram, pois, a comunicação dentro e fora do lar é muito importante para quem quer que seja, a libertação da ignorância a favor da boa educação revitaliza, faz com que a pessoa veja as coisas de um outro ângulo, uma nova lógica, fundamental para uma vida mais digna e mais saudável.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
PLANEJAMENTO DE AULA E SUA IMPORTÂNCIA.
Ocorreu comigo, e ocorre com vários professores, quando cheguei na escola para ministrar aula, um dos primeiros comentários que ouvi foi, ele é estagiário, não notaram pelo caderno com os planos de aula que ele carrega. Realmente eu carregava um caderno, com todos os conteúdos que ministraria em sala de aula, mais alguns recursos que não cabiam no caderno, tais como, cartazes, etc., e isto me fazia sentir bem, pois, eu conseguia saber o desempenho dos alunos após a aula, quando da anotação da ação-reflexão-ação.
Para a maioria dos professores, deixar de fazer tal caderno, significa mostrar superioridade, é como se soltasse às amarras que possuía com o curso de magistério, passasse a demonstrar mais experiência perante os novos, que chegassem para ministrar aulas em suas escolas. Para mim, o tal caderno de plano de aulas, é justamente o oposto, é a maneira de me manter ligado a um dos momentos mais importantes da minha vida, o curso de magistério, onde aprendi a dar maior importância sobre a organização, principalmente na hora de desempenhar a função de professor. Quantas vezes presenciei a falta de professores em sala de aula, e na hora da entrada do professor substituto, este tinha de valer-se, dos cadernos dos alunos para tentar dar continuidade ao trabalho do colega, que não estava utilizando o plano de aula, ou plano de unidade, não importa o nome, o importante é que estas pessoas não estavam demonstrando comprometimento com as metodologias aprendidas no curso de magistério.
A Tutora Cristiane nos fez um relato na noite de ontem, que demonstra bem, o que acontece com o professor, que não utiliza o plano de aula, ele termina caminhando em círculos, ou seja, fica perdido, sem rumo. No início ele pode até conseguir ministrar suas aulas relativamente bem, mas, com o passar do tempo, ele acaba tornando-se repetitivo, sem conteúdo, cansativo, perdendo-se até no que está falando, e os alunos notam isto e terminam tomando conta da aula, pois, o próprio professor já não está mais motivado para a mesma, já que não se preocupa se quer, em pesquisar algo novo para debater com os alunos, pois, não sabe como registrar ou utilizar isto em sua metodologia.
Muitos professores querem continuar com o plano de aula, mas devido a fatores econômicos, assumem mais de um turno de trabalho, geralmente com turmas diferentes e isto os prejudica. Suponhamos que o professor estava desenvolvendo atividades no turno da manhã, com uma turma de 2ª série, mas conseguiu dobrar seu horário para 40 horas, só que a tarde deverá ministrar aulas para uma 4ª série, são duas turmas distintas. No início, o professor tenta continuar fazendo o plano de aulas nos dois turnos, depois, acaba optando por fazê-lo para apenas um, pois, cansa muito, ele não ganha o suficiente, tem os filhos para olhar e não pode mais conviver com a família devido ao plano, em fim uma série de desculpas para fazer apenas um plano. Passado algum tempo, o mesmo professor também desiste de realizar o outro plano, e novas desculpas são dadas para este fato, tem muitas avaliações para corrigir, tem de colocar o caderno de chamadas em ordem, já registro alguma coisa no caderno de chamadas, a supervisora da escola já está satisfeita, não sou mais estagiária, pra que utilizar este trabalho a mais, isto é para o novato, e assim por diante. Neste instante o professor acaba de romper um pouco da barreira com o seu curso, tão importante, o magistério, em busca de conforto, o qual parece existir, pois, diminuiu um pouco de seu trabalho, ao menos aparentemente. Por sua vez, os alunos que não são bobos, notam que o professor, começa a utilizar mais os livros, afinal ele precisa preencher o tempo com alguma coisa na sala de aula, neste instante as conversas em sala se tornam mais comuns, porque copiar textos e mais textos, agora, se posso conversar com o colega e depois em casa copiar, as aulas começam a ficar mais chatas, angustiantes, o professor começa a deixar os alunos sem recreio, pois estes se negam a copiar os conteúdos dos livros. Os alunos por sua vez, querem conversar sobre novidades, coisas gostosas, curiosidades que viram em determinados locais, e poderiam com certeza ser utilizada em sala de aula, como forma de motivação, levando o aluno a aprender de forma muito mais salutar, mas o seu professor, não está conseguindo desempenhar bem suas funções, pois, está trabalhando as tais 40 horas, está cansado, são duas turmas diferentes, mais avaliações para corrigir, mais reuniões pedagógicas, mais reuniões com os pais, mais problemas com indisciplina, a cabeça do tal professor está atordoada com tanta coisa, ele não vê a saída para o seu problema, o qual tende a piorar. Na realidade tanto o professor, como os alunos estão chegando ao seu limite, por pura falta de organização, de busca de alternativas, ou retorno às origens, ou quem sabe, ao velho plano de aula, aquele que aparentemente dava mais trabalho, mas que deixava o professor dormir tranqüilo, pois já tinha tudo planejado para o dia seguinte, e ainda podia acrescentar mais alguma novidade, pois, o plano é flexível e se o assunto render aprendizagem porque não aproveitar.
O que estou presenciando a cada dia, é que muitas pessoas não querem olhar para trás, ficam com medo de assumir o equivoco cometido, quando do abandono do plano de aula, mas, agora estão na universidade, em curso voltado para a mesma área, onde está sendo cobrado o tal plano de aula novamente, e pra piorar as coisas, terão de realizar o tal estagio, onde a supervisora instituída pela UFRGS, cobrará o tal planejamento, bem como, a maneira como estará sendo desenvolvido em sala de aula. Neste período, o professor poderá avaliar novamente a importância deste material de trabalho em sala de aula, observando que quem está ganhando são os dois lados, o professor porque tem sempre algo novo para dividir com os alunos, os alunos porque não têm que ficar copiando textos de livros, bem como, podem utilizar momentos lúdicos onde todos aprendem, desde que bem organizados e com praticas que causem a aprendizagem. Quem sabe, estes colegas não vejam o quanto é bom retornar ao estágio, pois estão na realidade tendo uma chance de rever alguns conceitos e sair de verdade da mesmice, já que esta é causada justamente por aqueles, que se acham experientes a tal ponto de largarem de mão o tal plano de aula, sem considerarem que este também é o inicio para largarem de mão os seus alunos e toda a aprendizagem que estes merecem, em um ambiente sadio, prazeroso e motivador.
Ontem, uma colega disse para a tutora Cristiane, que mesmo não utilizando o plano de aula, o qual julga desnecessário, ela consegue fazer reflexões sobre o andamento dos alunos. A tutora rebateu dizendo, mas todos nós professores refletimos, até enquanto estamos dormindo, nos preocupamos com os alunos, mas fica mais fácil encontrar a solução, quando nos organizamos ou nos programamos para ministrar a aula, por isso é importante a utilização do plano de aula.
O plano de aula, para ser consistente, deve ser baseado em um projeto, o qual deve possuir uma temática que seja de interesse daquela comunidade escolar, este projeto sim terá um dia para iniciar e um dia aproximado para terminar, sua culminância.
Um plano de aula bem elaborado necessita ao menos:
Cabeçalho com o nome da escola e o número da classe ou turma;
1. Data;
2. Série;
3. Temática – aquela do projeto;
4. Disciplinas / conteúdos;
5. Objetivos Específicos das Atividades do Dia;
6. Procedimentos;
Recursos e Técnicas.
7.Desenvolvimento;
Onde consta tudo o que ocorreu em sala de aula.
8. Ação-Reflexão-Ação.
Onde o professor avalia como foi o seu dia, qual o aluno, que não entendeu bem o que foi ministrado, para possível mudança de estratégia, utilizando outras técnicas, bem como, outros recursos, etc, sempre pensando na aprendizagem.
Existem maneiras diferentes de se fazer planos de aula, bem como, alguns professores mais antigos, fazem planos de unidade, mas o que importa é que todos procurem ao menos organizar o plano de maneira a demonstrar organização e equilíbrio com a série, bem como com respeito às habilidades dos alunos, pois, alguns podem possuir algum tipo de deficiência e isto deve ser sempre levado em consideração, quando na elaboração do mesmo.
Pense nisso quando estiver em sala de aula, e não julgue o colega, menos experiente, devido ao caderno que ele carrega, onde trás os tais planos de aula, os que ele ministrou ontem, ou hoje, mas que terão conseqüências benéficas no amanhã.
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
INTERAÇÃO A DISTÂNCIA - ATIVIDADE EM GRUPO.
1º. Convidei as colegas a fazerem parte do grupo;
2º. Postei o resumo do filme neste Portfólio de aprendizagem - link:
http://peadportfolio164190.blogspot.com/2009/10/resumo-do-filme-meu-nome-e-jonas.html
3º. As colegas observaram o filme, ou o resumo postado no Portfólio;
4º. As colegas fizeram as suas observações por escrito, com respeito ao filme, enviando-me por e-mail, conforme segue:
Colega “A”:
RESUMO DO FILME
O QUE PUDE ENTENDER DO FILME, É QUE SE TRATA DE UM MENINO SURDO, QUE POR SER SUPERPROTEGIDO PELA MÃE E NÃO TER COMPREENSÃO E NEM ACEITAÇÃO DO PAI É ROTULADO COMO DEFICIENTE MENTAL E SOFRE INUMERAS INJUSTIÇAS E TRAUMAS.
Acredito que Jonas foi vítima da discriminação da própria família, que por não aceitar o problema, levou o menino a ater inúmeras dificuldades, tendo que ser internado. Nota-se que até a avó teve preconceito quanto ao programa de ajuda.
Vejo isto como algo atual, pois em sala de aula enfrentamos muitos problemas semelhantes, onde a família não aceita procurar ajuda ao filho com dificuldades deixando que se agrave, tornando o problema algo bem maior do que realmente é, pois tentam mascarar o fato.
A
Colega “L”:
Análise do filme: Meu nome é Jonas
Na minha opinião Jonas passou por muitas dificuldades e desafios na sua própria família, primeiro não conseguia se comunicar com seus pais, não conseguia expressar seus sentimentos e não conseguia se fazer entender, isso trouxe para ele muitas angústias e tristezas fazendo com que ele tivesse um comportamento inesperado com a família e chegando a ser agressivo com todos.
Eu acho que o grande desafio que Jonas teve que passar foi quando ele entrou na escola pela primeira vez, para uma pessoa surda, que mesmo com o uso de aparelho não conseguia ouvir os sons, como é que ele iria aprender a se comunicar com os outros e poder dizer o que estava acontecendo com ele e o que ele estava sentindo, e fazer parte da sociedade sem conseguir se comunicar é quase impossível, por sorte ele e sua mãe encontraram um local adequado para pessoas surdas, onde ele consegui fazer amizades, se adaptar e então aprender a se comunicar e se fazer entender.
Eu acho que esta história seria sim um pouco diferente nos dias de hoje, pois hoje em dia as pessoas são mais esclarecidas e tem mais conhecimentos, como por exemplo, de escolas especiais para pessoas com deficiência auditiva, é claro que ainda existe o preconceito como o que Jonas sofreu com seu próprio pai, mas as informações hoje em dia são bem mais divulgadas e a inclusão está ai para que todos tenham as mesmas oportunidades.
Colega “E”:
O filme nos mostra que a ignorância sobre as reais capacidades e habilidades, do indivíduo surdo, reforça mais o preconceito que o ser humano já apresenta, naturalmente, em relação àqueles que são diferentes.
A angústia de Jonas em não poder se manifestar e entender a liguagem dos ouvintes leva-nos a perceber a necessidade de propagação da lingua de sinais, principalmente nas escolas especiais que trabalham com e para os surdos e junto aos pais ouvintes com filhos surdos.
Com o passar do tempo muitas dificuldades e barreiras foram sendo ultrapassadas e os surdos foram conquistando seu lugar dentro da sociedade e também na educação. Atualmente os sistemas educacionais procuram um novo caminho no trabalho com o surdo dentro das escolas. Porém sabemos que apesar da melhora dos métodos para o ensino dos surdos, o preconceito e a manipulação por parte de alguns ouvintes ainda prevalecem. Deste modo, a presença do professor surdo dentro das escolas especiais torna-se primordial, pois ele será um modelo de linguagem.
5º. A partir deste material somado ao resumo do filme postado anteriormente, cheguei a um esboço do texto analítico:
ANÁLISE DO FILME "SEU NOME é JONAS":
Analisando o filme “Seu Nome è Jonas”, podemos entender que Jonas sofreu muito por várias questões, na época, diagnosticar a deficiência auditiva em crianças pequenas era muito mais difícil que nos dias atuais, apesar de que hoje, muitas comunidades não possuem hospitais, em outras, os hospitais não possuem material necessário para este tipo de exames, a distância é um transtorno a ser vencida nestes casos. A família buscou auxilio médico, terminou por internar o menino em um ambiente errado, pois, até sair o laudo correto (período de três anos), Jonas foi tratado como deficiente mental, sofrendo todos os tipos de privações que estes sofriam na época.
A família não entendia Jonas, que por sua vez não entendia a família, esta falta de comunicação angustiava ambos os lados, mas prejudicava muito mais ao Jonas, que não conseguia compartilhar seus sentimentos, o que poderia evoluir o quadro para uma piora significativa, incluindo quem sabe uma depressão profunda. A tentativa na escola, em fazer com que Jonas lesse os lábios, frustrava ainda mais o menino, pois, para que isso acontecesse, ele precisaria ouvir os sons, para tentar pronunciar as palavras às quais os sons produzidos pelos lábios formavam. Jonas não escutava, nem com o auxilio de aparelho auditivo. A escola também não permitia a utilização da língua dos sinais, o que dificultava muito a aprendizagem por parte de Jonas, irritando-o a ponto de negar-se a ir para a escola. A convivência em sociedade era difícil, a companhia do avô foi muito importante, pois, mesmo sem entender o Jonas, com respeito a tudo o que ele queria, o avô, lhe supria de carinho, este afeto ajudou muito em seu desenvolvimento. Com a morte do avô, Jonas demonstrou, ao pegar o ônibus sozinho, que era capaz, que queria saber o porque das coisas, afinal o seu cognitivo estava desenvolvido, a sua comunicação é que não estava ocorrendo por motivos óbvios.
Jonas foi apresentado à língua dos sinais pelos surdos, através desta convivência e aprendizagem, conseguiu ser incluído na sociedade, a vontade em comunicar-se era tão grande, que Jonas logo conseguiu demonstrar o quanto era capaz, pois, possuía uma inteligência significativa, a qual havia sido sufocada de certa forma, até aquele momento. Dificilmente uma história como esta poderia ocorrer nos dias de hoje, ao menos em paises tecnologicamente evoluídos, mas, o fato é, que não podemos dizer que não seja possível, pois, aqui mesmo em nosso país, quantas cidades ainda não possuem os métodos de diagnosticar a deficiência auditiva, algumas nem se quer possuem hospital ou posto de saúde, outras estão localizadas em locais tão distantes das grandes metrópoles, com meios de transportes precários, que tornam difícil o acompanhamento médico por exemplo. Assim sendo, não podemos descartar que uma história parecida esteja acontecendo nos dias atuais, em algum lugar, desejando que seja desvendada e tenha um final mais feliz que a do Jonas, o qual sofreu muito.
A inclusão esta sendo tratada de forma responsável, mas ainda existem barreiras que precisam ser vencidas, o preconceito, o desrespeito, a falta de amor ao próximo, ainda estão presentes de maneira significativa em nossa sociedade, mas, através da união, de pessoas voltadas principalmente para a área da educação, isto tende a diminuir consideravelmente. Precisamos dividir nossos conhecimentos com a comunidade escolar como um todo, afinal somente o professor em sala de aula, não conseguira mudar o pensamento de alguém, é de suma importância à participação dos pais ou responsáveis pelos alunos, bem como, outros profissionais relacionadas a outras instituições, como por exemplo da área da saúde para ajudar com palestras, na divulgação e busca de solução para problemas como o que ocorreu com este menino. Também a qualificação de professores com curso de língua de sinais, ajuda com que estas crianças consigam se fazer presentes nas salas escolares de inclusão, já que muitas vezes à distância de uma escola especial para crianças auditivas, lhes tira a chance de exercer o que lhes é oferecido em Lei, o direito a estudar e conquistar a dignidade de exercer uma profissão, vivendo com a liberdade de quem vive em um país democrático de fato e de direito.
6°. Como podemos observar, num primeiro momento, o texto relacionado à análise ficou um tanto longo, não podíamos deixar de tentar seguir as orientações da professora responsável pela solicitação da atividade, desta forma, o texto foi resumido para atingir o tamanho de uma página, desconsiderando o cabeçalho. Neste instante, o texto é novamente enviado para as colegas do grupo, que opinam sobre a melhor forma de postagem. O texto final é redigido e postado, respeitando a vontade da maioria dos participantes do grupo.
7º. O texto concluído, foi postado desta forma:
Análise do Filme “Seu Nome É Jonas”.
Analisando o filme “Seu Nome è Jonas”, podemos entender que Jonas sofreu muito por várias questões. Na época, diagnosticar a deficiência auditiva em crianças pequenas era muito mais difícil que nos dias atuais. A família buscou auxilio médico, terminou por internar o menino em um ambiente errado, pois, até sair o laudo correto (período de três anos), Jonas foi tratado como deficiente mental, sofrendo todos os tipos de privações, que estes sofriam na época.
A falta de comunicação angustiava ambos os lados, mas prejudicava muito mais ao Jonas, que não conseguia compartilhar seus sentimentos, o que poderia evoluir até quem sabe para uma depressão profunda. A tentativa na escola, em fazer com que Jonas lesse os lábios, frustrava ainda mais o menino, pois, para que isso acontecesse, ele precisaria ouvir os sons, para tentar pronunciar as palavras que os lábios formavam. Jonas não escutava, nem com o auxilio de aparelho auditivo.
A escola também não permitia a utilização da língua dos sinais, o que dificultava muito a aprendizagem por parte de Jonas, irritando-o a ponto de negar-se a ir para a escola. A convivência em sociedade era difícil, a companhia do avô foi muito importante, pois, mesmo sem entender o Jonas, com respeito a tudo o que ele queria, o avô, lhe supria de carinho, este afeto ajudou muito em seu desenvolvimento. Jonas foi apresentado à língua dos sinais pelos surdos, através desta convivência e aprendizagem, conseguiu ser incluído na sociedade, a vontade em comunicar-se era tão grande, que Jonas logo conseguiu demonstrar o quanto era capaz.
É possível ocorrer problemas como o do Jonas nos dias atuais, pois, aqui mesmo em nosso país, quantas cidades ainda não possuem os métodos de diagnosticar a deficiência auditiva, algumas nem se quer possuem hospital ou posto de saúde e estão localizadas em locais tão distantes das grandes metrópoles, com meios de transportes precários, que tornam difícil o acompanhamento médico por exemplo.
A qualificação de professores com curso de língua de sinais, ajuda com que estas crianças consigam se fazer presentes nas escolas normais, através da inclusão, já que muitas vezes à distância de uma escola especial para crianças auditivas, lhes tira a chance de exercer o que lhes é oferecido em Lei, o direito a estudar e conquistar a dignidade de exercer uma profissão, vivendo com a liberdade de quem vive em um país democrático de fato e de direito.
8º. Acredito que devemos utilizar cada vez mais os mecanismos relacionados com a tecnologia na educação, com o intuito de realizar nossas atividades de maneira mais harmoniosa, pois, o blog, o pbwik, o e-mail, dentre outras ferramentas estão ai, para serem utilizados gratuitamente, facilitando o acesso de membros do grupo dentre outros que tenham interesse em colaborar.
Aproveito para agradecer as colegas participantes, duas das quais, eu ainda não havia tido a honra de compartilhar momentos de aprendizagem. Foi muito bom realizar esta atividade com vocês.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
RESUMO DO FILME: VAMOS PASSEAR NA VASSOURA DA BRUXA ONILDA?
2. Enquanto a professora Fabiana, contava a história, mostrava aos alunos fotos, gravuras, com imagens de Veneza, o que despertava curiosidade nas crianças, as quais faziam perguntas comopr exemplo: Por que existe tanta água naquela cidade? Todas as pessoas possuem barcos naquele local? Dentre outras, a professora por sua vez, parava de contar a história e satisfazia a curiosidade dos alunos (as). Desta forma ela estaria trabalhando literatura infantil, língua portuguesa, geografia e artes visuais ao mesmo tempo, o que tornava aquele momento muito instigante e prazeroso.
3. No dia seguinte a professora convidou os alunos a confeccionarem uma pizza em homenagem a Bruxa, já que a Itália é famosa por suas pizzas suculentas. A professora trouxe a massa previamente preparada, e cada aluno trouxe um ingrediente diferente, enquanto preparava as pizzas, a professora explicava sobre a importância de inserir na alimentação derivados do leite, como o queijo e o requeijão, bem como, a importância das verduras como a couve, e dos legumes como o tomate, numa refeição rica em proteínas, cálcio, vitaminas etc..., neste momento além da língua portuguesa, os alunos (as), estavam aprendendo, artes visuais e ciências, o que é muito importante para os alunos, ainda mais se tratando de alimentação, pois, muitas crianças não gostam de comer verduras e legumes nesta idade.
4. Após terminarem com as pizzas, a professora perguntou aos alunos se gostariam de fazer um passeio pela cidade de Porto Alegre. Antes porém ela avisou que todos deveriam confeccionar documentos, pois, sem identificação poderiam se perder na metrópole, e isto seria um desastre. De posse de algumas cartolinas e folhas de papel oficio, bem como cola, tesoura, lápis de cor, régua, caneta, e uma foto de cada aluno, a turma se reuniu e juntos fizeram passaportes para cada aluno (a), eles ficaram ótimos, muito bonitos e coloridos.
5. Todos foram até uma agência de turismo, as crianças compararam a agência com a que a Bruxa Onilda havia ido. Enquanto visitavam prédios históricos e parques, fizeram uma pausa para um piquenique, a aula foi uma festa, novamente a professora estava desenvolvendo atividades ligadas à história, geografia, língua portuguesa e ciências.
6. Por último, tiveram a idéia de criar histórias sobre a Bruxa Onilda, para isto cada um levou a boneca da Bruxa Onilda para casa, a qual ficou com a mesma por um dia inteiro. Após este espaço de tempo, a criança tinha que relatar tudo o que foi frealizado com a participação da Bruxa Onilda. Depois que as histórias foram escritas em folhas de caderno pelas crianças, a professora juntou todas as histórias e montau um lindo livro infantil, junto com os (as) alunos (as). A culminância deste projeto, foi justamente um mini coquitel de lançamento do livro, onde compareceram os pais dos alunos, bem como, colegas de outras séries e demais profissionais da escola, para apreciar a obra realizada por estes pequeninos. Foi uma festa maravilhosa. Novamente a professora estava utilizando atividades interligadas, como língua portuguesa, educação artística, geografia, ciências, etc,. As aulas causavam uma aprendizagem significativa, sem cansar os alunos (as), pelo contrário, eles querem é mais. Ma isto fica para o próximo projeto.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
RESUMO DO FILME - SEU NOME É JONAS.
Após sair do hospital, através do diagnóstico sobre sua condição de surdo, Jonas foi obrigado a utilizar aparelho auditivo, o que não auxiliava em sua aprendizagem, pois, por algum motivo não conseguia ouvir, mesmo utilizando o tal aparelho.
A família de Jonas é composta por seu pai (Danny), sua mãe ( Jeny Coreli( e seu irmão mais velho (Antonio).
1.Em uma escola convencional onde Jonas estuda, a professora quer ensiná-lo a ler os lábios, mas ele se irrita, já que não consegue ouvir os sons, como imitá-los. A professora tenta ajudá-lo oferecendo objetos, mas ele não consegue identificar seus nomes, pois, não sabe ler e não ouve os sons.
2.Jonas se torna agressivo às vezes, principalmente com a sua mãe, pois, quer se comunicar mas ela não o entende.
O inconsciente da mãe em um sonho, mostra que ela estava colocando o menino em uma redoma de vidro, no sonho descrito como uma bola, e isto a estava angustiando, pois, seu filho ficava cada vez mais preso, sem possibilidade de encarar a vida como deveria.
3.O pai de Jonas, o considera um menino retardado, é preconceituoso para com o filho. Quando o menino fez 7 anos de idade, fizeram uma festa de aniversário para o mesmo. Jonas ganhou uma bicicleta de seu pai. Apesar de conseguir equilibrar-se bem, não conseguiu ouvir o som de um automóvel que se aproximava e acabou caindo. Na mesma hora, seu pai, apesar de gritar com o motorista do veículo dentre outros que transitavam pelo local, defendendo o seu filho, quanto ao seu jeito de ser, o pai solicita a mãe, que interne o filho em um hospital para doentes mentais novamente, pois, está convencido de que ele não conseguirá incluir-se normalmente na sociedade por agir como um retardado.
Depois disso, o pai resolve abandonar a mãe de Jonas (Srª Jeny Coreli),
4.A avó de Jonas é consultada sobre a possibilidade de Jonas adentrar em um programa assistencial do governo, e diz ter vergonha por ter de ver seu neto utilizando um programa gratuito, segundo ela, até então nunca teve de utilizar tais programas para ajudar a sua família.
5.Uma amiga da mãe do garoto, aconselha a mesma, a não fazer com que o menino tente apenas ler os lábios, mas procure também fazê-lo utilizar a língua dos sinais, para facilitar a comunicação por parte deste. A mãe está cada dia mais desesperada com a situação, o pai do menino por sua vez, começa a enviar cartas com dinheiro para ajudar nas despesas da casa.
6.O melhor amigo de Jonas, seu avo, o qual era feirante morre de infarto fulminante na frente do menino, que não consegue entender o que está se passando, e fica cada vez mais angustiado.
A avó, explica o quanto deve ser difícil para o Jonas, não conseguir se comunicar, dividir seus sentimentos, isto está tornando-o um menino muito angustiado.
7.Jonas sai de casa, sozinho, de madrugada, entra em um ônibus, vai até o local onde funciona a feira na qual seu avô trabalhava, neste instante ele começa a entender o que ocorreu com o seu avô. A avó, vê o menino perambulando próximo ao local e comunica a mãe por telefone.
Enquanto a mãe se desloca para o local, Jonas é levado por um policial que o recolhe na rua, e o leva para um hospital psiquiátrico pois, o policial acredita tratar-se de um retardado, devido ao comportamento do menino, tentando fugir do mesmo.
8.Ao chegar no hospital, a mãe do menino o encontra amarrado, o que a deixa profundamente irritada com a situação.
A mãe de Jonas encontra um casal de surdos, enquanto transitava com ele na rua, por uma casualidade, e consegue finalmente comunicar-se com eles, através de escrita e também devido ao fato da mulher conseguir se comunicar através da voz, pela leitura labial. A mãe é convidada a conhecer um clube freqüentado por pessoas surdas, ela aceita o convite.
9.A mãe, leva uma amiga ao local onde funciona o referido clube, neste instante ela está conseguindo incluir-se neste universo tão diferente em termos de comunicação, com a ajuda de alguns surdos que ali freqüentam ela resolve incluir seu filho também neste mundo, até então desconhecido para o mesmo.
Jonas se adapta rapidamente a nova realidade, os amigos surdos começam por ajudá-lo a se comunicar, ensinando-o a língua dos sinais, primeiramente com o auxilio de todo o tipo de materiais encontrados no meio ambiente onde vivem, para isto, visitam parques, ruas e avenidas da cidade, enquanto passeiam, ensinam Jonas a como se comunicar.
10.O menino começa a descrever emoções através dos gestos, agora ele não é mais alguém que não é entendido, pois, consegue dizer frases através da língua dos sinais.
Jonas encontra uma tartaruga morta e mostra para os amigos surdos, que explicam como dizer morto na língua dos sinais. Ao encontrar com a avó, Jonas resolve presenteá-la com a tartaruga morta, fazendo-se entender quando se refere por sinais à lembrança do avô já falecido há pouco tempo.
11.Jonas consegue explicar seu sentimento de amor pela sua avó, que também exprime na língua dos sinais o quanto este sentimento é recíproco.
12.O filme termina quando Jonas demonstra estar totalmente incluído, ao entrar na escola ele consegue dizer seu nome utilizando a língua dos sinais: Meu nome é Jonas. É um momento muito bonito, pois, aquilo que para muitos parece tão simples, demorou muito para alguém que apesar de todas as dificuldades não desistiu de buscar a felicidade, através da inclusão.
Acredito que a mãe de Jonas, foi a maior responsável pelas conquistas deste menino, mas creio, que por obra do destino, quando ela resolveu visitar o clube dos surdos, onde teve a chance de sentir-se como eles, em um mundo diferente, onde os sinais são utilizados para a comunicação, sinais estes que ela até então não conhecia, neste instante ela percebeu o que seu filho estava sentindo, a angustia, à vontade de demonstrar seus sentimentos, mas não ter como, pra quem, já que ninguém o entendia. Quando ela apresenta o menino ao seu mundo, com pessoas que possuem as mesmas necessidades, em pouco tempo ele já começa a expor suas emoções, através da rápida aprendizagem da língua dos sinais. Neste momento o sofrimento dá lugar aos sorrisos, a alegria, tudo muda.
Fico me perguntando, quantos Jonas ainda estão por ai?
domingo, 4 de outubro de 2009
MUNDO DOS SERÁS.
Através deste curso realizado a distância reparei que a pesar de estar buscando um parâmetro ainda mais seguro para continuar neste rumo, relacionado à área da educação, a qual é muito abrangente e enigmática, à medida que todos os participantes do curso estão também envolvidos na busca por metodologias mais eficazes, onde consigam fazer valer a moral, a ética, fazendo-nos portadores de um novo tempo, onde a novidade não seja apenas a utilização de uma nova ferramenta (o computador), em sala de aula, mas também uma mudança comportamental, que resgate a aprendizagem nas escolas. Neste contexto, declaro que não estou convencido de que trabalhos em grupo, em um curso a distância, façam com que o aluno consiga demonstrar sua aprendizagem, mas sim, uma maneira encontrada para o despejo de informação dentro do sistema, baseado na divisão de tarefas, o que causa sobrecarga de alguns a favor de outros, não deixando nem o professor, nem os alunos demonstrarem verdadeiramente o que aprenderam. Os softwares utilizados podem levar a enganos, pois, quando o aluno posta sua atividade, a pasta criada, bem como, o texto por eles digitados, nem sempre ficam do modo que foram feitos originalmente, isto pode ocorrer por inúmeros fatores, por exemplo: o autor do texto por se tratar de atividade em grupo, pode há seu tempo enviar por e-mail, ou por outra forma o texto a algum componente, para que o mesmo faça algumas observações, mas, o texto é postado no programa por este que esta fazendo a observação, desta forma o programa passa a entender que quem criou a página, e foi autor do texto, foi quem postou a atividade e esta pessoa por sua vez, irá levar todos os elogios, bem como todas as criticas, caso o texto não fique a contento, de qualquer forma a pessoa que fez o texto será desconsiderada pelo tutor, bem como pelo professor, o que pode causar danos enormes principalmente quando da formulação dos conceitos ou médias, bem como, quanto à motivação na elaboração de uma atividade desta natureza.
Em se tratando de curso a distância o que fica mais comprovado em um trabalho em grupo é o mundo dos serás, o qual se resume em dúvidas e mais dúvidas que causam uma grande ansiedade por parte daquele que espera uma participação coletiva mais significante. Assim sendo, o aluno elabora a sua parte na atividade, mas não sabe se os outros componentes irão realizar as suas, vem à pergunta: Será que o fulano (a), irá realizar a parte tal, como foi solicitado? Será que conseguimos nos encontrar para realizarmos uma atividade relacionada aquela parte do trabalho? Será que o texto que estou enviando para consulta será devolvido para ser postado por mim, já que eu o desenvolvi? Será que o grupo participará de maneira consistente de todo o processo de realização desta atividade?
No final observando na pratica as atividades desenvolvidas, senti que não há participação coletiva nas atividades em grupo, ao menos não em todos os grupos, o que causa danos a quem participou e não foi levado em consideração, ou aquele que não participou e foi levado em consideração, pois este está sendo enganado, por achar que os elogios dados para si, refletem em seu desempenho no grupo, o que não é verdade, visto que postar texto de outra pessoa, pode quando muito lhe causar facilidade momentânea, a qual será desmascarada em uma avaliação presencial, que custará caro em seu currículo.
Acredito que as atividades em grupo facilitam apenas aos tutores e professores, na hora de realizarem suas avaliações, pois, estes têm menor número de atividades para avaliar, bem como, menos endereços eletrônicos para observar, já que os trabalhos quando realizados em grupo ficam substancialmente divididos, nem sempre em partes iguais, pois, que muitos grupos possuem número desigual de participantes, para mais ou para menos, dependendo da situação.
O trabalho em grupo facilita o despejo de informações por parte dos professores, que por acharem que os grupos são compostos de tal número de participantes, os mesmos podem ler, debater e entender todas estas informações entregues aos mesmos em tempo muito curto, o que não acontece, ao menos pelo que pude vivenciar. No período de pouco mais de um mês, recebi aproximadamente 200 páginas de textos, o que considero muito para um espaço tão pequeno de tempo, destas, imprimi todas, para ler nos locais por onde passo, já que me desloco muito em meu trabalho. Quando necessitei de auxilio on line no curso, não obtive êxito e tive de recorrer a outras pessoas para tentar sanar um problema ocorrido em uma das atividades em grupo, mas não adiantou, voltei ao mundo dos serás o que me causa certa inquietação, já que estou buscando um curso que me qualifique, me coloque em um nível mais alto dentro da área escolhida por mim, para com a qual tenho profundo respeito. O despejo de informações é algo que não deve ocorrer, pois, está comprovado que o aluno apesar de ler, ou decorar algumas informações, poderá com o passar do tempo demonstrar que não aprendeu com as mesmas, visto que não houve interação por parte do professor sobre uma orientação mais abrangente relacionada ao texto ou informação repassada ao aluno. Em se tratando de alunos adultos, os quais muitos estão em sala de aula, ministrando aulas, estes dificilmente conseguem ler tomar conta das informações despejadas, e realizar suas atividades direcionadas à turma na escola onde ministram suas aulas, com qualidade, pois, precisam elaborar seus planos diários de aula com o propósito de manter a aprendizagem de seus alunos o mais qualitativa possível, por se preocuparem com estes, afinal estar em sala de aula é uma responsabilidade muito grande, daí a busca destas pessoas por aprimoramento em curso superior. Conceitualizar um texto deve ser tarefa fácil para alguns, mas aqui estamos pensando no todo, e por mais que conceitualizemos o texto, nem sempre o faremos de maneira correta, o que pode causar danos na aprendizagem posteriormente.
Assim sendo proponho que os mecanismos existentes nos cursos à distância, sejam melhor utilizados, ou seja, podemos ter aulas diariamente através de videoconferências, ou outros, em horários pré-determinados, como ocorre nas aulas presenciais, com uma atenuante a nosso favor, não precisaremos nos deslocar até o local de ensino, mas sim estaremos ligados aos tutores, professores e até colegas de curso em tempo real, virtualmente, o que causaria maior interação nas atividades propostas, bem como, elevaria a qualidade do curso. Para tanto, poderemos receber os textos, e discuti-los em tempo real com os docentes envolvidos, para aqueles que possuem ( Web Can ), e sistema de áudio, poderemos ver as imagens em tempo real, bem como, ouvir suas explicações sobre os textos sugeridos. O aluno por sua vez pode dissertar sobre as suas argumentações e conclusões, não restando dúvida sobre o entendimento do mesmo sobre o texto ofertado. O curso não deixa de ser à distância apenas por que temos um horário para adentrar a um sistema, muito pelo contrário, ele passa a ser um curso com muito mais qualidade e interação fatores que causam um aumento significativo na qualidade do mesmo. Aqueles alunos que por algum motivo não conseguirem adentrar no sistema naqueles horários, podem fazê-lo em outros, bastando contatar a coordenação para que a solução seja encontrada para ambos os lados.
Neste sentido até as atividades em grupo poderão ser realizadas de maneira mais interativa, onde todos terão a sua postagem considerada de maneira mais justa, retirando os alunos do mundo das dúvidas e incertezas, que levam a falta de motivação e a desistência em alguns casos.
Não estou aqui, acusando esta ou aquela pessoa, estou apenas demonstrando o que tenho observado, bem como, procurando contribuir de alguma forma para a melhora do ensino a distância, desta forma, acredito que esteja agindo com a responsabilidade que me é peculiar neste caso.
Escrito por: Marcos Schilling Martins.